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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Dissertação de Mestrado: Fernando Tavares - A Arte do Partimento em sua história, fundamentos, práticas e discussão musicológica: análise historiográfica para a consolidação de um saber para a pedagogia da música


Olá, pessoal!

Estou aqui hoje para compartilhar uma notícia especial: minha dissertação de mestrado, intitulada A Arte do Partimento em sua história, fundamentos, práticas e discussão musicológica: análise historiográfica para a consolidação de um saber para a pedagogia da música, está disponível no Banco de Teses e Dissertações da Universidade de São Paulo (USP).

Acesse a dissertação:

Essa pesquisa teve início por volta de março de 2018, quando ingressei no LAMUS-EACH — Laboratório de Musicologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. Em 7 de fevereiro de 2019, ingressei no Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, no curso de Mestrado em Musicologia, sob orientação do Prof. Dr. Diósnio Machado Neto. A dissertação foi defendida e aprovada em 25 de outubro de 2021.

Atualmente, continuo essa trajetória no Doutorado em Música da USP, novamente sob orientação de Diósnio Machado Neto, desta vez dedicando-me à pesquisa sobre a obra de José Maurício Nunes Garcia.

Fiquem de olho nos artigos que temos publicado e que ainda publicaremos como parte dessa pesquisa!

Resumo

No decorrer do século XVIII desenvolveu-se nos Conservatórios de Nápoles uma maneira eficaz de ensinar música conhecida como partimento. Tal método consistia em transmitir os parâmetros musicais por linhas de baixo que continham combinações de notas compreendidas pelos músicos e que lhes proporcionavam informações para a realização de esquemas harmônicos e contrapontísticos. Estes esquemas eram usados para o exercício da improvisação e composição. O modelo de ensino pelos partimentos circulou por toda a Europa através das mãos de mestres que trabalharam ou formaram músicos para as diversas cortes do Antigo Regime. Na década de 1990, iniciou-se um movimento pela compreensão deste modelo de ensino e a partir da segunda metade da década de 2000, diversos trabalhos consolidaram a revisão metodológica deste modelo de ensino. Utilizando-se destes textos contemporâneos que revisitaram e reconstruíram o modelo de ensino pelo partimento, apresentamos nesta dissertação uma revisão bibliográfica com base no trabalho de musicólogos, analistas e teóricos musicais que escreveram sobre este assunto. Com base nos dados coletados, analisamos as informações obtidas e descrevemos como eram as principais escolas, mestres, conteúdos e características do ensino buscando a compreensão dos debates musicais que estavam sendo promovidos pelos músicos do período. A conclusão das análises nos fez compreender o método e criar uma base importante para a execução de um projeto futuro que visa demonstrar o benefício do ensino dos partimentos para auxiliar no ensino das disciplinas de criação musical.

Palavras-chave: Partimento. Contraponto. Conservatórios Napolitanos. Análise Musical. Música Galante.

Este artigo faz parte da minha coleção, que inclui diversos estudos sobre contrabaixo, teoria e análise musical.

Para conferir alguns dos trabalhos e artigos que publiquei, acessem o link:

Para obter mais informações, entrem em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com.

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Bons estudos e até a próxima coluna!

Fernando Tavares utiliza cordas Giannini e cabos Datalink.

domingo, 6 de setembro de 2026

Sugestão do Mês - Red Hot Chili Peppers - Blood Sugar Sex Magik

Olá, pessoal!

Na coluna deste mês, temos um dos trabalhos mais emblemáticos da década de 1990: o sensacional Blood Sugar Sex Magik, do Red Hot Chili Peppers.



Lançado em 24 de setembro de 1991, Blood Sugar Sex Magik é o quinto álbum de estúdio da banda e marcou um momento decisivo em sua trajetória, contribuindo para transformar o Red Hot Chili Peppers em um dos grandes nomes do rock mundial.

O álbum reúne uma série de canções marcantes, com destaque para The Power of Equality, Breaking the Girl, Suck My Kiss e Blood Sugar Sex Magik, além dos grandes sucessos Give It Away e Under the Bridge.

Além da importância do álbum para a história da banda, esta edição da coluna é uma oportunidade para observar o trabalho de Flea, um dos baixistas mais influentes da música popular contemporânea. Sua abordagem do contrabaixo combina elementos do funk, do rock e de outras tradições musicais, contribuindo de maneira decisiva para a identidade sonora do grupo.

