terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Técnicas para Contrabaixo - Slap - Aula 02


Olá pessoal!

Nesta semana temos a aula 2 da coluna de Slap, acrescentando agora a técnica de Pop ou Plucked.

Pop ou Plucked


É a puxada com um dos dedos da mão direita, o mais comum é o indicador, mas alguns baixistas utilizam todos os dedos.

Exercício 1


Neste primeiro exercício temos o Pop em cada corda tocado em semínima, para os mais avançados o exercício pode ser feito utilizando o Thumb na corda Mi, o Pop com o indicador na Lá, o Pop com o médio na corda Ré e o Pop com o anelar na corda Sol.



Exercício 2


Agora alterne o Thumb e o Pop em cada corda tocando em colcheias.


Exercício 3


Toque a fundamental e oitava de cada acorde da sequência a seguir utilizando o Thumb e o Pop em semínimas.




Exercício 4


Toque a fundamental e a oitava de cada acorde da sequência a seguir com o Thumb e o Pop em colcheias.


Esta sequência pode ser praticada em cima da música “Allright” do Jamiroquai, apesar da harmonia ser um pouco diferente as fundamentais tocadas são iguais.

Vídeo-Aula

Aqui segue o link da vídeo-aula desta coluna!




É isso aí pessoal!

Abraços e até a próxima coluna!

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Baixista do Mês - James Jamerson


Olá pessoal!

Neste mês temos uma coluna sobre o baixista James Jamerson.

Nome: James Lee Jamerson



Nascimento: 29 de janeiro de 1936 em Edisto Island, South Carolina , EUA
 

Bandas: Baixista sem créditos na maioria dos hits nos anos 1960 e início dos anos 1970 da gravadora Motown (a Motown não listava os créditos para os músico em seus lançamentos até 1971)
 

Discografia: Temptations, 4 Tops, Marvin Gaye, The Miracles, The Marvelettes, Stevie Wonder, Martha & The Vandellas, Isley Brothers, Diana/Supremes, etc.
 

Vídeo Link:


Website: http://bassland.net/jamerson.html

Abraços e até a próxima coluna!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Artigos & Resenhas - Ivo Rodrigues / CD O Velho Homem do Folk - Por Luiz Domingues


Olá pessoal! 

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o álbum "O Velho Homem do Folk" do compositor Ivo Rodrigues.  Esse álbum foi gravado e engavetado inicialmente e infelizmente só foi lançado algum tempo após a morte do artista, graças aos esforços de seu filho e esposa que lutaram bravamente para lançá-lo. Além do mais, trata-se de um belo trabalho, com o Ivo a desenvolver o seu lado mais Folk como compositor, como sugere o título do disco, certamente.

A matéria original pode ser encontrada neste link.


Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:

Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

Ivo Rodrigues / CD O Velho Homem do Folk - Por Luiz Domingues


É a primeira que vez que elaboro uma resenha póstuma e não posso deixar de registrar que ao ouvir o trabalho em questão, fiquei dividido entre a tristeza e a alegria. Parece bem óbvio o que quero exprimir, mas acho conveniente deixar bem claro para não dar margem alguma à interpretação errônea do leitor. É o seguinte: alegre por ouvir um trabalho ótimo que mostra-se consistente enquanto peça artística; bem gravado, executado; arranjado e com muita expressividade. Todavia, triste por ter que constatar que trata-se de um trabalho póstumo da parte de um artista de primeira linha que deixou-nos há muitos anos atrás e não há sentimento de resignação que suplante a ideia de que ele nos faz falta, e o ideal seria que estivesse entre nós, atuando e criando sem parar.

