quinta-feira, 9 de julho de 2020

Vídeo Aula - Bass Player Brasil #62 - A Escolha Modal na Linguagem Fusion


Olá pessoal!

Matéria de capa com vídeo que fiz para a edição 62 da antiga revista Bass Player Brasil.


Nesta matéria de capa eu falei sobre a escolha modal dentro da linguagem fusion. Nela temos os modos otimizados e que são utilizados para os acordes estruturais.  Esta matéria veio acompanhada desta vídeo aula.



Abraços e até a próxima coluna!

terça-feira, 7 de julho de 2020

Técnicas para Contrabaixo - Slap - Aula 07


Olá pessoal!


Nesta semana temos a sétima coluna com a técnica de Slap, na qual eu passo alguns licks alternando as matérias aprendidas nas seis colunas anteriores, se você não estudou as colunas anteriores digite Slap na pesquisa do site que estas aparecerão.

Exercício 1


Neste primeiro exercício temos os ligados e slides no Thumb.


Exercício 2


Neste exercício temos uma variação com todas as técnicas exploradas anteriormente.


Exercício 3


Aqui temos um exemplo da frase principal da música Is it Luck? Da banda Primus, nela o baixista Les Claypool faz uma frase utilizando abafados e pull-off e hammer-on tanto no pop quanto no Thumb.

 

Exercício 4


Neste último exercício temos a frase principal da música Tommy The Cat, esta música exige muito do baixista, ele começa com a fundamental e a quinta tocado com os dedos da mão direita, utilizando a técnica de struming, como se fosse para tocar um acorde de violão, e depois uma sequencia de Thumb, Pop e Ligados.

 

Estude com calma as frases e sempre tenha um repertório para aplicar o que você estuda, você pode estudar todas as técnicas do mundo mas se não conseguir aplica-las nas suas músicas, o estudo será perdido.

Abraços e até a próxima coluna!

sábado, 4 de julho de 2020

Álbuns Clássicos - Jaco Pastorius - Jaco Pastorius


Olá pessoal!

Nesta semana temos o primeiro álbum do genial baixista Jaco Pastorius. Considero esta, uma das maiores obras realizadas pelo músico em sua seminal carreira. Lançado originalmente em 1976, foi produzido por Bobby Colomby baterista da banda Blood, Sweat & Tears.

 

Faixas

01-Donna Lee - Charlie Parker - 2:27
02-Come On, Come Over - (com Sam & Dave ) Jaco Pastorius e Bob Herzog - 3:54
03-Continuum - Jaco Pastorius - 4:33
04-Kuru / Speak Like A Child - Jaco Pastorius e Herbie Hancock - 7:43
05-Portrait of Tracy - Jaco Pastorius - 2:22
06-Opus Pocus - Jaco Pastorius - 5:30
07-Okonkole Y Trompa - Jaco Pastorius e Don Alias - 4:25
08-(Used to Be A) Cha-Cha - Jaco Pastorius - 8:57
09-Forgotten Love - Jaco Pastorius - 2:14
10-(Used to Be A) Cha-Cha (Alternate Take - inédita) – Jaco Pastorius - 8:49
11-Jam 6/4 (inédita) - Jaco Pastorius - 7:45

Músicos

Jaco Pastorius - electric bass
Don Alias - congas
Narada Michael Walden - drums
Bobby Economou - drums
Othello Molineaux - steel drums
Leroy Williams - steel drums
Lenny White - drums
Herbie Hancock - electric piano
Sam Moore - vocals
Dave Prater - vocals
Randy Brecker - trumpet
Ron Tooley - trumpet
Peter Graves - bass trombone
David Sanborn - alto sax
Michael Brecker - tenor sax
Howard Johnson - baritone sax
David Nadian - violin
Harry Lookofsky - violin
Paul Gershman - violin
Joe Malin - violin
Harry Cykman - violin
Harold Kohon - violin
Stewart Clarke - viola
Manny Vardi - viola
Julian Barber - viola
Charles McCracken - cello
Kermit Moore - cello
Wayne Shorter - soprano sax
Peter Gordon - French horn
Hubert Laws - piccolo, flute
Matthew Raimondi - violin
Max Pollinkoff - violin
Arnold Black - violin
Al Brown - viola
Beverly Lauridsen - cello
Alan Shulman - cello
Richard Davis - bass
Homer Mensch - bass