Faixas

  1. The Power of Equality — 4:03
  2. If You Have to Ask — 3:37
  3. Breaking the Girl — 4:55
  4. Funky Monks — 5:23
  5. Suck My Kiss — 3:37
  6. I Could Have Lied — 4:04
  7. Mellowship Slinky in B Major — 4:00
  8. The Righteous and the Wicked — 4:08
  9. Give It Away — 4:43
  10. Blood Sugar Sex Magik — 4:32
  11. Under the Bridge — 4:24
  12. Naked in the Rain — 4:26
  13. Apache Rose Peacock — 4:43
  14. The Greeting Song — 3:14
  15. My Lovely Man — 4:39
  16. Sir Psycho Sexy — 8:17
  17. They're Red Hot — 1:11

Créditos

Todas as músicas foram escritas e compostas por Anthony Kiedis, Flea, John Frusciante e Chad Smith, exceto “They're Red Hot”, de Robert Johnson.

Músicos

  • Flea — contrabaixo, vocais de apoio, trompete, percussão e teclado
  • John Frusciante — guitarra, vocais de apoio e percussão
  • Anthony Kiedis — voz, percussão e guitarra base
  • Chad Smith — bateria

Músicos adicionais

  • Brendan O'Brien — Mellotron em “Breaking the Girl” e “Sir Psycho Sexy”
  • Gail Frusciante e seus amigos — coro em “Under the Bridge”
  • Pete Weiss — berimbau de boca em “Give It Away”

Vídeo

Confira o vídeo desta edição da coluna, no qual exploramos aspectos do álbum e do trabalho de Flea.




Ouça o álbum completo no Spotify e aproveite para revisitar um dos grandes discos do rock dos anos 1990.


Este artigo faz parte da minha coleção, que inclui diversos estudos sobre contrabaixo, teoria e análise musical.

Para conferir alguns dos trabalhos e artigos que publiquei, acessem o link:

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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

TWO-HANDED TAPPING – PARTE 2 - Estudos sobre Tríades Maiores e Menores

Olá, pessoal!

Nesta semana damos continuidade à nossa série sobre Two-Handed Tapping, nesta segunda aula avançaremos para a aplicação da técnica sobre tríades maiores e menores, desenvolvendo a coordenação entre as duas mãos e ampliando as possibilidades harmônicas no instrumento.

Enquanto a primeira aula apresentou os movimentos básicos de Tapping, Hammer-on e Pull-off, agora o foco passa a ser a construção de acordes e arpejos utilizando as duas mãos simultaneamente.

Exercício 1

Neste exercício, execute a fundamental e a terça maior com a mão esquerda, enquanto a mão direita toca a quinta justa e a oitava, utilizando os dedos indicador e médio, respectivamente.

Procure manter todas as notas com volume equilibrado e atenção ao sincronismo entre as duas mãos.

Exercício 2

Este exercício segue exatamente a mesma proposta do anterior, porém utilizando uma tríade menor.

A única alteração consiste na substituição da terça maior pela terça menor, permitindo ao estudante perceber as diferenças sonoras entre os dois tipos de tríades.

Exercício 3

Neste estudo, execute a fundamental com a mão esquerda e a quinta justa e a oitava com os dedos indicador e médio da mão direita.

Ao final da frase, utilize o dedo anelar da mão esquerda para executar a terça, completando a sonoridade do acorde.

Esse exercício exige maior independência entre as mãos e contribui para o desenvolvimento da coordenação motora necessária para a técnica de Two-Handed Tapping. 

Exercício 4

O quarto exercício repete a estrutura do exercício anterior, substituindo a tríade maior por uma tríade menor.

Estude lentamente, utilizando o metrônomo, procurando manter clareza na execução e igualdade de volume entre todas as notas.

Música de aplicação

Two Hands – Música 02

Nesta segunda música, os elementos técnicos estudados nos exercícios anteriores são aplicados em um contexto musical, permitindo desenvolver não apenas a técnica, mas também a musicalidade e a fluência da execução.

Two Hands Musica 02


Vídeo da aula 2

A seção Técnicas para Contrabaixo reúne estudos voltados ao desenvolvimento técnico e musical do instrumento. Os exercícios apresentados foram elaborados para auxiliar estudantes e profissionais na construção de uma técnica sólida, sempre associando os aspectos mecânicos à aplicação prática na música.

Para conhecer outros trabalhos e artigos publicados ao longo dos anos, acesse:

http://www.femtavares.com.br/p/midiaimpressa-fernandotavares-sempre.html

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Fernando Tavares


quinta-feira, 13 de agosto de 2026

BAIXISTAS DO ROCK - Uma série de estudos sobre os grandes nomes do contrabaixo no Rock

 

Olá, pessoal!