Falo sobre Ivo Rodrigues, um artista com muitos atributos, tendo sido um cantor com incrível poder de interpretação e qualidade na voz, mas também um ótimo instrumentista e sobretudo, um compositor de mão cheia. Ivo é um dos principais nomes do Blues e do Rock paranaense, de todos os tempos, tendo feito história em duas bandas seminais daquele pujante estado sulista, e que estão na história do Rock Brasileiro : “A Chave” e “Blindagem”.  Com A Chave, foi um desbravador ao lado de seus valorosos e talentosos companheiros de jornada, com um curriculum construído numa época onde as dificuldades eram enormes. Falo dos anos setenta, onde o Rock não era reconhecido na grande mídia e tendo como agravante a ditadura em voga no país, nada simpática aos "cabeludos em geral", digamos assim, acrescentando o fato de ser uma banda fora do Eixo Rio-São Paulo, portanto, com menos oportunidades ainda. Mesmo assim, A Chave fez muito em sua carreira, colocando-se  com méritos no panteão do Rock Brasileiro, onde deixou seu legado inquestionável. Tenho uma lembrança pessoal muito boa, por ter visto a banda ao vivo uma vez, no Teatro Bandeirantes de São Paulo, no hoje longínquo ano de 1977, e apesar da distância temporal elástica, minha recordação da Chave é muito querida no sentido de ter reconhecido naquele palco, uma banda vigorosa da escola do Blues-Rock e que em nada ficava devendo a bandas similares de origem norteamericana ou europeia, em geral. Ivo Rodrigues impressionava por seu vozeirão, ao centro do palco e seus colegas eram igualmente ótimos, caso dos grandes, Carlos Gaertner no baixo; Orlando Azevedo na bateria e Paulo Teixeira na guitarra. Já na década de oitenta, Ivo Rodrigues foi fazer parte de uma outra banda paranaense de muita categoria. Integrando o “Blindagem”, mantinha a velha pegada Blues-Rock, mas essa banda teve mais chances, por estar numa época onde a mídia deu abertura ao Rock e na vácuo de artistas que chegaram ao estrelato mainstream, escreveu uma história tão forte quanto A Chave, artisticamente falando, porém, com maior alcance ante as circunstâncias externas mais favoráveis.


E mais uma lembrança boa, de cunho pessoal, quando eu fui componente oficial da Patrulha do Espaço entre 1999 e 2004, tive o prazer de tocar ao vivo, uma música e até gravado-a (versão ao vivo extraída de um show realizado em 2004, mas está no CD coletânea : “Aventuras Rockeiras no Século XXI”, lançado em 2016), de autoria do Ivo em parceria com seus companheiros d'A Chave, que a Patrulha gravou e incorporou ao seu repertório (“Vampiros”). O Rolando Castello Junior, baterista e único remanescente original desde a fundação da Patrulha, sempre citava o Ivo com muito carinho, enaltecendo suas qualidades artísticas, mas igualmente falando bem dele. Não o conheci pessoalmente, mas baseado nesses depoimentos do Rolando, formulei a melhor imagem possível de sua pessoa. Segundo o Rolando (e eu acredito nisso, mesmo porque a obra artística deixada por Ivo confirma tal preceito), ele era um Rocker genuíno, “um dos nossos”, na acepção do termo. Mas eis que a finitude humana o chamou muito mais cedo que esperaríamos e assim, Ivo Rodrigues deixou-nos muito precocemente em 2010, abrindo uma lacuna irreversível, digo com pesar.

Já em plena época de amizades construídas através das redes sociais da Internet, fiquei amigo da viúva de Ivo, Suka Rodrigues, que falou-me muitas coisas sobre a obra de Ivo e o legado todo, sobre a sua atuação com “A Chave” e “Blindagem”, a parceria com o poeta Paulo Leminski e sua própria parceria com ele, visto que Suka também é uma poetisa. Como se não bastasse, um dos filhos do casal (Ivan Rodrigues), é um grande músico nos dias atuais e envolvido igualmente na produção musical. Para incrementar ainda mais, estreitei amizade com o excepcional baixista, Carlão Gaertner, que foi companheiro de Ivo, n’A Chave. Aliás, tive um grande prazer em entrevistá-lo no meu Blog 2, onde ele fez um relato impressionante sobre a sua trajetória na música, e claro, quando cita a sua passagem pela “A Chave”, mencionou Ivo Rodrigues muitas vezes, e eu convido o leitor a procurar tal relato impressionante, uma verdadeira aula sobre a história do Rock e do Blues do Paraná, mediante o link abaixo :