Os destaques deste álbum são as músicas "Come On, Come Over", "Continuum", "Portrait of Tracy", "Opus Pocus" e a versão para a música "Donna Lee" de Charlie Parker.


Abraços e até a próxima coluna!

terça-feira, 30 de junho de 2020

Transcrição para Alunos - Bob Marley - I Shot the Sheriff


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de baixo da música "I Shot the Sheriff" do cantor Bob Marley disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Artigos e Resenhas - CD Simbiose / Arcpelago - Por Luiz Domingues


Olá pessoal! 

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional escritor Luiz Domingues nos fala sobre o álbum da banda "Arcpelago" chamado Simbiose. Luiz novamente nos presenteia com a apresentação de um sensacional álbum de rock progressivo, vale a pena conferir.

A matéria original pode ser encontrada neste link.


Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.
http://luiz-domingues.blogspot.com.br/

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:

Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.


Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

CD Simbiose / Arcpelago - Por Luiz Domingues


Que a vertente do Rock Progressivo setentista foi a mais vilipendiada da história, por detratores de toda a espécie, creio não haver dúvida alguma, nesta altura dos acontecimentos, século XXI a caminho de encerrar a sua segunda década de existência. 

Fruto de motivações nada nobres, tal ataque causou um estrago e tanto e o resultado foi o que verificou-se a seguir, com a criação de uma paradigma infame a ditar a norma para que essa escola estética passasse a ser odiada pelas gerações posteriores, sem questionamentos. Por sorte, nem todos aceitaram ser tratados como membros de uma boiada e assim, houve quem não aceitou a regra imposta e desses poucos abnegados resistentes, continuou-se a respeitar e admirar tal vertente, para que graças à tal resistência heroica, ao estilo de verdadeiros "maquis", o gênero pudesse sobreviver, ainda que a habitar o mundo underground, para manter a chama acesa, mesmo que sob uma proporção ínfima. 

Por conta de tal persistência, eis que jovens (que em tese nem deveriam saber o que representou tal estética oriunda de tantas décadas atrás), surgiram no panorama artístico, espalhados pelo mundo, a montar bandas, fomentar uma cena e reviver o mais puro Art-Rock de outrora. E claro, dentro do corolário do Rock Progressivo, ou seja, a respeitar as suas mais belas tradições a versar pela sofisticação musical, sob inúmeros aspectos. 

Por exemplo, o apreço inerente pela música erudita, e à Folk music de raiz europeia, os dois pilares da alma mater do estilo, além da extrema preocupação em caprichar nos arranjos individuais de cada instrumentista e da banda como um todo, fora o esmero na produção dos timbres, na respectiva resolução do áudio, ao buscar-se o produto final. Um típico fã de Rock progressivo não presta atenção apenas na melodia cantada como uma canção Pop qualquer que toca no rádio ou que ouve forçosamente em uma "balada", mas vai fundo na sua prospecção por todos os detalhes e vibra com cada elemento dentro da obra de um artista. 

Certamente por ser um gênero onde a sofisticação musical é uma marca registrada, o apuro do artista é automático na elaboração de sua obra, o que faz desse estilo, algo muito especial, sem nenhum demérito a outras escolas dentro do Rock, mas a deixar claro que para tocar Rock Progressivo, é preciso ter embasamento técnico, teórico e conhecimento de áudio para mediante tal carga de bagagem mais avantajada, ser possível pleitear a atenção dos exigentes fãs desse estilo. Ou seja, isso explica muita coisa ocorrida muitos anos atrás, como por exemplo a ação da parte dos marqueteiros inescrupulosos que apostaram em slogans infames como: “I Hate Pink Floyd”... pois avacalhar o estilo era mais fácil do que optar por estudar por anos a fio, para fazer parte dessa cena, mas enfim, não dá para voltar em 1977, infelizmente, para mudar o que aconteceu ali, em termos de vilipêndio ao gênero...