O Rock n' Roll é um dos gêneros mais influentes da música popular e, ao longo de sua história, revelou baixistas que transformaram a maneira de compreender o papel do contrabaixo dentro de uma banda. Pensando nisso, desenvolvi a série Baixistas do Rock, publicada originalmente em 2015, reunindo estudos sobre alguns dos músicos mais importantes da história do gênero.

Cada baixista é apresentado em duas colunas. Na primeira, são abordados os principais elementos rítmicos, harmônicos e estilísticos de sua linguagem musical. Na segunda, o foco é direcionado para aspectos de articulação, técnica de execução e exemplos práticos de suas linhas de baixo, acompanhados por sugestões de músicas para aprofundar os estudos.

O objetivo da série é mostrar como cada músico construiu sua identidade artística e influenciou gerações de baixistas. Estudar as linhas de baixo desses grandes nomes é uma excelente forma de compreender a evolução do Rock e ampliar o repertório técnico e musical.


Paul McCartney (Colunas 1 e 2)

Um estudo sobre a linguagem musical de Paul McCartney, abordando sua construção melódica, sua abordagem harmônica e sua enorme contribuição para o desenvolvimento do contrabaixo no Rock.

Coluna 01

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/01/baixistas-do-rock-parte-1.html

Coluna 02

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/02/baixistas-do-rock-parte-2.html


Sting (Colunas 3 e 4)

Análise do estilo de Sting, destacando sua combinação entre simplicidade, sofisticação harmônica e influência do reggae, jazz e música pop em suas linhas de baixo.

Coluna 03

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/03/baixistas-do-rock-parte-3.html

Coluna 04

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/04/baixistas-do-rock-parte-4.html


Geezer Butler (Colunas 5 e 6)

Estudo dedicado ao estilo de Geezer Butler, um dos responsáveis pela consolidação da linguagem do Heavy Metal, conhecido por suas linhas marcantes, uso de pentatônicas e forte influência do blues.

Coluna 05

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/05/baixistas-do-rock-parte-5.html

Coluna 06

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/06/baixistas-do-rock-parte-6.html


Flea (Colunas 7 e 8)

Análise da linguagem de Flea, destacando a combinação entre Rock, Funk e Punk, além do uso expressivo do Slap e de linhas altamente rítmicas e criativas.

Coluna 07

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/06/baixistas-do-rock-parte-7.html

Coluna 08

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/08/baixistas-do-rock-parte-8.html


Steve Harris (Colunas 9 e 10)

Estudo sobre a técnica e a linguagem de Steve Harris, reconhecido pelo uso dos dois dedos da mão direita, pelo "gallop" característico e pelas linhas melódicas que se tornaram referência no Heavy Metal.

Coluna 09

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/09/baixistas-do-rock-parte-9.html

Coluna 10

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/10/baixistas-do-rock-parte-10.html


Cliff Burton (Colunas 11 e 12)

Encerrando a série, estas duas colunas apresentam um estudo sobre Cliff Burton, destacando sua abordagem melódica, suas influências da música erudita, o uso de distorção e sua enorme contribuição para a linguagem do contrabaixo no Metal.

Coluna 11

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/11/baixistas-do-rock-parte-11.html

Coluna 12

📖 https://www.femtavares.com.br/2015/11/baixistas-do-rock-parte-12.html


A seção Baixistas do Rock reúne estudos dedicados aos músicos que marcaram a história do Rock por meio de sua linguagem, técnica e criatividade. Além de apresentar aspectos biográficos e estilísticos, cada coluna propõe uma análise das principais características musicais de cada baixista, oferecendo um material de referência para estudantes, músicos e pesquisadores interessados na evolução do contrabaixo elétrico.

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Fernando Tavares

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

CURSO DE HARMONIA - As 12 primeiras aulas do curso reunidas em um único lugar

Olá, pessoal!

Ao longo dos últimos anos, publiquei em meu site uma série de aulas dedicadas ao estudo da harmonia aplicada à música popular, reunindo conceitos fundamentais para a formação de músicos, especialmente contrabaixistas. Originalmente lançadas como um minicurso, essas aulas serviram como material de apoio para meus cursos presenciais e on-line e continuam sendo uma excelente referência para estudantes de todos os níveis.

Nesta publicação, reuni as 12 primeiras aulas do curso em um único lugar, organizadas por etapas de estudo. Cada aula conta com material escrito e, na maioria dos casos, vídeo complementar, permitindo que o estudante acompanhe o conteúdo de forma gradual e estruturada.