Bem, eis que em 2017, esforços foram empreendidos e um álbum com material inédito do grande Ivo Rodrigues é anunciado e minha amiga Suka Rodrigues, enviou-me gentilmente uma cópia para a minha apreciação. Logo que mirei a capa e vi a foto em close-up de Ivo a cantar diante de um microfone, já senti a força do intérprete sensacional que ele foi em vida (foto aliás, do Ivo atuando com A Chave ao vivo, em 1975). Bastava colocar o CD no aparelho de som para constatar o que já era presumível, ou seja, trata-se de uma bela coleção de canções de sua autoria (nem todas, tem uma do compositor italiano, Vasco Rossi), sendo a maioria só dele, e algumas com parcerias. O nome do disco é o mesmo de uma canção do álbum, e revela uma verdade implícita : “O Velho Homem do Folk”. É isso mesmo, Ivo era Rocker e bluesman por natureza, mas esse lado “Folk” também caía-lhe bem enquanto compositor e cronista do cotidiano. Tal trabalho foi gravado em algum momento do primeiro semestre de 2009, num estúdio caseiro, segundo consta na ficha técnica do álbum, mas apresenta um áudio muito bom em minha avaliação, dignificando a memória de Ivo e sendo portanto um item vital na coleção de quem o admirava pela sua atuação nas bandas em que foi componente. Trata-se de nove canções muito interessantes, trazendo um alento aos seus fãs, carentes desde que deixou-nos.


Logo na primeira canção, homônima ao título do disco, matamos a saudade do velho Ivo, ouvindo sua voz potente, com aquela verdade implícita na sua maneira de interpretar. Sim, o “O Velho Homem do Folk” vive em sua poesia imortal. Senti um verdadeiro híbrido, no ótimo sentido da palavra, entre o Folk americano e o Folk sulista do Brasil e na prática, mesmo não sendo um musicólogo a prestar um parecer técnico bem embasado, tenho em mente que a música Folk é igual em qualquer lugar do planeta, em sua essência e o que muda são as nuances étnico / culturais de cada região / nação. Gostei muito dessa canção com arranjo simples, porém muito feliz no uso de violões, banjo, baixo e bateria. Tem também uma boa intervenção de gaita e a voz do Ivo está muito límpida no tratamento de áudio dessa produção, usando o mínimo de processamento, e assim privilegiando seu timbre e emissão natural. Ivo canta :

"Quanta saudade vou deixando
sonhos de infância, rancho e banjo
...pra saber que a resposta vem com o vento
pra saber que a resposta vem como vento".

“Inspiração” (em parceria com Luiz Rettamozo), é uma faixa deliciosa. Lembrou-me o trabalho da banda gaúcha, "Almôndegas", nos anos setenta. Aquele sentido do Folk-Rock que é raro, para não dizer inexistente nos dias atuais, infelizmente. Muito bom o passeio de slide-guitar. Nada mais silvestre e de fato, inspirador.  

“Vento”, a terceira faixa, traz um bom arranjo de piano em perfeita sincronia com os violões. Apreciei os backing vocals, muito pertinentes. Ivo investe na delicadeza poética :

"Vento, ouço você chamar
Folhas caem dos teus olhos"...

“Diga-me Onde Mora”, a faixa seguinte, é um Country-Rock muito bom. Gostei bastante dos vocais, condução da boa "cozinha" (baixo e bateria), e mais uma intervenção criativa do slide-guitar. Senti-me ouvindo um bom disco dos "Byrds"; "Quicksilver Messenger"; "Flying Burrito", enfim, essas e outras tantas bandas norteamericanas sessentistas boas, que praticavam essa seara rural do Rock.

“Típicos” (em parceria com Raymundo Rolim), é um Blues, ao estilo “slow”, belíssimo. Gostei de tudo nessa faixa, a começar pelo órgão com pegada Hammond; guitarras, e mais uma condução perfeita de baixo & bateria. Ivo arrebenta com seu vozeirão. A letra é forte, a investir na crítica ao comportamento humano em sociedade, mas com elegância, sem nenhuma apelação, o que é notável, visto que tem muito artista que deseja enveredar por tal tipo de denúncia sócio-comportamental, mas apela para grosserias que beiram a raiva recôndita, através dos seus recalques pessoais etc. Não foi o caso dessa letra, que tratou tal questão com maior classe. Eis um exemplo :

"Que essa gente maltratada pela vida
é tão jovem e tem suficiente idade pra morrer de tédio pelas ruas da cidade
sem direito ao sorriso ou ao juízo"...

