terça-feira, 15 de outubro de 2019

Matéria para alunos - Paralamas do Sucesso - Trac Trac


Olá pessoal!

Nesta semana temos uma lição especial sobre a linha de contrabaixo da música "Trac Trac" dos Paralamas do Sucesso disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Nesta matéria temos todas as partes da linha explicadas e detalhadas.

Para maiores informações envie um e-mail para: femtavares@gmail.com

Abraços e bons estudos!

sábado, 12 de outubro de 2019

Projeto TMF - Aula 01 - Harmonia

E aí galera!

Já viram a série de vídeos do projeto TMF?



Este é o primeiro vídeo do nosso canal.
Curtam nossas redes e acompanhe o nosso trabalho, sempre estaremos postando novidades.


Informações:

Vídeo sobre harmonia com os músicos Mauricio Fernandes​ (guitarra) e Fernando Tavares​ (contrabaixo).

Filmado e editado por Renata Pereira​.

O projeto TMF Trio​ engloba aulas, composições próprias, workshops e muito mais, sempre com muita música.

Fique de olho em nossas redes sociais @oficialtmf

Muita música para todos vocês!

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Artigos & Resenhas - A Estação da Luz / CD O Segundo - Por Luiz Domingues


Olá pessoal! 

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o álbum "O segundo" da Estação da Luz. Para quem se interessar, aqui no blog já saiu a resenha do primeiro álbum da banda e pode ser lida no link http://www.femtavares.com.br/2018/01/artigos-01-estacao-da-luz-por-luiz.html

A matéria original pode ser encontrada neste link.


Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:

Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

A Estação da Luz / CD O Segundo - Por Luiz Domingues


Após um excepcional primeiro registro fonográfico, demorou, mais eis que a excelente banda, “A Estação da Luz”, de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, anuncia seu segundo álbum. E vem com o sugestivo título de "O Segundo", sendo bastante enfática em sua intenção em demarcar o lançamento em sua discografia.

E a demora para mostrar-nos seu novo trabalho foi amplamente compensada, pois “O Segundo” revela-nos a banda mantendo sua proposta estética firmada em seu álbum de estreia, e mais que isso, é um prazer mergulhar em sua audição e constatar que a banda apresenta ainda mais entrosamento, gerando amadurecimento natural e tudo dentro de uma lógica fundamentada por fatos concretos. Como primeiro ponto, a permanência da mesma formação, desde o primeiro disco, é fator fundamental para o bom andamento da carreira da banda. Em segundo lugar, os anos de labuta na estrada, certamente calejaram-na. Depois de muitas viagens, incluso shows em diversos estados do país, isso contribuiu decisivamente para o fortalecimento do grupo, solidificando-o tremendamente. E um terceiro ponto e aí trata-se de um ato de fé : a banda não mostra-se nem um pouco preocupada com o que está ou não em voga no mundo da difusão cultural oficial, a dita mídia "mainstream". E não preocupando-se em galgar degraus para "chegar lá", tal qual artistas popularescos que costumam contratar escritórios especializados em gestão de carreira antes de pensar na sua própria música, os componentes da Estação da Luz dão de ombros para esse sucesso de plástico, efêmero e que não dura até o próximo verão, e dessa forma mergulham em sua produção para o âmago da arte verdadeira, a que vem do coração e da alma, ou seja, fazer obra valorosa a perpetuar-se. Em suma, raciocinam como artistas genuínos e não como essa turba que domina o mundo mainstream e que usa a música meramente para ficar "famoso".


Sobre a questão estética, para quem não conhece a banda e nem leu a minha resenha anterior sobre ela, na qual englobou seu primeiro disco no contexto, convido a realizar tal leitura. Eis abaixo o link para tomar conhecimento desse primeiro apanhado sobre a banda : 


Reitero que a banda mantém sua coerência artística inalterada e de forma ilibada, eu acrescento. Sua intenção em beber na fonte de influências do Rock brasileiro e internacional das décadas de 1960 e 1970, é um fator preponderante para que expresse sua criação adotando uma riqueza inquestionável no tocante às mais nobres referências. Eu sei, nem todo mundo que ama essa estética automaticamente reúne condições para fazer sua criação ficar à altura, pois não basta ouvir música de qualidade, porém outros múltiplos fatores precisam estar no bojo. Caso contrário, alguém que ame Frederic Chopin, mas nunca chegou perto de um piano na vida, tocaria e comporia “noturnos” divinamente só pela boa influência, porém não basta apenas ouvir a melhor música do passado. Nesses termos, A Estação da Luz é uma banda muito bem embasada na sua identidade artística, pois não só é municiada pelas melhores influências no mundo do Rock (fora boas doses de Black Music, incluso o Soul, Blues & Jazz; MPB; Folk Music etc), mas também é muito rica tecnicamente por ter em suas fileiras, instrumentistas / vocalistas de alto padrão e por conseguinte, que compõem e arranjam muito bem o seu material. Se existe um ponto mais frágil nessa estrutura, esse não chega a desabonar o trabalho, e pode ser melhor apurado em outros trabalhos futuros, tranquilamente. Refiro-me à parte de texto, com letras não muito profundas na maior parte das canções. São poesias bem escritas, mas a temática em sua maioria, versa mais pela relação Homem / Mulher, sem maiores voos, e nesse caso, aprofundar mais, seria mais estimulante para temas mais complexos, principalmente ao esbarrar no Prog Rock explícito, mas neste trabalho e no anterior, igualmente, não houve essa preocupação mais acentuada (há exceções), contudo, repercuto melhor isso quando falar das faixas, logo mais.

Ouvir “O Segundo” é como escutar um bom disco de Rock brasileiro da década de setenta, mas também é como se fosse algum da safra da MPB daquela década, mesmo porque, a MPB setentista era em essência, híbrida, mostrando-se praticamente como um Folk Rock Hippie, apesar de nossos acentos culturais regionais nítidos e sem nenhum demérito, muito pelo contrário, tendo isso como mérito, deixo isso bem claro. Sobre as faixas desse trabalho, tenho muitas observações positivas.