Primeira Etapa – Fundamentos da Harmonia (Aulas 1 a 4)

Nesta primeira etapa são apresentados os conceitos essenciais da linguagem harmônica, fundamentais para a compreensão dos conteúdos que serão desenvolvidos nas aulas seguintes.

Aula 01 – Intervalos

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/01/harmonia-aula-01-intervalos.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=jmw8iq7_730

Aula 02 – Escala Maior

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/02/harmonia-aula-02-escala-maior.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=sKA2akepaMY

Aula 03 – Escala Maior – Digitações

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/03/harmonia-aula-03-escala-maior-digitacoes.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=QsuTM4uvIF4

Aula 04 – Classificação dos Intervalos

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/04/harmonia-aula-04-classificacao-dos.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=h2alJ9F8E2g


Segunda Etapa – Aplicações Práticas (Aulas 5 a 7)

Nesta etapa, os conceitos estudados anteriormente passam a ser aplicados na construção de frases e no desenvolvimento da percepção das relações intervalares.

Aula 05 – Aplicação de Quintas e Oitavas – Parte 1

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/05/harmonia-aula-05-aplicacao-de-quintas-e.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=l342hgu-UMI

Aula 06 – Aplicação de Quintas e Oitavas – Parte 2

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/05/harmonia-aula-06-aplicacao-de-quintas-e.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=1-ouib8eTKI

Aula 07 – Escala Maior – Estudos

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/06/harmonia-aula-07-escala-maior-estudos.html


Terceira Etapa – Escalas Menores (Aulas 8 a 10)

As aulas desta etapa abordam as diferentes formas da escala menor e suas aplicações na construção melódica e harmônica, oferecendo uma base sólida para a compreensão da tonalidade menor.

Aula 08 – Escalas Menores – Parte 1

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/08/harmonia-aula-08-escalas-menores-parte-1.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=hC_kBIZ14so

Aula 09 – Escalas Menores – Parte 2

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/09/harmonia-aula-09-escalas-menores-parte-2.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=JsNcqIeHBeg

Aula 10 – Escalas Menores – Parte 3

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/10/harmonia-aula-10-escalas-menores-parte-3.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=Ks7FXJeMGZU


Quarta Etapa – Padrões Melódicos (Aulas 11 e 12)

A etapa final desta primeira fase apresenta estudos sobre padrões melódicos aplicados às escalas, ferramenta essencial para o desenvolvimento da técnica, da improvisação e da organização do pensamento musical.

Aula 11 – Escalas – Padrões – Parte 1

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/10/harmonia-aula-11-escalas-padroes-parte-1.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=C1qGGiztBSQ

Aula 12 – Escalas – Padrões – Parte 2

📖 http://www.femtavares.com.br/2018/11/harmonia-aula-12-escalas-padroes-parte-2.html

🎥 https://www.youtube.com/watch?v=r-IqR2ZwcVs


Este conjunto de aulas constitui uma excelente introdução ao estudo da harmonia e foi desenvolvido para servir como material de apoio tanto para estudantes iniciantes quanto para músicos que desejam revisar e aprofundar conceitos fundamentais da linguagem musical.


A seção Curso de Harmonia reúne aulas, exercícios e materiais didáticos voltados ao estudo da teoria e da harmonia musical. Os conteúdos foram produzidos a partir da minha experiência como professor e pesquisador, buscando oferecer um percurso de aprendizagem estruturado para músicos de diferentes níveis.

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Fernando Tavares

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Transcrição do Mês - Primus - DMV


 Por Fernando Tavares

Les Claypool no contrabaixo

Olá, pessoal!

Na Transcrição do Mês, trazemos a música "DMV", da banda Primus, com transcrição comentada da linha de contrabaixo executada por Les Claypool. Este material foi publicado originalmente na edição nº 19 da revista Bass Player Brasil.

Esta transcrição integra uma coleção com mais de 240 publicações produzidas para revistas especializadas em contrabaixo, que venho disponibilizando gradualmente em meu site. Além disso, faz parte de um acervo com mais de 1.000 transcrições desenvolvidas ao longo da minha carreira como músico, pesquisador e professor.


PRIMUS – DMV

Texto revisado em 2024. Publicado originalmente na edição nº 19 da revista Bass Player Brasil.

A música "DMV" integra o álbum Pork Soda (1993), um dos trabalhos mais representativos do Primus e um excelente exemplo do estilo singular de Les Claypool, considerado um dos baixistas mais criativos da história do instrumento.