A próxima canção, “Comigo não tem Vacilo”, é a mais balançada do álbum. Tem muito do R’n’B e da Soul Music e também agradou-me bastante os belos desenhos melódicos executados pelo violão.

“Voyeur Amigo” é uma parceria com sua esposa, Suka. É um reggae em linhas gerais pelo arranjo com as típicas acentuações em contratempo, mas é ao mesmo tempo pop com vocação radiofônica. E no texto, tem um teor erótico, como sugere seu título, mas com bom gosto, sem passar do ponto.

A penúltima música chama-se “Vivendo por Dois”. É um blues em tese, mas tem nuances do R’n’B e do Rock’n Roll cinquentistas, ao longo do seu desenrolar. Gostei bastante do piano e do belo solo de guitarra, com timbre limpo, provavelmente advindo de uma Fender Stratocaster, pelo seus estalos de harmônicos bem agudos, coisa bela, por sinal.

O disco encerra-se com “Vida Gozada”, numa versão bem "Classic" Folk, mesmo, com voz e violão, apenas. Trata-se de uma versão da música “Vita Spericolata”, do excelente compositor italiano, Vasco Rossi, que a Blindagem já havia gravado em disco de estúdio e também apresentada posteriormente numa versão grandiloquente, com apoio de uma orquestra sinfônica, ao vivo e com Ivo Rodrigues numa interpretação de arrepiar. Aqui, apesar desta versão ser bem mais comedida no seu arranjo, a interpretação é também, belíssima. É o tipo de faixa que não dá para ouvir e simplesmente desligar o CD Player, mas que pede mais uma nova audição, pelo menos.

Sintetizando, “O Velho Homem do Folk” é muito mais que uma bela homenagem ao saudoso Ivo Rodrigues, mas um sopro de vida, revelando-se um verdadeiro presente que ele oferece-nos, tantos anos depois de sua partida. Ouvindo-o, fica a certeza de que Ivo Rodrigues vive e continua sendo um artista que tem o que dizer e muito bem dito.

A capa do álbum é sóbria e o encarte segue o mesmo padrão. A foto de Ivo cantando ao vivo, parece ser dos anos setenta, no tempo em que atuava n’A Chave. O uso de uma matiz de verde musgo profundo, mesclou-se à foto em preto e branco de forma magnífica. Remeteu-me ao campo, às raízes camponesas, portanto tudo a ver com o conceito do menestrel “folk”.


Gravado em estúdio caseiro - 1º semestre de 2009 
Direção musical a cargo de Ivo Rodrigues e Neto Nonino
Técnico de gravação e pré-mixagem : Neto Nonino
Mixagem : Neto Nonino; Charlie e Claudio Thompson
Mixagem final : Neto Nonino e Ivo Rodrigues
Mixagem da música “Vida Gozada” : Alberto Rodriguez Ovelar 
Masterização : Virgílio Milléo 
Foto : Nelida Kurtz Retamozo
Projeto gráfico : Bruno Pianaro Souto
Produção Geral : Rafael Martins e Ivan Rodrigues
Prefácio do encarte : Sandro Moser.

Selo independente, com apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba / Fundação Cultural de Curitiba

Ouça o álbum na íntegra, no Spotify :


Ivo Rodrigues : Voz & violão

Músicos convidados :
Neto Nonino : Violão / banjo / guitarra
Rodrigo Panzone : Baixo / teclados
Vander Ferreira : Bateria
Bene Chireia : Gaita
Paulo Teixeira : Guitarra
Charlie Thompson : Violão / guitarra / teclados
Claudio Thompson : Percussão
Christopher Michael : Teclados
Gerson Marçal : Baixo

Agradeço a Suka Rodrigues pelo envio de uma cópia do álbum

Ivo Rodrigues no Wikipedia

É isso aí!
Espero que gostem desta resenha e o principal, conheçam o sensacional som deste queridíssimo e saudoso artista.
Abraços e até a próxima!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Transcrição para Alunos - Red Hot Chili Peppers - Californication


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de baixo da música "Californication" da banda Red Hot Chili Peppers com o baixista Flea disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com


Abraços e até a próxima matéria!

Transcrição - Cássia Eller - Malandragem


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Malandragem" da cantora Cássia Eller com o baixista Fernando Nunes disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Harmonia Aplicada ao Contrabaixo - Aula 05



Olá pessoal!