“Sem Direção” inicia o álbum e o seu embalo remetendo ao Country-Rock é muito saboroso, enquanto clima ameno e fugindo da máxima que todo produtor fonográfico prega, dando conta de que a primeira faixa de um álbum tem que ter o poder de um “soco no estômago do ouvinte”, visando gerar impacto primordial. Não acho errado o conceito em si, mas quebrar o paradigma e apresentar um começo ameno também pode ser agradável, e é exatamente o que acontece com essa canção. Musicalmente, lembrou-me muito o velho e bom “Rock Rural” de "Sá; Rodrix & Guarabyra", mas também canções oriundas dos primeiros discos solo dos ex-Beatles, notadamente os de George Harrison e Ringo Starr. Tem um delicioso Steel Guitar permeando uma voz suave e intermitente ao longo da canção, muito inspirado da parte do ótimo guitarrista, Cristhiano Carvalho e como base harmônica, o tecladista Alberto Sabella arrebenta, não só pela execução, mas pelo feliz arranjo que criou, utilizando vários teclados sobrepostos. É muito rica a intervenção do piano Fender Rhodes, inclusive imprimindo desenhos como contraponto e a presença do imponente órgão Hammond, impressiona, inclusive pela sua sobra estratégica, ao final. Gostei muito do timbre do baixo, bem encorpado, mas igualmente da linha criada, todavia convenhamos, das mãos de um baixista da categoria de Vagner Siqueira, só vem coisa boa, naturalmente. E a melodia principal, entoada pela cantora, Renata Ortunho, tem a docilidade compatível com o clima da canção, onde o arranjo muito adequado, faz com que a banda flutue ao ritmo do slide-guitar.

Na segunda faixa, “Pensar em Você” (“Tudo é Saudade”), mergulha-se num clima sessentista muito agradável. Parece aquele tipo de Bubblegum, típico da metade daquela década, mesclado com a tendência típica daquela safra de artistas britânicos dessa seara, que revisitaram com extrema felicidade o cancioneiro popular europeu dos anos trinta, do século passado. E assim, naquela levada rítmica bem característica, com condução harmônica bem forte em acentuações de tônica e quinta acima ou tônica e quarta abaixo, a banda soa como o "Small Faces" a brincar no Itchycoo Park, ou os "Mutantes" na Rua Augusta, portanto, A Estação da Luz resgata tal tradição perdida no Rock (infelizmente), com bastante inspiração. Gostei muito do apuro no arranjo vocal dos Backings, com desenhos engenhosos passando por baixo da voz principal. Num dado instante, uma intervenção muito rica de percussão (que deduzo ter sido ideia do excepcional baterista, Junior Muelas), é sutil, mas de uma riqueza enorme. Ali ele risca o guiro, literalmente, e gera um efeito incrível. Também chamou-me a atenção o solo de guitarra de Cristhiano Carvalho, com uma linda interpretação ao fazer uso de notas longas, esticadas ao estilo de um “ebow”, e uma sutileza que ficou ótima, ao trabalhar com a chavinha de mudança de captação, acintosamente, na tradição do mago, Ritchie Blackmore. Em seu término, a música apresenta uma mudança rítmica acentuada, com teclados; baixo & bateria imprimindo um balanço "soul" incrível. O piano insinua-se como clavinete, mesmo, e a “setenteira” nessa hora é irresistível em seu apelo para balançarmos o esqueleto, mesmo que for só o pezinho discretamente marcando o ritmo no chão, caso o ouvinte seja muito tímido...

A terceira faixa, chama-se : “Dia de Domingo” e tem uma levada incrível. O groove da banda nessa faixa é impressionante, com todos os instrumentos soando de forma magnífica. Não dá para destacar apenas um, gostei de todos os arranjos individuais. Baixo sensacional, guitarra estupenda, bateria fantástica e o órgão Hammond comandado por Alberto Sabella, arrebenta, parecendo o som dos discos solos do Billy Preston, e com o “negão” em pessoa naquela pilotagem alucinante, que eu achava que só ele sabia fazer, mas o Sabella provou que eu estava errado... sem exagero algum. O vocal desenhado no início é muito bonito e a seguir surge a presença de uma voz masculina que conduz a melodia principal, quebrando um pouco a marca da voz feminina oficial da banda, portanto é Cristhiano quem comanda desta feita, ao invés de Renata. A canção tem muito da influência dos "Secos & Molhados", mas posso acrescentar nesse caldeirão, a presença do som de Zé Rodrix e basta ouvir seus discos solo (ótimos), dos anos setenta, para constatar a minha impressão. Os timbres também ficaram magníficos, tudo soa encorpado e brilhante ao extremo. Adorei uma convenção feita com intenção de groove, absolutamente incrível.

A seguir, uma faixa instrumental sensacional, com mais um Funk Rock de enorme balanço. É até chato usar a palavra “Funk” nos dias atuais, dada a apropriação indébita em que o termo foi submetido, mas ora bolas, o que temos aqui é o genuíno "funkão" setentista, nobre derivado da Soul Music e do R’n’B, portanto, é isso, aí, podes crer, amizade...
Sobre o tema em si, digo que é mais uma prova cabal de que os membros d’A Estação da Luz não estão para brincadeiras, pois eles descem o braço ao imprimir um balanço maravilhoso que muito lembrou-me o trabalho do "Som Nosso de Cada Dia", quando esta banda histórica brasileira aventurou-se no Funk Rock, ao final dos anos setenta. Não sem antes apresentar uma introdução muito técnica, ao estilo do Jazz-Rock da banda argentina, "Crucis", ao menos na minha percepção pessoal. Tudo soa bem nessa faixa, de forma impecável. Gostei também da rica intervenção de um músico convidado, Victor Hugo, que trouxe seu providencial saxofone a produzir o crescente típico produzido por sessões de metais de bandas como "Chicago"; "Blood; Sweat and Tears" e "Tower of Power", só para citar algumas poucas desse estilo, em temas funkeados assim. Portanto, um acréscimo genial, cereja no bolo. A destacar-se igualmente os solos e timbres diferenciados nos sintetizadores e na guitarra, inclusive um belo duelo de solos entre os instrumentos, outra tradição esquecida, mas essa banda orgulha-se em buscar o fio da meada perdido, amém !!

“O Segundo”, faixa título do álbum, inicia-se com efeitos de sonoplastia. Trata-se de barulho urbano da madrugada, com carros passando distante e latidos de um cachorro, tudo muito sutil. Logo a instrumentação começa e mostra uma balada muito boa, com melodia e força interpretativa bastante condizente. Renata Ortunho nessa faixa lembrou-me bastante cantoras não tão conhecidas do público atual, como Luisa Maria; Tuca e Olivia Byington. O slide da guitarra produz uma melodia bastante melancólica, mas no bom sentido do termo, portanto evocando o "Mahatma" George Harrison, que era mestre em criar pérolas lindas assim. Gostei muito de alguns acentos convencionados, mostrando mais uma vez que esses artistas sabem arranjar bem as suas canções. Na parte final, o timbre do sintetizador e a condução rítmica desdobrada remeteu-me ao som dos discos do David Bowie bem no início dos anos setenta, tais como "Space Oddity"; "The Man Who Sold the World" e "Hunky Dory". Tem algo do "Uriah Heep" também, via Ken Hensley, naturalmente. Bem interessante o efeito fantasmagórico no encerramento.