Com uma técnica impressionante e um senso rítmico inconfundível, Claypool reúne influências de artistas que expandiram os limites da música popular, como Frank Zappa, King Crimson e Stanley Clarke. Em DMV, essas referências aparecem em uma linha de baixo altamente original, marcada pelo uso de técnicas pouco convencionais, grande liberdade rítmica e constantes variações.

A frase principal é apresentada logo no primeiro compasso e é construída a partir da escala diminuta de Ré, utilizando a técnica de Two-Handed Tapping. Nesse trecho, a mão esquerda executa a nota fundamental, enquanto a mão direita toca a quinta diminuta e a oitava, indicadas na partitura pelo símbolo (+), utilizado para identificar as notas executadas com a mão direita.

Embora esse padrão seja repetido durante boa parte da música, Claypool raramente o executa exatamente da mesma maneira. O baixista cria pequenas variações rítmicas e melódicas, sempre com muito swing, como pode ser observado, por exemplo, nos compassos 2 e 7 da introdução.

Essa ideia constitui a base estrutural de diversos trechos da música, aparecendo na Introdução (compassos 1–8), nas bases da voz (compassos 9–16, 25–32 e 81–88), nas pontes (compassos 21–24 e 69–72) e também nos interlúdios (compassos 45–52 e 73–80).

O Refrão inicia-se no compasso 17, quando o baixista passa a construir suas frases sobre Sol diminuto, desenvolvendo diversas variações a partir de um mesmo padrão.

A frase mais simples aparece logo no primeiro compasso do refrão. Nela, o acorde é executado nos tempos fracos do compasso, com a mão esquerda tocando a fundamental (nota Sol, na 15ª casa da corda Mi) e a mão direita executando as demais notas do acorde.

A partir do compasso 19, surgem novas variações construídas sobre os tempos 1 e 3, incorporando notas percussivas executadas pela mão direita. Essas notas são indicadas pelo símbolo de abafamento (x) acompanhado da indicação de Tapping.

O refrão ocorre nos compassos 17–20, 33–40, 61–68 e 89–96.

Entre os compassos 41 e 45, encontra-se a primeira seção do interlúdio. Nesse trecho, Claypool utiliza o Thumb, um dos principais movimentos da técnica de Slap, representado pela letra T acima das notas. O baixista também emprega notas percussivas que preservam parte da ressonância das notas anteriormente executadas pela mão direita, indicadas pelo símbolo de abafamento na tablatura.

No compasso 53, destaca-se o uso da dinâmica para criar uma interessante variação da base vocal. Já o refrão retomado no compasso 61 apresenta a indicação pianíssimo, exigindo que as notas sejam executadas com intensidade bastante reduzida, produzindo um contraste expressivo dentro da música.

A partir do compasso 97, inicia-se o trecho final, considerado o momento de maior complexidade técnica da composição.

As três notas executadas simultaneamente pela mão direita podem ser realizadas de duas maneiras. A primeira consiste em utilizar os dedos indicador, médio e anelar, cada um responsável por uma corda. A segunda consiste em executar as três cordas utilizando apenas o dedo indicador, funcionando como uma pequena pestana. Ambas as abordagens produzem resultados sonoros semelhantes, cabendo ao músico escolher aquela que lhe proporcionar maior conforto técnico.

Mais do que reproduzir cada nota da transcrição, recomenda-se isolar as principais frases e estudar cuidadosamente o swing, a articulação e as pequenas variações desenvolvidas por Les Claypool. Esses elementos são fundamentais para compreender sua linguagem musical e representam uma excelente oportunidade para o desenvolvimento da técnica, da percepção rítmica e da expressividade no contrabaixo.

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A seção Transcrição do Mês apresenta linhas de baixo que marcaram a história da música, acompanhadas de análises técnicas e musicais. O objetivo é oferecer material de estudo que auxilie músicos e pesquisadores na compreensão da linguagem dos grandes baixistas e na ampliação de seu repertório técnico e estilístico.

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Fernando Tavares

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Sugestão do Mês - Milton Nascimento - Angelus

Olá, pessoal!

Na Sugestão de Álbum deste mês, apresentamos uma das obras mais marcantes da música brasileira: Angelus, o 25º álbum de estúdio de Milton Nascimento, lançado em 1994.