No site e no meu canal oficial do Youtube, tem disponibilizado gratuitamente um curso de harmonia com texto e uma videoaula sobre o assunto passado.

O texto da quinta aula está neste link:


O vídeo está neste link:


Inscreva-se no canal do youtube:

Acompanhe todas as aulas que tenho lançadas por lá.

Abraços e bons estudos!

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Playlists no canal do Youtube


Olá pessoal!

No meu canal do Youtube tem algumas playlists organizadas para aqueles que querem conhecer melhor o meu trabalho.

Vídeo - Aulas - Lições



Vídeo - Aulas - Repertórios



Bandas



Abraços e bons estudos!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Matéria Glenn Hughes - Revista Bass Player Brasil


Olá pessoal!

Estou aqui hoje para falar sobre as matérias de capa da Revista Bass Player Brasil das quais participei na construção e elaboração. Estas matérias eram feitas pensando no melhor desenvolvimento do estudante de contrabaixo, sendo que nelas, eu buscava transmitir informações teóricas e práticas de uma maneira bem leve e que proporcionasse um melhor aprendizado. Estas matérias são acompanhadas de vídeo e se transformam em verdadeiras videoaulas dos assuntos abordados.

Matéria de capa com vídeo que fiz para a edição 39 da antiga revista Bass Player Brasil.


Nesta matéria de capa eu falei sobre o estilo do baixista Glenn Hughes. São diversos exemplos explorando a parte técnica, harmônica e rítmica desta lenda do contrabaixo elétrico.

Vídeos




Abraços e até a próxima coluna!

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Transcrição do Mês - Metallica - Enter Sandman


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Enter Sandman" da banda Metallica disponível gratuitamente no meu site.

Metallica - Enter Sandman

 Link para Transcrição Completa - Clique aqui


Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 tablaturas/partituras que são usadas como material de apoio nas aulas do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima coluna!

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Técnicas para contrabaixo - Slap - Aula 01


Olá pessoal!

Nesta semana temos a primeira matéria sobre a técnica de Slap, esta aula é acompanhada de uma videoaula com explicação e demonstração dos exercícios.

A técnica de Slap consiste basicamente na execução dos movimentos de Thumb (batida com o polegar da mão direita), Pop ou Pluck (puxada com um dos dedos da mão direita, sendo a puxada com o dedo indicador a mais comum).
Nesta primeira aula temos a técnica de thumb demonstrada em quatro exercícios.

Thumb


É a batida do polegar na corda do baixo, procure bater com o lado de fora do dedo, existem maneiras diferentes de bater com o polegar na corda, tente achar a que se adapta melhor ao seu estilo, eu tenho como referência três baixistas para pensar esta batida. O primeiro é o Flea, a batida dele é muito útil para aqueles que tocam com o contrabaixo bem embaixo, o segundo é o Marcus Miller, com a batida mais de frente e o terceiro é o Victor Wooten que bate e repousa o dedo na corda de baixo.

Exercício 1


Toque cada corda do baixo com o thumb em semínimas.


Exercício 2


Toque cada corda em colcheia.


Exercício 3


Toque as tônicas de cada acorde da sequencia a seguir com o thumb em semínimas.


Exercício 4


Toque as tônicas de cada acorde da sequencia a seguir com o thumb em colcheias.


Esta sequencia pode ser praticada em cima da música “Allright” do Jamiroquai, apesar de a harmonia ser um pouco diferente as tônicas tocadas são iguais.

Vídeo



É isso aí pessoal!

Abraços e até a próxima coluna!

sábado, 18 de janeiro de 2020

Sugestão do Mês - Marcus Miller - M2



Olá pessoal!
Neste mês temos o álbum M2 do genial baixista Marcus Miller como sugestão do mês.


Marcus Miller é conhecido pelo seu virtuosismo e bom gosto ao tocar contrabaixo, o músico domina completamente a técnica de Slap e participou como sideman de trabalhos de diversos artistas renomados.
Seu álbum mais influente foi lançado em 2001 e se chama “M2”, sendo os destaques as músicas Power, Goodbye Pork Pie Hat e Red Baron.