“Na Contra Mão” é uma faixa que tranquilamente poderia figurar num álbum como “Atrás do Porto Tem uma Cidade”, de Rita Lee & Tutti-Frutti. Impressionante a proximidade de sua estética, com a desse trabalho que citei. Belo timbre de piano, e com o baixo marcando com peso e também com timbre muito bom. Numa parte C, outra vez a banda busca a inspiração sessentista ótima. Aquela doce evocação da década de trinta, mas com visão Rocker, uma marca registrada, entre tantas, dos “sixties”. Solo de guitarra de arrepiar, curto, mas intenso. Adorei o staccato, além da campana dos pratos, percutida com muita classe por Junior Muelas. A letra tem um quê de tomada de posição em quebrar paradigmas, portanto, casa-se com o astral de anos sessenta & setenta que ela carrega. Gostei desse trecho da letra : “Por isso eu vou dizer p’ra todos o que eu quiser, p’ra todos que eu quiser, p’ra todo mundo".  Uma afirmação forte e com suas sutilezas inerentes e pontuadas pelas vírgulas bem colocadas, portanto um bom jogo de palavras.

“Meu Amigo George” começa com um alarme falso. A contagem verbal dá o comando para o ataque inicial dos instrumentos, mas logo a seguir uma nova contagem surge, para aí sim, a música deslanchar. Faz anos que não ouvia uma banda fazer uso desse recurso num disco, portanto outro sutil resgate que a banda promove. Lembrou-me “I Want Freedom” do "Grand Funk" (LP "Survival" - 1971), por exemplo. Aqui, trata-se de uma canção com forte intenção psicodélica, com bela linha de baixo e condução muito boa do órgão Hammond, tendo o devido reforço da Caixa Leslie a girar em velocidade rápida. E gostei muito dos backing vocals entoados, sem letra, numa bela melodia.

“Vício Sem Fim” tem muito colorido harmônico. Arpejos de guitarra com um brilho intenso, baixo encorpado e a tecladeira de Alberto Sabella trabalhando com multiplicidade. Apreciei muito a escolha de timbres dos sintetizadores, alguns fazendo uso do efeito Theremim, sensacional, além do órgão Hammond usando o som de flauta, trazendo uma docilidade. Numa outra parte há uma acento brasuca muito interessante, que remeteu-me ao som de Elis Regina nos anos setenta, quando esta cantora histórica e seu marido, o brilhante Cesar Camargo Mariano, incorporaram o Rock no seu trabalho, através da eletricidade encontrada e assumida. Adorei o timbre da bateria, aliás no disco inteiro, tem o mesmo padrão, mas nesta faixa com andamento mais reduzido, deu para apreciar cada peça com maior precisão e esse som seco, com o mínimo de reverber na resolução final é sem dúvida o que eu mais gosto, igualmente. Ou seja, como é bom ouvir uma bateria soar como se deve, ou seja, como uma bateria verdadeiramente, no seu som puro e deixar a cargo do baterista, a missão de explorar seus timbres.

“Real Loucura” fecha o disco, e de fato é uma faixa intensa. Aqui a banda deixa um pouco de lado seu lado mais doce e investe forte em sonoridade progressiva, verdadeiramente, trazendo uma quebradeira rítmica e harmônica, muito grande e obrigando assim a melodia a ser mais ousada. Lembra “Cais” do Milton Nascimento, logo no início, dada a sua característica soturna, mas intensamente bela, como a canção do Milton e principalmente na interpretação da Elis Regina. Alguns trechos remetem ao "Gentle Giant" e para situar mais na nossa realidade brasuca, o "Terreno Baldio" do saudoso João Kurk. Na parte final, um Prog Rock nervoso, deveras cerebral e com a introdução de um solo de saxofone incrível (mais uma vez graças a participação do músico convidado, Victor Hugo), e a insanidade instigante está garantida, portanto faz jus ao título da canção. É de fato uma “Real Loucura”. Por um segundo, o ouvinte desatento pode achar estar a ouvir o LP “Lizard” do "King Crimson" (lançado em 1971), mas é A Estação da Luz a quebrar tudo, numa loucura intensa. A letra investe nessa perspectiva, também : “Sobriedade te faz entender, real loucura é sobreviver, ainda insiste em ser sentido, na esperança de ser compreendido”


Sobre a arte gráfica, é muito bela a imagem de uma locomotiva, uma velha “Maria Fumaça” indo com tudo sob os trilhos, com faróis acesos. A metáfora é boa a mostrar sim uma máquina do passado, mas indo para frente e retrata o que A Estação da Luz de forma contundente faz na prática, ao unir o melhor do passado à realidade contemporânea. Uma banda que busca as melhores influências possíveis, mas que está atuante aqui e agora, tocando com muito vigor. Destaca-se também a foto da banda sob efeito 3D e inevitavelmente salta-me da memória o LP "Shinin' on" do "Grande Funk", que usou desse mesmo expediente em 1974.

O disco foi gravado; mixado & masterizado no estúdio “Área 13”, de São José do Rio Preto / SP. Criação da capa, lay-out  final e fotos a cargo de Fabio Mata

A formação da banda nesse disco foi :
Renata Ortunho : Voz e Percussão
Cristhiano Carvalho : Guitarra; Violão e Voz
Junior Muelas : Bateria; Percussão e Voz
Alberto Sabella : Teclados e Voz
Vagner Siqueira : Baixo

Músico especialmente convidado :
Victor Hugo : Saxofone em “Papo Furado” e “Real Loucura”

A Estação da Luz da esquerda para a direita : 
Vagner Siqueira; Alberto Sabella; Renata Ortunho; Cristhiano Carvalho e Junior Muelas 

Ouça esse álbum na íntegra, nas seguintes plataformas virtuais :
Deezer; Spotify; Google Play; Itunes ou Apple Music, acessando o mesmo Link abaixo :


E também disponível no espetacular Site "Nave dos Deuses", um dos maiores, senão o maior arquivo vivo do Rock Brasileiro de todos os tempos :

Recomendo a audição do álbum, com ênfase e convido o leitor a não perder um show dessa banda, quando ela estiver em sua cidade.

Para conhecer melhor o trabalho da banda, acesse :

Página no Facebook :

Contato por E-Mail :      
aestacaodaluz@gmail.com

É isso aí!
Espero que gostem desta resenha e o principal, conheçam o som bem legal desta banda.
Abraços e até a próxima!

terça-feira, 8 de outubro de 2019

King Crimson


Olá pessoal!

Aproveitando a passagem do King Crimson​ pelo Brasil, estou divulgando as matérias que fiz no site sobre eles.

Uma delas, é uma análise das linhas construídas por Tony Levin para o álbum Discipline.

Temos também uma coluna sobre o baixista Tony Levin.