O disco reúne um elenco extraordinário de músicos brasileiros e internacionais, consolidando-se como um dos trabalhos mais sofisticados da carreira de Milton. Entre os convidados estão nomes como Pat Metheny, Wayne Shorter, Herbie Hancock, Ron Carter, Jack DeJohnette, Jon Anderson, Peter Gabriel e James Taylor, artistas que contribuem para a riqueza sonora e a diversidade estética do álbum.

Entre os destaques está "Estrelada", com a participação de Jon Anderson, vocalista da banda Yes, cuja interpretação dialoga de forma sensível com a escrita melódica característica de Milton Nascimento.

Outro momento importante do álbum é a releitura de "Vera Cruz", que traz um belíssimo solo de Pat Metheny, sustentado pela marcante linha de baixo de Ron Carter e pela refinada condução rítmica de Jack DeJohnette.

Também merece destaque a nova versão de "Clube da Esquina nº 2", um dos clássicos do repertório de Milton Nascimento, reinterpretado com novos arranjos e uma atmosfera sonora que dialoga com a proposta estética do álbum.

Vídeo



Faixas 
01 - Seis Horas da Tarde (Milton Nascimento)
02 - Estrelada (Milton Nascimento - Márcio Borges) Participação: Jon Anderson
03 - De Um Modo Geral... (Milton Nascimento - Wilson Lopes)
04 - Angelus (Milton Nascimento)
05 - Coisas de Minas (Milton Nascimento - Wilson Lopes)
06 - Hello Goodbye (John Lennon - Paul McCartney)
07 - Sofro Calado (Milton Nascimento - Régis Faria) Participação: Robertinho Silva
08 - Clube Da Esquina, Nº2 (Milton Nascimento - Márcio Borges - Lô Borges)
09 - Meu Veneno (Milton Nascimento - Ferreira Gullar) Participação: Naná Vasconcelos
10 - Only A Dream In Rio (James Taylor - Versão: Fernando Brant) Participação: James Taylor
11 - Qualquer Coisa a Haver Com o Paraíso (Milton Nascimento - Flávio Venturini) Participação: Peter Gabriel
12 - Vera Cruz (Milton Nascimento - Márcio Borges)
13 - Novena (Milton Nascimento - Márcio Borges)
14 - Amor Amigo (Milton Nascimento - Fernando Brant) Participação: Pat Metheny e Herbie Hancock
15 - Sofro Calado (Milton Nascimento - Régis Faria)

Créditos
Milton Nascimento – vocais, sanfona, violão e piano.
Wayne Shorter - sax
Gil Goldstein – orquestra e regência
Jon Anderson – vocais
Túlio Mourão – teclado, piano
Hugo Fattoruso – acordeon, piano
João Baptista – baixo fretless, baixo
Wilson Lopes - guitarra e viola caipira
Robertinho Silva – percusão, bateria e concepção rítmica
Ronaldo Silva – percusão, bateria, efeitos, tamborim
Vanderlei Silva – percusão, efeitos, tamborim
Leonardo Bretas – vocais
Naná Vasconcelos – percusão e concepção rítmica
James Taylor – vocais, violão
Jeff Bova – teclados
Tony Cedras – acordeon
Anthony Jackson – guitarra "contrabass"
Chris Parker – bumbo
Peter Gabriel – vocais
Flávio Venturini – violão
Herbie Hancock – piano
Pat Metheny – guitarra, violão
Ron Carter – baixo
Jack Dejohnette – bateria

Angelus é um álbum que evidencia a capacidade de Milton Nascimento de integrar diferentes tradições musicais, reunindo grandes nomes da música internacional em um trabalho de profunda sensibilidade artística. Trata-se de uma obra indispensável para músicos, pesquisadores e apreciadores da música brasileira.

A seção Sugestão de Álbum apresenta obras que marcaram a história da música e que podem servir de inspiração para músicos, pesquisadores, professores e apreciadores. A cada edição, uma nova indicação para ampliar o repertório de escuta e incentivar novas experiências musicais.

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Fernando Tavares

quinta-feira, 30 de julho de 2026

🎶 VOCÊ ESTUDA IMPROVISAÇÃO OU QUER COMEÇAR?


A improvisação vai muito além de "tocar o que vem à cabeça". Ela envolve linguagem, percepção, repertório e muita prática.

Neste terceiro episódio da série de vídeos do Projeto TMF, conversamos sobre esse universo, compartilhando experiências, ideias e reflexões que podem contribuir para músicos em diferentes etapas da formação.

🎸 Participação:
• Mauricio Fernandes – guitarra
• Fernando Tavares – contrabaixo

🎬 Filmagem e edição: Renata Pereira

O Projeto TMF nasceu com o objetivo de compartilhar conhecimento por meio de aulas, workshops, composições autorais e conteúdos educativos sobre música.