Faixas


1 - Power – Miller 4:37
2 - Lonnie's Lament – Coltrane 5:39
3 - Boomerang - Miller     5:49
4 - Nikki's Groove – Miller 3:28
5 - Goodbye Pork Pie Hat – Mingus 3:34
6 - Ozell (Interlude 1) – Miller 0:48
7 - Burning Down the House - Byrne, Frantz, Harrison, Weymouth 6:54
8 - It's Me Again – Miller 6:05
9 - Cousin John     - Miller  4:42
10 - Ozell (Interlude 2) – Miller     0:39
11 - 3 Deuces – Miller 5:51
12 - Red Baron - Cobham 6:38
13 - Ozell (Interlude 3) – Miller     1:01
14 - Your Amazing Grace – Miller 7:43

Músicos


Marcus Miller - Baixo, Programação Bateria, Sintetizador, Voz
Poogie Bell - Bateria
Hiram Bullock - Guitarra
Mino Cinelu - Percussão
Vinnie Colaiuta - Bateria
Joel Derouin - Violino
Larry Corbett - Cello
Djavan     Scat - Voz
Matt Funes - Viola
Kenny Garrett - Sax (Alto)
Herbie Hancock - Piano
Paul Jackson, Jr. - Violão
Chaka Khan - Voz
Hubert Laws - Flauta
Branford Marsalis - Sax (Soprano)
Maceo Parker -     Sax (Alto)
Raphael Saadiq - Voz
Wayne Shorter - Sax (Soprano)
Leroy Taylor – Baixo Sintetizado
Fred Wesley - Trombone
Lenny White – Percussão, Baixo Sintetizado
Bernard Wright - Orgão


A ideia desta coluna é que vocês tenham a disposição informações sobre grandes álbuns de música, obviamente os álbuns escolhidos aqui, fazem parte da minha formação musical e são apenas sugestões para audição.

Abraços e até a próxima coluna!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Artigos & Resenhas - Os Subterrâneos / EP Subterrâneos - Por Luiz Domingues


Olá pessoal! 

Nesta semana temos mais uma coluna Artigos & Resenhas do nosso amigo Luiz Domingues. A nossa ideia com esta coluna é sempre deixar em evidência trabalhos de bandas autorais que estão fora do mainstream. Leiam o texto do Luiz, mas não deixem de fazer o mais importante que é curtir o som da banda apresentada aqui. 
Dessa vez o sensacional Luiz nos fala sobre o EP "Subterrâneos" da banda Os Subterrâneos.

A matéria original pode ser encontrada neste link.

Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:

Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:


Os Subterrâneos / EP Subterrâneos - Por Luiz Domingues


É inacreditável, eu sei, mas em pleno 2017, com quase todo mundo a destilar lamúrias pelas redes sociais, em tom de crítica pela anti música que ocupa o mainstream (e na contrapartida não haver espaço algum para artistas do underground), nos confins da zona leste de São Paulo, uma turma jovem, ultra dinâmica e entusiasmada, vai nadando contra a maré do baixo astral generalizado e alheia ao “mimimi” dos perdedores (e por quê não, dos perdidos, também...), está a produzir uma música profundamente influenciada pelos anos 1960, resgatando inúmeros aspectos revolucionários daquela década memorável. É uma turma boa que produz shows; festivais, não quer nem saber de crise e sem “frescuras”, produz seu agito contracultural onde houver espaço, e nem importa-se se não tem infraestrutura adequada, por que se não houver, eles mobilizam-se e fazem acontecer. Só por tal mentalidade, já merecem todo o enaltecimento, mas não fica só nessa boa vontade extrema, pois trata-se de um celeiro de artistas talentosos, que tem o que dizer, portanto, agregue-se tal valor. E entre esses rapazes obstinados, muitos tem duas, três ou mais bandas mantidas em simultaneidade, e todos os amigos dessa fraternidade interagem, nem que seja em participações uns nos discos dos outros.