E por fim, a sugestão do DVD "Eyes Wide Open".

No site tem diversas matérias com excelentes músicos, além de aulas, transcrições, análise do estilo de baixistas, sugestões de discos, vídeos e muito mais... 

Boa semana!

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Transcrição para alunos - Tower of Power - Soul with a capital "S"


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição com explicação da linha de baixo da música "Soul with a capital "S" da banda Tower of Power, com o genial baixista Francis "Rocco" Prestia disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com


Abraços e até a próxima matéria!

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Harmonia Aplicada no Contrabaixo - Aula 01



Olá pessoal!

No site e no meu canal oficial do Youtube, tem disponibilizado gratuitamente um curso de harmonia com texto e uma videoaula sobre o assunto passado.

O texto da primeira aula está neste link:


O vídeo está neste link:


Inscreva-se no canal do youtube:

Acompanhe todas as aulas que tenho lançadas por lá.

Abraços e bons estudos!

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Sugestão - Bass Player Brasil #14 - Geddy Lee


Olá pessoal!

Estou aqui hoje para falar sobre as matérias de capa da Revista Bass Player Brasil das quais participei na construção e elaboração. Estas matérias eram feitas pensando no melhor desenvolvimento do estudante de contrabaixo, sendo que nelas, eu buscava transmitir informações teóricas e práticas de uma maneira bem leve e que proporcionasse um melhor aprendizado. Estas matérias são acompanhadas de vídeo e se transformam em verdadeiras videoaulas dos assuntos abordados.


Na edição #14 eu fiz uma matéria com 12 exemplos de músicas do Rush para dissecar toda a técnica e características do baixista Geddy Lee. Uma videoaula para quem quer aprender e desvendar todos os segredos deste mestre do contrabaixo.

Vídeo



A edição
Neste link vocês podem visualizar as matérias que saíram nesta edição:


E neste link você pode adquirir esta edição:
https://www.editoramelody.com.br/bp/?area=anteriores

Bons estudos e até a próxima!

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Transcrição do Mês - Queen - We Are The Champions


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "We are the champions" da banda Queen disponível gratuitamente no meu site.

Queen - We Are The Champions

 Link para Transcrição Completa - Clique aqui

WATC-Qu (1).pdf

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 tablaturas/partituras que são usadas como material de apoio nas aulas do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima coluna!

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Sugestão do Mês - Apostrophe' Trio




Olá pessoal!

Já escutaram o CD do Apostrophe' Trio lançado em 2017.


Neste link da tratore vocês podem encontrar todas as plataformas nas quais o CD está disponibilizado.

O trio é composto por:
Fernando Tavares: Contrabaixo
Lucas Fragiacomo: Guitarra
Thiago Sonho: Bateria

Ficha técnica:
01 – Apostrophe'
02 – Clima
03 – Ilusões (Incluindo Sonhos e Realidade)
04 – Corações da Noite
05 – Sons da Mente (Parte 1)
06 – Sons da Mente (Parte 2)
07 – Thaís e a Festa
08 – Meu Irmão é um Cara Livre?!
09 – Ventos da Liberdade

Produzido por Fernando Tavares.
Todas as músicas compostas por Fernando Tavares, exceto faixa 02 por Mozart Mello.
Todas as músicas arranjadas por Apostrophe'.
Guitarra Base na Faixa 07 por Sergio Casalunga, Pianos nas faixas 05 e 06 por Fernando Tavares.
Gravado, Mixado e Masterizado no Estúdio Tecnoarte por Armando Leite entre Julho e Dezembro
de 2016.

Abraços!

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Harmonia aplicada no contrabaixo - Acordes - Parte 01



Olá pessoal!


Nesta semana iniciamos uma série de colunas sobre acordes aqui no site.

Estas colunas saíram originalmente pela antiga revista Bass Player Brasil e fazem parte do material de apoio utilizado em minhas aulas de contrabaixo presencial e a distância.
Para maiores informações sobre as aulas, entre em contato pelo e-mail femtavares@gmail.com


ACORDES (PARTE 1) – Tríades – Acordes com três Vozes


Originalmente o contrabaixo sempre foi utilizado como um instrumento melódico (tocava uma nota de cada vez), mas com o passar do tempo e a evolução natural do instrumento, baixistas como Jeff Berlin, Jimmy Johnson,  Cliff Burton, Michael Manring, entre tantos outros passaram a utilizar algumas ideias com acordes. Temos obviamente que pensar em algumas diferenças que o contrabaixo possui em relação ao violão por exemplo, como a quantidade de cordas, sendo que temos na maioria das vezes duas cordas a menos. Isto pode ser resolvido com um contrabaixo de 6 cordas, mas este assunto fica para as próximas matérias, aonde passarei modelos de acordes para instrumentos de 5 e 6 cordas. Uma outra diferença importante é em relação a quantidade de vozes que colocamos nos acordes, no contrabaixo é um problema sério montar acordes com muitas vozes, pois tende a “embolar” o grave. 
Em colunas posteriores passarei algumas ideias de arranjos solos e vocês perceberão que escolher a quantidade de vozes faz uma diferença enorme. Bom, enquanto não chegamos lá, vamos trabalhar com os acordes utilizando três vozes, pensando por enquanto apenas nas notas das tríades. Todos os nossos exemplos tem como fundamental a nota D, não passarei teorias, pois suponho que vocês já estudaram estes assuntos em revistas anteriores.

Modelo 1

O modelo 1 (figura 1) possui o desenho básico, ficando os acordes com uma sequencia simples, com os intervalos de F, 3 e 5. Temos as tríades de D (F, 3, 5), Dm (F, b3, 5), D+ (F, 3, #5) e Ddim (F, b3, b5)*. *esta cifra sempre nos pede o uso de uma tétrade, mas vamos omitir a sétima em nossos estudos por enquanto.