▶️ Assista ao vídeo e participe da conversa! Depois, conte nos comentários: como a improvisação faz parte dos seus estudos?



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#Improvisação #EducaçãoMusical #ProjetoTMF #Contrabaixo #Música

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Leitura Recomendada - Jamey Aebersold - Como Improvisar Jazz e Tocar

A seção Leitura Recomendada apresenta indicações de livros que se destacam pela qualidade de seu conteúdo e pela contribuição que oferecem à formação de músicos, professores e pesquisadores.


Olá, pessoal!

A sugestão desta edição é um dos livros mais importantes já publicados sobre improvisação musical: Como Improvisar Jazz e Tocar, de Jamey Aebersold.

Reconhecida internacionalmente, a obra reúne um amplo conjunto de conceitos, exercícios, exemplos práticos e sugestões de repertório, oferecendo uma base sólida para o desenvolvimento da improvisação e para uma compreensão mais profunda dessa importante forma de expressão musical.

Com mais de 100 páginas, o livro é considerado uma referência indispensável para músicos que desejam aperfeiçoar suas habilidades de improvisação e ampliar seus conhecimentos sobre a linguagem do jazz.

Outro aspecto relevante é a presença de exercícios adaptados para instrumentos em Bb e Eb, além de exemplos escritos em Clave de Fá, voltados especialmente para contrabaixistas. Essas características tornam o material acessível a diferentes instrumentistas e extremamente útil tanto para estudantes quanto para músicos profissionais.

Graças à combinação entre explicações teóricas, exercícios e exemplos musicais, o livro constitui uma valiosa ferramenta de estudo para todos aqueles que desejam aprofundar seus conhecimentos em improvisação.

A seguir, apresentamos uma imagem com o índice da obra.

No vídeo desta postagem, apresento uma visão geral do livro, seu conteúdo e os motivos pelos quais ele permanece como uma das principais referências sobre improvisação.

Vídeo

Informações

Editora: Jamey Aebersold
Autor: Jamey Aebersold
Idioma: Português
Instrumentação: C, Bb, Eb e Clave de Fá

Site oficial (edição em inglês)

http://www.jazzbooks.com/mm5/merchant.mvc?Screen=PROD&Store_Code=JAJAZZ&Product_Code=V01DS


Este artigo faz parte da minha coleção, que reúne diversos estudos sobre contrabaixo, teoria e análise musical.

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Bons estudos e até a próxima coluna!

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terça-feira, 21 de julho de 2026

TWO-HANDED TAPPING: PRIMEIROS EXERCÍCIOS

Olá, pessoal!

Nesta semana, trazemos de volta uma matéria especial sobre Two-Handed Tapping, acompanhada de vídeo demonstrativo. A técnica, conhecida também como Two Hands, Tapping ou Touch Style, consiste na utilização das duas mãos diretamente sobre a escala do instrumento, ampliando as possibilidades melódicas e técnicas do contrabaixo.

A execução dessa técnica baseia-se, principalmente, em três movimentos fundamentais:

Tapping – Consiste em tocar uma nota na escala utilizando um dos dedos da mão direita. Geralmente é executado com o dedo indicador e indicado na partitura pelo símbolo +.

Hammer-on – Consiste em "martelar" a corda com um dos dedos da mão esquerda sobre a casa desejada, produzindo a nota sem um novo ataque. Pode ser indicado pelas abreviações H ou Ho.

Pull-off – Consiste em "puxar" levemente a corda com o mesmo dedo que executou o hammer-on, fazendo soar uma nota anterior. Esse movimento pode ser indicado pelas abreviações P ou Po.

Orientações de estudo

Inicie os exercícios utilizando o metrônomo em 40 bpm. À medida que adquirir segurança e precisão, aumente gradualmente a velocidade, buscando atingir 120 bpm, sempre que o andamento não estiver previamente indicado.

Exercício 1

Execute um tapping na nota Sol, realize um pull-off para a nota e, em seguida, um hammer-on para a nota Mi. O exercício é realizado em tercinas (três notas por tempo). Repita o padrão em todas as cordas.

Exercício 2

Execute um tapping na nota Sol, faça um pull-off para a nota Mi e outro pull-off para a nota . O exercício também é realizado em tercinas e deve ser repetido em todas as cordas.