Hoje, quero tratar de mais uma banda dessa cena (já abordei o Capitão Bourbon, anteriormente), chamada “Os Subterrâneos”. Banda profundamente influenciada por bandas de garagem dos anos sessenta, não necessariamente famosas e daí, realça-se a extrema originalidade dessa banda em buscar sonoridades perdidas no tempo e no espaço, sendo que em realidade, tal estética jamais poderia ter sido obscurecida, nem mesmo pela ação do tempo. Contudo, muita coisa aconteceu na história do Rock e até o vilipêndio usado como arma / ação de marketing, tratou de obscurecer tal corrente histórica e agora, uma banda como Os Subterrâneos está fazendo o trabalho arqueológico e ao mesmo tempo mágico em reatar o fio da meada perdido, ou seja, o “religare” no Rock, um fato que Rockers genuínos aos quais incluo-me, sonham em ver acontecer, há décadas.


Os Subterrâneos tem em sua formação como quarteto, os seguintes membros : Eduardo Osmedio (Guitarra / Voz); Ronnie Pedroso (Órgão / Gaita / Guitarra e Voz); Guilherme Torquato (Baixo) e Rogério Antônio (Bateria e Voz). Seu EP, chamado “Subterrâneos”, foi lançado em 2017, contendo quatro faixas. A sonoridade da banda, em termos de áudio, soa bastante rústica, parecendo de fato um bootleg concebido em poucos canais, sob a égide do mundo antigo das gravações (leia-se analógico), e isso é sensacional enquanto fidedignidade às influências que eles seguem, com dedicação. Até a foto da banda na capa do álbum, com os rapazes trajados como se estivessem em 1966, em meio ao “fog” de Londres, é incrível. E fica ainda mais interessante se levarmos em conta que são paulistanos da zona leste e que estão fazendo isso em 2017...

Sobre as quatro faixas, ouvi-las no headphone é um mergulho direto aos “sixties”, uma viagem no Túnel do Tempo, quiçá na companhia de Anthony Newman e Douglas Phillips, absorto em cambalhotas num Kaleidoscópio psicodélico e muito louco.


A primeira faixa, “Ruas de Soweto”, tem um som de órgão hipnótico. É aquele timbre agudo e maravilhoso desses teclados tipicamente sessentistas como os órgãos Voz e Farfisa, inigualáveis pela suas respectivas características no tocante aos timbres. Gostei muito dos backing vocals ao fundo, quase sombrios, repetindo frases proferidas pela voz principal e lembrando muito diversos artistas egressos da Jovem Guarda e estes por sua vez, que beberam forte no Pop francês e italiano, principalmente, naquela década.  Muito boa uma parte desdobrada em compasso 3/4, insinuando uma valsa lisérgica. Gostei também do solo de guitarra e o timbre do baixo, quase sem sustain, com aquele timbre anasalado, também muito usado naquela época.

“Borboleta Branca” é a segunda canção e apresenta-se com forte orientação do Acid Rock sessentista. Nessa faixa, um músico convidado tocou guitarra, Jun Santos. A letra investe forte na loucura psicodélica, buscando imagens surreais. Eis um trecho :

"Era uma borboleta voando mais branca que a neve
sobrevoava o jardim colorido a procura das tulipas negras"...

A terceira faixa, “Dia Lindo”, tem em sua parte inicial uma divisão rítmica fragmentada, sob compasso 2/4, muito interessante. Convenções duras ocorrem em diversos trechos trazendo um peso incrível. Tem muito do som da pouco conhecida banda sessentista americana, “The Music Machine” (aliás, uma influência confessa dos rapazes). Gostei do solo de guitarra executado pelo artista convidado, Uly Nogueira, outro músico com forte participação nessa cena, tocando em várias bandas irmãs e também produzindo e ofertando apoio como ilustrador de capas de discos e cartazes de shows a evocar a psicodelia sessentista, sendo um talento impressionante. E não obstante ser um baterista ótimo em outras bandas, aqui contribuiu com um belo solo de guitarra ao pisar no “Fuzz”, sem parcimônia.

“Jardim Psicodélico” fecha o EP e não pude deixar de enxergar o “Iron Butterfly” a flutuar fortemente como influência ótima para os rapazes. Trata-se de uma viagem psicodélica, uma autêntica good trip. Ouvir essa faixa de olhos fechados pode levá-lo diretamente aos bastidores do Auditório Fillmore West, em algum momento de 1967, quando em meio a tal epifania, a vontade de não voltar para a realidade do século XXI em curso, será imensa, tenha essa certeza. Gostei muito da condução da bateria, evoluindo com bastante criatividade nos tambores, e também do solo de guitarra, muito bonito. A letra investiu forte no surrealismo explícito, na melhor tradição dos ditos, lindos sonhos delirantes.