Estudem estes modelos, na próxima coluna teremos novos modelos para estudar.
Abraços!

domingo, 15 de setembro de 2019

Fernando Tavares

  • Contrabaixista profissional, pesquisador, compositor, professor de contrabaixo, harmonia e de metodologia do ensino musical.
  • Iniciou seus estudos como contrabaixista em 1995.
  • Estudou Contrabaixo, teoria, harmonia com professores renomados da música popular na cidade de São Paulo.
  • Graduou-se em Licenciatura em Música pela Unimes.
  • Especialista em Docência no Ensino a Distância pela UFSCar.
  • Mestrando da ECA-USP na linha de Musicologia e sua pesquisa envolve os métodos de composição e improvisação desde o século XVII.
  • Professor de Contrabaixo desde 1998 e hoje trabalha em São Paulo, no bairro de Pinheiros e no IB&T (Instituto de Baixo & Tecnologia) da EM&T (Escola de Música & Tecnologia) e on-line via Skype.
  • Contrabaixista e compositor do Apostrophe’ (que lançou o primeiro álbum "Apostrophe’" em abril de 2017).
  • Contrabaixista da banda do guitarrista Mauricio Fernandes (com o qual lançou o álbum “Alone in the Night” em 2017).
  • Contrabaixista do Medusa Trio (com o qual lançou o álbum “10 Anos” em 2017).
  • Contrabaixista e compositor da banda Dead Man Walking (com a qual lançou o álbum “All my Hate” em 2019).
  • Contrabaixista da banda Lee Recorda.
  • Contrabaixista da banda do cantor Willie de Oliveira (ex-Radio Táxi).
  • Pesquisador no LAMUS (Laboratório de Musicologia) na EACH – USP Leste.
  • Pesquisador no LEDEP (Laboratório de educação e desenvolvimento psicológico) na EACH – USP Leste.
  • Produz apostilas para contrabaixo elétrico, escreve matérias em seu site/blog semanalmente, realiza Workshops e Bass Clinics.
  • Trabalhou como transcripter da antiga revista Coverbaixo, entre 2005 e 2008.
  • Foi coordenador didático, editor didático, colunista e transcripter da revista Bass Player Brasil, na qual participou de todas as edições.
  • Participou de várias bandas, das quais pode-se destar, Liar Symphony (com o qual gravou o CD/DVD "Choosing The Live Side"), Opus Jazz Band, Hotspot Project (com o qual gravou o álbum Volume 1) e
  • Eleito o melhor baixista de 2018 pelo grupo “Quem sabe faz autoral”.
  • É endorser técnico da Giannini.
  • Utiliza cordas Giannini, cabos Datalink e monitores e fones Edifier.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Artigos & Resenhas - Tony Babalu / CD Live Sessions II - Por Luiz Domingues

Olá pessoal! 

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o álbum Live Sessions II do guitarrista Tony Babalu. Para quem se interessar aqui no blog já saiu a resenha do Live Sessions I e pode ser lida no link http://www.femtavares.com.br/2018/05/artigos-e-resenhas-live-sessions-at.html

A matéria original pode ser encontrada neste link.

Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:
Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

Tony Babalu / CD Live Sessions II - Por Luiz Domingues


Existem inúmeros guitarristas fantásticos no país, com técnica exuberante; conhecimento teórico; bom gosto na preparação de seu áudio; muita criatividade e atuando em diversos nichos da música, indiscutivelmente. O guitarrista Tony Babalu está nesse rol, certamente, contudo, possui um diferencial marcante e que não depende necessariamente de estudo para alcançar-se, mas alguns poucos conquistam de forma indelével. Trata-se de uma personalidade musical única, portador daquela capacidade de fazer com que os ouvintes consigam identificá-lo, ao soar de poucas notas que produz. Carlos Santana; David Gilmour; Johnny Winter e Brian May (sei que o leitor vai elucubrar outros nomes como exemplos, naturalmente), são alguns desses que tem essa capacidade e Tony Babalu pode ser incluído nessa seleta lista.


Assim que lançou o álbum “Live Sessions at Mosh”, em 2014 (leia a minha resenha sobre ele através desse link abaixo : http://luiz-domingues.blogspot.com.br/2014/07/live-sessions-at-mosh-tony-babalu-por.html), ficara no ar a expectativa por mais um disco nesse teor, em face da qualidade e apuro artístico de uma música instrumental inspiradora. Demorou, mas eis que Tony Babalu anuncia enfim o lançamento de um novo álbum e bingo... mais uma vez reunindo sua banda para uma sessão gravada ao vivo no estúdio Mosh, de São Paulo.


Em “Live Sessions II”, a mesma dinâmica foi usada, com um resultado excelente, mostrando mais uma vez que a capacidade em produzir música instrumental de extrema qualidade e ao mesmo tempo com apelo pop, é possível, portanto, não trata-se de um disco de Jazz-Fusion passível de ser admirado apenas por músicos e / ou experts do gênero, mas capaz de agradar a diversas camadas de ouvintes.
Outro trunfo, a extrema versatilidade com que Babalu e sua banda trafegam por estilos diferentes. Ao longo do álbum, ouve-se Jazz; groove de Black Music; pitadas de Blues; ritmos latinos; brasilidade e Rock, tudo junto e misturado, com uma fluidez tamanha que impressiona. E além disso tudo, o bom gosto impera como um todo. Apesar de ser um disco instrumental e haver uma aura "fusion" que permeia o trabalho como uma amálgama, não existe excesso. Todos os solos, não só da guitarra, mas dos outros instrumentos, são feitos com muito critério, usando do bom senso, evitando devaneios em demasia, dessa forma tornando o trabalho bem enxuto.
Outra marca registrada de Tony Babalu como guitarrista e que incorporou-se aos demais, enquanto conceito, nota-se uma delicadeza ímpar nos arranjos, tanto coletivo, quanto nas linhas individuais de cada um. Essa sensibilidade aguçada, que é típica de Tony Babalu ao lidar com sua guitarra Fender Stratocaster, impregnou-se no álbum, e claro que isso valoriza-o, tremendamente.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Transcrição para alunos - Esperanza Spalding - Endangered Species



Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição com explicação da linha de baixo da música "Endangered Species" da cantora e baixista Esperanza Spalding disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Workshop "As funções de cada instrumento numa banda de Rock" - Medusa Trio

Confira um pouco de como foi o workshop "As funções de cada instrumento numa banda de Rock" com o Medusa Trio​ , realizado em 24/07,  no Sesc Santos​ !

Gostaríamos muito de realizar este workshop em todos os lugares possíveis. Que tal na sua cidade?

Então, entrem em contato conosco!

Obrigado pela atenção!

Abraços.

Filmagem e edição: Renata Pereira​








terça-feira, 6 de agosto de 2019

Partimento


SANGUINETTI, Giorgio. The Realization of Partimenti: An Introduction. Journal Of Music Theory, [s.l.], v. 51, n. 1, p.51-83, 1 jan. 2007. Duke University Press. http://dx.doi.org/10.1215/00222909-2008-023.