Exercício 3

Execute um tapping na nota Sol, realize um pull-off para , um hammer-on para Mi e finalize com um pull-off para . O exercício é executado em semicolcheias (quatro notas por tempo) e deve ser repetido em todas as cordas.

Exercício 4 

Execute um tapping na nota Sol, faça um pull-off para Mi, outro pull-off para e finalize com um hammer-on para Mi. O exercício é realizado em semicolcheias e deve ser repetido em todas as cordas.

Two Hands - Música 01


Vídeo



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Bons estudos e até a próxima coluna!

Fernando Tavares utiliza cordas Giannini e cabos DLK Music.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Transcrição - Apostrophe' Duo - Ventos da Liberdade - Parte 2

 

 

Olá pessoal!

Em 2023, lancei um EP com o Apostrophe' Duo e disponibilizarei as transcrições aqui neste site ao longo deste ano.

Neste mês, temos a transcrição da música Ventos da Liberdade - Parte 2.

É possível ouvir o álbum no Spotify, no YouTube ou em outras plataformas de streaming.



Ventos da Liberdade - Parte 2


Esta composição foi escrita e arranjada por Fernando Tavares e Lucas Fragiacomo. 

Transcrição

Página 01

Página 02

Página 03

Apostrophe' Duo: Ventos da Liberdade - Parte 2

Música por Fernando Tavares e Lucas Fragiacomo

Performance:
Fernando Tavares: Contrabaixo
Lucas Barbosa Fragiacomo: Guitarra

Gravado, produzido, mixado e masterizado por Clayton Souza na Insound Produtora!

Abraço e até a próxima coluna!

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Baixistas do Rock - Parte 12


Olá, pessoal!

Nesta coluna, continuamos a falar sobre as técnicas e abordagens musicais de Cliff Burton.

Este artigo faz parte da minha coleção, que inclui diversos estudos sobre contrabaixo, teoria e análise musical.

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Exercício 1

Neste primeiro exercício, trabalhamos uma frase inspirada na música The Four Horsemen, construída em tercinas e baseada na escala de Mi menor blues. O objetivo é desenvolver a precisão rítmica na subdivisão ternária e a familiaridade com o vocabulário típico do estilo.



Exercício 2

No segundo exercício, iniciamos o estudo do pizzicato com três dedos, técnica bastante utilizada no heavy metal e no thrash metal. Uma das principais dificuldades desse recurso está no fato de termos três dedos para executar quatro notas por tempo (semicolcheias). Por esse motivo, diversas combinações podem ser empregadas, sendo a mais comum a sequência anelar–médio–indicador. Observe que, ao manter essa sequência contínua, a primeira nota de cada grupo de quatro semicolcheias recairá sempre em um dedo diferente. Pratique lentamente e com atenção para consolidar a coordenação motora e a estabilidade rítmica.



Exercício 3

No terceiro exercício, mantemos a mesma sequência de dedos da mão direita, mas introduzimos variações na mão esquerda por meio de movimentos cromáticos. O foco aqui é integrar a independência das mãos, preservando a regularidade do ataque e a clareza das notas.



Exercício 4

No quarto exercício, apresentamos um exemplo inspirado na música Ride the Lightning, utilizando a semicolcheia como célula rítmica de referência. Procure manter o pulso firme e a articulação homogênea, evitando tensões desnecessárias na mão direita.



Ao longo destas duas colunas, exploramos diferentes aspectos da linguagem do contrabaixo no metal, desde a aplicação de levadas ternárias e influências do blues até o desenvolvimento técnico do pizzicato com dois e três dedos. Os exercícios propostos buscam não apenas aprimorar a coordenação motora e a precisão rítmica, mas também aproximar o estudo técnico do repertório real, permitindo que compreendamos como esses recursos aparecem na prática musical. A consolidação dessas habilidades contribui para maior segurança interpretativa, ampliação do vocabulário estilístico e melhor controle do instrumento em contextos de alta demanda rítmica.

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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Vídeo: Como usar variações rítmicas em sua música.


Olá, pessoal! 

Já viram a série de vídeos que eu fiz com o meu amigo Mauricio Fernandes?

Nela, falamos sobre diversos temas relacionados à música e aos estudos em geral. Este é o segundo vídeo da série, no qual falamos sobre ritmo aplicado em suas músicas.

Curtam nossas redes e acompanhem o nosso trabalho; estaremos sempre postando novidades.

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Vídeo

Informações:

Vídeo sobre harmonia com os músicos Mauricio Fernandes (guitarra) e Fernando Tavares (contrabaixo).
Filmado e editado por Renata Pereira.

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