"acordei, mas ainda estava a sonhar
encontrei o jardim psicodélico dos sonhos meus"...

O disco foi gravado no estúdio “Corações de Pedra”, em São Paulo. Jonas Morbach foi o técnico da captura de gravação e mixagem / masterização. Foto e arte da capa a cargo de Fernanda Heitzman (um trabalho muito bom da parte dela, por sinal).

Em postagens que vejo pelas Redes Sociais a anunciar seus shows, percebo que gostam de brincar com o fato de que são da zona leste de São Paulo, referindo-se a ela como “Zona Lost”, numa alusão ao seriado de TV que fez sucesso, anos atrás. Mas creio que esses artistas na verdade não perderam nada, mas ao contrário, estão achando um caminho muito interessante a resgatar raízes remotas do Rock, ou seja, fazem um trabalho notável.

Recomendo o bom trabalho dos Subterrâneos, tanto acompanhando-os ao vivo aonde quer que estejam, quanto pela audição de seu EP, aqui analisado. E que venham mais trabalhos nessas características. Viva a psicodelia sessentista !

Ouça o EP, abaixo : 


Escute o álbum na íntegra, através da sua postagem de You Tube:

Também disponível no spotify:



Para saber mais informações sobre a banda, acesse sua página na Rede Social Facebook:

É isso aí!
Espero que gostem desta resenha e o principal, conheçam o som bem legal desta banda.
Abraços e até a próxima!

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Transcrição para alunos - King Crimson - Thela Hun Ginjeet


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de baixo da música "Thela Hun Ginjeet" da banda King Crimson com o sensacional baixista Tony Levin disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Aulas de Contrabaixo, Música e Harmonia com Fernando Tavares!

Aulas de Contrabaixo, Música e Harmonia com Fernando Tavares!

  • Formado em Licenciatura em Música
  • Especialista em Docência no Ensino a Distância pela UFSCar
  • Mestrando em Musicologia - ECA-USP
  • Trabalha como pesquisador no LEDEP e no LAMUS - USP Leste

Aulas em Pinheiros (Próximo ao Metrô Clínicas ou Oscar Freire) e On-line (Via Skype)!
Materiais de estudo para vários estilos e sobre diversos tópicos.
 Aulas personalizadas e focadas na necessidade e no estilo de cada aluno.

Contrabaixista das bandas: 
  • Apostrophe' Trio
  • Medusa Trio
  • Lee Recorda.

Maiores informações na página: http://femtavares.blogspot.com.br/p/aulas.html
Contato pelo e-mail femtavares@gmail.com

Fernando Tavares usa Cordas Giannini, Cabos Datalink e Monitores e Fones Edifier!

Veja um pouco das aulas nesta playlist do youtube:


Abraços e bons estudos!

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Harmonia Aplicada ao Contrabaixo - Aula 04



Olá pessoal!

No site e no meu canal oficial do Youtube, tem disponibilizado gratuitamente um curso de harmonia com texto e uma videoaula sobre o assunto passado.

O texto da quarta aula está neste link:


O vídeo está neste link:


Inscreva-se no canal do youtube:

Acompanhe todas as aulas que tenho lançadas por lá.

Abraços e bons estudos!

sábado, 4 de janeiro de 2020

Aulas de Contrabaixo em 2020!



Olá pessoal!



As aulas de contrabaixo, harmonia e teoria musical voltarão nesta segunda, 06 de Janeiro.

Para aqueles que já estudam comigo os horários se mantém como os de 2019, para os que querem iniciar ou recomeçar os estudos, entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com ou pelo whats (11) 97421-7133.

Para quem não sabe, leciono contrabaixo desde 1996, ou seja, são 24 anos de pesquisas, preparação de conteúdos e sempre atendo as necessidades dos alunos, pois as aulas e o programa com os conteúdos são individualizados.

Sou formado em licenciatura em música, especialista em Docência na educação a distância e mestrando em metodologias do ensino de música, com foco nos métodos de composição e improvisação dos séculos XVII e XVIII.

Abraços e muita música na vida de vocês!