O importante é que apesar do ataque massacrante, o estilo mostra-se vivo em pleno 2018, e dessa forma, festivais de Rock Progressivo multiplicam-se pelo Brasil e diversos países, a apresentar uma gama enorme, a mostrar bandas jovens, além de até dar margem a revitalizar bandas clássicas dos anos setenta e assim, diante desse panorama alvissareiro, hoje eu tenho o prazer de comentar sobre o trabalho de uma banda carioca e moderna, chamada: “Arcpelago”, que mergulhou fundo na sonoridade clássica do Rock Progressivo setentista e lançou o CD “Simbiose”, com muitos méritos.

Sob múltiplas e ótimas influências advindas da parte de artistas clássicos dessa escola, esse ótimo quarteto progressivo apresenta um som coeso, muito bem engendrado harmônica; rítmica e melodicamente, além de mostrar inspiração nas composições e um trabalho muito bom nos arranjos, sem deixar de mencionar um áudio excepcional, com valorização total de timbres vintage, um verdadeiro oásis para os apreciadores dessa escola sofisticada e exigente por natureza. 

Através do CD “Simbiose”, o Arcpelago apresenta seis canções muito interessantes, algumas inclusive com longa duração, uma marca registrada do Rock Progressivo tradicional, isto é, com o claro uso do recurso das suítes, típico elemento herdado da música erudita, onde a construção de uma peça complexa é permeada por diversas partes, mas a comunicar-se entre si e a manter um elo primordial como ponto de referência. E até faixas bem curtas, bem próximas da Folk Music.


O álbum abre com “Sopro Vital”, sob início a insinuar-se sinfônico. Mas rapidamente entra em climas mais amenos onde o timbre do órgão Hammond, sob ação rápida da caixa Leslie, logo demarca onde estamos a pisar, isto é, sob o porto seguro do Prog Rock clássico. 

Adorei a base da guitarra, com muita energia e os detalhes com outros teclados são muito inspiradores. O timbre do baixo é absolutamente matador. Um Rickenbacker, modelo 4001, nas mãos de um baixista de alto quilate (Jorge Carvalho) e sob a preocupação em timbrar como antigamente, faz toda a diferença. Lembrou-me o trabalho de diversas bandas europeias setentistas incríveis que eu tenho certeza que os rapazes também gostam, mas não vou enumerá-las aqui, pois a minha idiossincrasia não importa neste momento e o que interessa-me neste caso é enaltecer a sonoridade do Arcpelago. 

Gostei muito do solo fantasmagórico feito através do sintetizador, Mini Moog (o ótimo tecladista, Ronaldo Rodrigues, é o piloto das teclas dessa banda) e também o solo de guitarra, belíssimo, ao final da canção (Eduardo Marcolino é o guitarrista neste disco, mas nos dias atuais a guitarra da banda é comandada por Diogo Aratanha), em momento de desdobrada rítmica, providencial pela beleza.

É ótimo o trabalho do baterista (Renato Navega), com técnica e muita criatividade em seus desenhos rítmicos e muito bom gosto nas sutilezas empreendidas sobre as campanas dos pratos. A parte cantada é pequena, mas muito bonita a evocar quase uma inspiração sutil pelo canto gregoriano. A letra é bem típica das preocupações de um letrista Progger padrão, ou seja, a expressar busca pela reflexão existencial mais profunda, a destoar completamente do horror popularesco que ouve-se através da mídia mainstream da atualidade, portanto, como é bom saber que há vida inteligente ainda, neste planeta.