A partimento is a linear guide for the improvisation of a keyboard piece. Partimenti were developed for the training of composers in the conservatories of Naples during the eighteenth century. They contain all the information needed for the realization of complete pieces of music, and their practice bestowed on practitioners a fluency in composition unparalleled since then. The Neapolitan masters usually recommended different stages of realization, from the simplest (con le sole consonanze) to highly elaborate textures. The rules for the realization of partimenti have survived in many sources, but they cover only the first stage of realization because the tech niques for more advanced realizations were transmitted orally. With the decadence and extinction of the living tradition, the realization of partimenti became a lost art. However, some principles for advanced realization may be inferred from the surviving written realizations, and from the analysis of the partimento in question. Relying on the foundation formed by the rules, and integrating them with these principles, the present article shows some examples of how a present-day musician can create a satisfying realization (SANGUINETTI, 2010, p. 51)

Um partimento é um guia linear para a improvisação de uma peça de teclado. Partimenti foram desenvolvidos para o treinamento de compositores nos conservatórios de Nápoles durante o século XVIII. Eles contêm todas as informações necessárias para a realização de peças completas de música, e sua prática conferiu aos profissionais uma fluência na composição inigualável desde então. Os mestres napolitanos geralmente recomendam diferentes estágios de realização, desde os mais simples (con le sole consonanze) até texturas altamente elaboradas. As regras para a realização dos partimenti sobreviveram em muitas fontes, mas elas cobrem apenas o primeiro estágio de realização, porque as técnicas para realizações mais avançadas foram transmitidas oralmente. Com a decadência e extinção da tradição viva, a realização de partimenti tornou-se uma arte perdida. No entanto, alguns princípios para a realização avançada podem ser inferidos das realizações escritas sobreviventes e da análise do partimento em questão. Baseando-se no fundamento formado pelas regras e integrando-as com esses princípios, o presente artigo mostra alguns exemplos de como um músico atual pode criar uma realização satisfatória.

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Canal de Vídeos no Youtube

Olá pessoal!
Segue um recado para os seguidores do blog.

Já se inscreveram no meu canal do Youtube?
www.youtube.com/femtavares
O canal contém várias playlists para vocês poderem curtir músicas, aulas e muito mais.
Vídeo-Aula - Lições
https://youtu.be/IEQ7fucKPSI
Vídeo-Aula - Repertórios
https://youtu.be/GItYQ8xdS9k
Abraços e bons estudos!

Sugestão de Estudo - Revista Bass Player - Edição 13 - Steve Harris

Olá pessoal!
Estou aqui hoje para falar sobre as matérias de capa da Revista Bass Player Brasil das quais participei na construção e elaboração. Estas matérias eram feitas pensando no melhor desenvolvimento do estudante de contrabaixo, sendo que nelas, eu buscava transmitir informações teóricas e práticas de uma maneira bem leve e que proporcionasse um melhor aprendizado. Estas matérias são acompanhadas de vídeo e se transformam em verdadeiras vídeo-aulas dos assuntos abordados.
Na edição #13 eu fiz uma matéria com 25 exemplos de músicas do Iron Maiden para dissecar toda a técnica e características do baixista Steve Harris. Uma verdadeira aula para quem quer aprender e desvendar todos os segredos deste mestre do contrabaixo.

Vídeo


A edição

Neste link vocês podem visualizar as matérias que saíram nesta edição:

http://bassplayerbrasil.com.br/?area=edicoes&id=38

E neste link você pode adquirir esta edição:

Bons estudos e até a próxima!

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Artigos & Resenhas - Flying Chair / 1º Álbum - Por Luiz Domingues

Olá pessoal!

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o primeiro álbum da banda Flying Chair. Mais uma banda que Luiz nos apresenta e que vale escutar o trabalho com muita atenção.

A matéria original pode ser encontrada neste link.

Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.
http://luiz-domingues.blogspot.com.br/
http://blogdoluizdomingues2.blogspot.com.br/
http://luizdomingues3.blogspot.com.br/

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:
Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz

Flying Chair / 1º Álbum - Por Luiz Domingues


Eis que numa feliz combinação de fatos correlatos, surge no horizonte do Rock Brasileiro mais uma banda com energia para dar e vender, contrastando com a falta de oportunidades absoluta com a qual o gênero vem enfrentando em termos mainstream, há anos. Claro que mais um soldado a reforçar o nosso combalido exército, vem a calhar e ainda mais com essa vontade toda que vem demonstrando. E qual seria a tal combinação citada logo no começo desta resenha ? 
Bem, trata-se do encontro do compositor, cantor & poeta, Ciro Pessoa, com a dupla de guitarristas da ótima banda, “8080”, ou seja, Chico Marques e Claudio “Moco” Costa, que uniram-se em torno de um novo projeto e a toque de caixa, rapidamente lançaram um EP prévio ao final de 2016, e agora, anunciam o lançamento de um CD completo, seu debut oficial discográfico.
Batizada como “Flying Chair”, só por ter em suas fileiras tais componentes, e pelo próprio título da banda, sugerindo lisergia Rocker perdida no tempo e no espaço, já seria um alento para nós que amargamos décadas de obscurantismo no gênero, mas a boa nova é que não fica apenas na esperança, mas tudo confirma-se quando uma audição do álbum mostra-nos uma banda com trabalho forte, mostrando intenso vigor criativo e compromisso com o Rock’n Roll, isso expresso no seu sentido mais amplo, naturalmente.


sexta-feira, 12 de julho de 2019

Videoaula - O estilo de Jack Bruce por Fernando Tavares

Olá pessoal!

Neste mês temos uma coluna com uma das maiores lendas do contrabaixo, Jack Bruce. Nascido como John Symon Asher Bruce em Bishopbriggs, Escócia no dia 14 de maio de 1943 e falecido em Suffolk, 25 de outubro de 2014 ) é considerado uma das maiores influências no universo do contrabaixo.


Fez parte da famosa banda "Cream" junto com Eric Clapton e Ginger Baker, também teve uma sólida carreira solo e tocou com vários artistas famosos como Frank Zappa e John McLaughlin.
Nesta coluna temos uma matéria produzida para a antiga revista Bass Player Brasil, na qual foram passados 10 exemplos das linhas de baixo do grande mestre.

Estas matérias estão disponíveis como material de apoio para os meus alunos de contrabaixo, presencial e/ou on-line.
Informações pelo e-mail femtavares@gmail.com

A matéria escrita está dividida em duas partes no site:

Parte 1

http://www.femtavares.com.br/2019/05/baixista-do-mes-jack-bruce-parte-1.html

Parte 2

http://www.femtavares.com.br/2019/06/baixista-do-mes-jack-bruce-parte-2.html

Abraços e bons estudos!

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Transcrição para alunos - Duran Duran - Hungry like the Wolf



Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição com explicação da linha de baixo da música "Hungry Like the Woulf" da banda Duran Duran disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Transcrição do Mês - Ozzy Osbourne - Mr. Crowley


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Mr. Crowley" da banda Ozzy Osbourne disponível gratuitamente no meu site.

Ozzy Osbourne - Mr. Crowley 



Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 tablaturas/partituras que são usadas como material de apoio nas aulas do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima coluna!

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Técnicas para Contrabaixo - Mini-Curso - Two Hands


Olá Pessoal!

Em anos anteriores eu lancei alguns mini-cursos aqui no site.
Postarei alguns deles aqui para vocês.
Este é o mini-curso com as aulas 9, 10, 11 e 12 sobre a técnica de Two Hands.
Para quem não assistiu as quatro primeiras aulas, elas podem ser encontradas neste link:
http://www.femtavares.com.br/2019/02/tecnicas-para-contrabaixo-mini-curso.html

Aula 09

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2015/09/two-hands-09.html

Aula 10

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2015/10/two-hands-10.html

Aula 11

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2015/11/two-hands-11.html

Aula 12

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2015/12/two-hands-12.html

Estude as colunas com calma e tente fazer na ordem, pois elas possuem uma sequencia que aumenta a dificuldade de forma gradual.

Abraço e bons estudos!

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Artigos & Resenhas - Blind Horse / Patagonia - Por Luiz Domingues


Olá pessoal!

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o álbum "Patagonia" da banda Blind Horse. Mais uma banda que Luiz nos apresenta e que vale escutar o trabalho com muita atenção.

A matéria original pode ser encontrada neste link.

Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:
Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz

Blind Horse / Patagonia - Por Luiz Domingues


Nos tempos atuais em que vivemos, onde a qualidade musical passa ao largo da difusão cultural mainstream, artistas genuínos que prontificam-se a trabalhar mesmo sob condições inóspitas no que tange às oportunidades democráticas (digamos assim), merecem aplausos dobrados. Como se não bastasse a sua arte autêntica, feita com labuta e honestidade (longe dos esquemas arquitetados pelos marqueteiros e seus famigerados lacaios, os “formadores de opinião”), ainda ter que lutar contra uma máquina poderosa atrapalhando-os acintosamente, é mesmo uma luta inglória.
E se está ruim para artistas que militam na música em geral, o que dizer então dos Rockers que são marginalizados por natureza e mesmo quando num breve período da história da música no Brasil, refiro-me aos anos oitenta, o Rock teve uma certa notoriedade na difusão oficial, vamos ser francos, quem beneficiou-se na verdade fora um seleto grupinho de artistas escolhidos pelos marqueteiros de então, e na verdade rezando pela cartilha do Pós Punk em voga, portanto, “Rock” verdadeiramente não era...
Diante de tal panorama, quando vejo artistas lutando bravamente, lançando álbuns e tocando ao vivo da melhor maneira possível, visto que as oportunidades são muitas escassas também no campo das apresentações ao vivo, claro que animo-me e sinto esperança por dias melhores. Ao final de 2015, publiquei em meu Blog 2 uma entrevista com a super promissora banda carioca, “Blind Horse”, repercutindo o lançamento de seu primeiro EP “In the Arms of Road”. Leia ou releia essa entrevista : 


Foto promocional do Blind Horse por ocasião do lançamento de seu excelente LP, "Patagonia"

Recentemente, 2017, os rapazes lançaram seu segundo álbum, denominado “Patagonia” e demonstram o mesmo caldeirão de influências ótimas já mostradas no EP anterior e sim, revelam ainda maior consistência e amadurecimento do trabalho, embora o tempo transcorrido entre uma obra e a outra, seja relativamente curto. Com capa muito bonita e um trabalho de estúdio muito bom, salvaguardando a qualidade do áudio. A maioria das canções é cantada em idiomas estrangeiros (inglês em predominância e uma em castellaño), e apenas uma em português. Naturalmente que os rapazes apostam suas chances maiores no mercado internacional e relembrando tudo o que eu disse nos primeiros parágrafos, realmente não dá para criticá-los por isso. Se o mundo está maltratando a música neste século XXI em curso, imagine no Brasil onde todos os esforços são feitos para valorizar a subcultura e pior ainda, a anticultura de massa...
Portanto, fazer Rock com esse padrão de qualidade e comprometimento com assumidas influências tão boas do passado glorioso do gênero, já faz da obra e da banda, vitoriosas. Mas o disco vai muito além da hombridade artística e realmente destaca-se pela qualidade. Trata-se de seis faixas, o que em princípio caracterizaria um EP com duração mais curta, mas como não existe linearidade na metragem das canções, o disco tem duração longa, no padrão dos velhos LP’s. Sobre as faixas, muitos são seus atrativos.

“Patagonia”



Na faixa de abertura, por exemplo, “Patagonia”, canção título do álbum, observa-se uma densidade sonora muito grande. Canção com quase 16 minutos de duração, mostra-se pesada, com troca de ritmos em seu decorrer, apresentando desdobradas, inclusive. Sua linha melódica primordial lembrou-me o estilo do Ronnie James Dio, com uma carga interpretativa dramática. E muitos solos inspirados de guitarra, além de um solo de sintetizador Mini Moog com timbre ultra setentista e remetendo aos melhores discos da carreira solo do tecladista britânico, Rick Wakeman (referindo-me aos seus álbuns onde foi menos sinfônico e mais Prog Rock tradicional, tais como “The Six Wives of Henry VIII”; “No Earthly Connection” e “Criminal Record”, por exemplo). Há de destacar-se igualmente a presença de um órgão Hammond com uso de Caixa Leslie rápida, muito bacana. Partes distintas propondo mudanças bruscas ficaram muito interessantes, inclusive com o uso de looping contínuo em alguns trechos, um recurso bem setentista e claro, muito salutar. Sobre influências, é o tal negócio, minha orientação pessoal é totalmente 1960 / 1970, portanto eu tendo a ouvir música fazendo associações com múltiplos artistas que conheço e aprecio, cuja época de atuação centrou-se nessas duas décadas citadas. Sei de antemão que a base primordial dos componentes do Blind Horse também é essa, mas existe igualmente conexão com sonoridades mais contemporâneas da parte deles e das quais eu nem consigo detectar, mas deduzo que existam. Por exemplo, nessa faixa, ouvindo suas múltiplas passagens, além do Ronnie James Dio já citado (e acredite, Dio para o meu conceito é “modernoso” e sua verve metálica, incomoda-me...), pensei em bandas de searas diferentes, como : “Camel”; “Beggar’s Opera”; “Caravan” e até o “Curved Air”. Em partes mais lentas, a lembrança do “Nektar” também ocorreu-me, mas como já disse, sei que os rapazes também tem suas influências modernas, portanto, não descarto que suas inspirações versem nesses termos. Ao final, uma improvável incursão ao Funk-Rock levou-me direto à lembrança da “James Gang”, com o grande Joe Walsh swingando para valer na sua guitarra.

“Stun Bomb Blues”



Na faixa seguinte, é inevitável haver uma constatação em relação à primeira. Após uma faixa longa, com densidade e intensidade , temos em “Stun Bomb Blues”, uma antítese. Trata-se de uma faixa curta, uma vinheta praticamente, e mais inusitado ainda, uma performance solo do vocalista, “a cappela”, com a voz bem processada no áudio. E mostrando força interpretativa, parecendo quase um monólogo e ator dramático. Muito interessante.

“Rock’n Roll Me”



Chega a terceira faixa, “Rock’n Roll Me”, com uma dose setentista fortíssima. Lembrou-me o som vigoroso do "Thin Lizzy", misturando influências diferentes e até díspares, tais como o “Cactus”, principalmente em se considerando a linha melódica primordial da canção. Uma parte com acentos fortes chamou-me a atenção, por um detalhe que tende a passar despercebido, mas eu achei muito bonito. Ao acentuar junto, na campana do seu prato Ride, o baterista foi muito criativo e feliz pelo timbre extraído.

“Noite Estranha”



A faixa seguinte, “Noite Estranha”, é a única cantada em português e começa de uma maneira bastante instigante, ao evocar o cinema nacional marginal, Rogério Sganzerla na veia, graças a uma locução extraída de seu filme, “O Bandido da Luz Vermelha”. Ouvir um diálogo de 1968, travado entre os personagens protagonizados pelos atores Helena Ignes e Paulo Villaça já chamaria a atenção por si só, mas o fato é que a música é muito boa, lembrando bastante o trabalho do "Deep Purple" em seus melhores dias, com riffs fortes, tendo a atuação da guitarra pontuando com notas isoladas e não necessariamente com acordes, uma marca registrada do Ritchie Blackmore, realçando a ideia do Purple como influência, e reforçando, o órgão Hammond atua bastante, igualmente e com Jon Lord no pedaço, o púrpura profundo acentuou-se.

“Soul Locomotive”



A quinta faixa, chama-se “Soul Locomotive” e aí o blues chegou, que beleza...
Recentemente (2017), um guitarrista desses virtuoses do mundo do Heavy-Metal declarou que ao perder o elo com o Blues, o “Metal” degringolou. Eu já penso bem diferente e acho que o metal (com o perdão aos amantes desse gênero e dos quais tenho muitos amigos), pouco tem a ver com o Rock e na verdade, esse rompimento de elo já começou décadas atrás com ele mesmo e o Punk Rock. Mas a declaração desse músico norte-americano, tem um fundo de verdade, no sentido de que todo o sentido do Rock está no Blues e quanto mais distanciamo-nos de sua raiz, mais vamos maltratando o Rock ou arremedo de Rock, como temos visto nos dias atuais.
Mas o Blind Horse, valentemente encara essa missão e vai buscar ali no trilho do trem, nas estações ferroviárias cantadas em verso e prosa pelos velhos bluesman do passado, essa verdade, e claro que isso emociona. Não é exatamente uma pegada de blues clássico, os rapazes incorporam modernidades, mas em nada desabona o resultado final que é muito bom. De início, um riff pontuando uma escala que chega a lembrar melodias nipônicas, dá um toque inusitado, até. Mas isso é rápido e o que predomina é a intenção calcada no Blues-Rock. Uma desdobrada muito bonita, recordou-me o som do guitarrista Robin Trower em seus discos solo, com longas intervenções baseadas no "Slow Blues", porém com pegada "Hendrixiana". Gostei novamente das intervenções do órgão Hammond e a voz com efeito de eco distante. O uso de vibrato e outros efeitos em intervenções pontuais de guitarras sobrepostas, também agradou-me, certamente. Uma segunda desdobrada na música com um solo muito inspirado, lembrou-me a veia Bluesy do "Pink Floyd", quando a banda flutuava para David Gilmour fazer a sua Fender Stratocaster chorar, e o Blind Horse conseguiu tal resultado semelhante, não tenho dúvida.
E ao final, uma intervenção de áudio traz um cântico muito bonito, evocando o Blues remoto da raiz mais profunda, aquele autêntico coro dos escravos nos campos de algodão, transmutando sua dor e humilhação em arte in natura, e muito bela, apesar de melancólica.

“Los Heraldos Negros”



Mais uma surpresa ao final, o disco encerra-se com outra faixa curta (“Los Heraldos Negros”), destoando das longas digressões das faixas de maior duração. É impossível não pensar-se no “The Doors” como inspiração, pois a banda faz uma base contínua, mezzo blues / mezzo psicodélica (o órgão com timbre de Farfisa ou Vox, traz o elemento psicodélico, sem dúvida), enquanto um poema declamado quase de forma monocórdica, é puro Jim Morrison. A letra em castellaño é oriunda de um poema de autoria de César Vallejo, autor peruano, sendo um dos mais importantes poetas latino-americanos do século XX, e certamente que ao musicar tal poema com esse quilate, o Blind Horse lembrou-me a contundência de artistas da seara do “Folk Protest Song”, latinoamericano, como Mercedes Sosa e Violeta Parra. Tal poema é também título de um livro de César Vallejo, lançado em 1919, portanto, mais um ponto muito positivo do Blind Horse para esse disco, ao trazer uma obra poética da mais alta relevância. E tudo a ver com a expressão do sofrimento nos campos de algodão, não resta dúvida de que existe uma conexão sutil nesse texto do poeta peruano. Muito interessante trazer essa peça tão diferente do bojo do álbum, para justamente encerrá-lo, fugindo do esperado.

Sobre a performance individual dos componentes, só elogios. São músicos de alto gabarito, criativos e muito técnicos. Isso reflete-se também na produção do áudio do disco, privilegiando os timbres vintage, compatíveis e imprescindíveis eu diria, em se considerando as ótimas influências que eles carregam na sua formação pessoal.
Portanto, no cômputo geral, eis aí uma banda que confirma as ótimas expectativas geradas quando do lançamento de seu primeiro EP e indo além, avança, mostrando desenvolvimento nítido.

Gravado e lançado em 2017. Produzido por Sergio Filho no Mitinga Studio, na cidade de Barra de São João / RJ. 

Formação do Blind Horse nesse álbum :
Alejandro Sainz : voz, violão e gaita 
Rodrigo Blasquez: guitarra e backing vocals. 
Eddie Asheton: baixo e backing vocals. 
Maicon Martins: bateria 

Músico convidado:  Ronaldo Rodrigues : teclados
Capa : criação e lay out final : Alejandro Sainz
Foto da capa: Eliseo Miciu

Uma versão do álbum na íntegra, não do canal oficial da banda, mas certamente com sua aprovação.


Contatos com a banda :
Site oficial :

Página do Facebook :

Canal do You Tube :

Bandcamp :

É isso pessoal!
Espero que vocês curtam o som desta incrível banda indicada e resenhada pelo meu amigo Luiz Domingues. 
Abraços e até a próxima coluna!