"Distância entre um Dia e Outro” começa com um piano elétrico muito bem pontuado e um baixo violento, no uso e abuso de distorção, versado nas mais belas tradições de baixistas como: Greg Lake e John Wetton. A base da guitarra é pesada, dissonante e muito instigante a lembrar claramente o trabalho do King Crimson, em seus melhores dias vividos na década de setenta. O baterista dá um show, não apenas pelas suas viradas técnicas a buscar elementos jazzísticos, mas também na condução, com uma caixa com o som "seco" e um trabalho brilhante realizado ao chimbau e pratos de condução, ou seja, é óbvio que o genial baterista, Bill Brufford, influenciou-o bastante, que maravilha.

A terceira faixa, “Ebulição dos Tempos” começa com um riff forte, auxiliado por acentos marcantes. Gostei bastante do solo de guitarra, com timbre encorpado e a bela melodia proposta pelo Mini Moog. E mais uma vez a linha de baixo e bateria mostrou virtuosismo e uma sincronicidade perfeita. Sobre a letra, busca-se novamente o tom da seriedade como seu norte. Gostei da frase:

“Almas vazias choram a Liberdade 
Lágrimas aflitas banham a ocisão 
E afogam entre as vistas a regeneração”

“Cidade Solar” é outra canção instrumental. A levada inicial do baixo, sob um típico Riff versado pelo Hard-Rock setentista, trabalha com tônica e oitava como base primordial e por si só, já agradou-me muitíssimo, mas vou além, pois preciso observar que o timbre espetacular, impressiona. Possui um estalo médio agudo que eu particularmente aprecio muito e quando o Jorge informou-me que nesta faixa usou um baixo Fender, modelo Mustang, fiquei muito impressionado com o resultado, visto que a grosso modo parecia o timbre mais agressivo do Fender, modelo Precision. O trabalho dos sintetizadores é mais uma vez muito bom. Ronaldo é um grande tecladista, piloto de tecladeiras setentistas, com maestria. O arranjo da guitarra está igualmente excelente, tanto base, quanto solo.

“Universos Paralelos” é uma faixa curta, com delicioso sabor Folk Rock. Lembra muito o trabalho de bandas europeias marcantes da década de setenta, mas também de brasileiras similares. É belíssimo o violão conduzido ao estilo "batido" e também a melodia central conduzida pela guitarra. Já a mencionar o trabalho do Mellotron, este é emocionante. Só quem viveu a década de setenta com intensidade sabe o quanto o timbre desse instrumento é marcante ao extremo. Difícil achar tal teclado original, disponível hoje em dia e acredito que o Ronaldo usou um simulador, mas o timbre ficou muito fidedigno, uma beleza.

A formação do Arcpelago, que gravou o CD Simbiose, com o guitarrista, Eduardo Marcolino (canto inferior à direita).

A última faixa do álbum, “Dentro de Si”, lembra muito o trabalho de bandas progressivas brasileiras e setentistas. Mais uma vez o trabalho do baixista, Jorge Carvalho, impressiona pela sua técnica e criatividade, além do timbre impressionante. Novamente a pilotar um Rickenbacker, desta feita no uso de um modelo 4003, o som do baixo é um massacre sonoro de tão bonito pelo timbre e corpo, robusto como ele só. Em alguns momentos onde sobram notas, a ressonância do “sustain” que ele deixa é incrível, mesmo. Gostei muito dos solos; o de Mini-Moog, a base com órgão Hammond, além de mais uma vez fazer uso de piano elétrico em alguns detalhes e um solo de guitarra muito melódico, a la David Gilmour. A letra da canção mais uma vez investiu no humanismo reflexivo, sob introspecção analítica, algo muito incomum nos dias atuais, ainda bem...

Sobre a capa do álbum, a ilustração é simples em seus traços a mostrar uma arte subjetiva. Sugere a presença dos quatro componentes da banda, unidos em uma espécie de mônada, ou seja, algo bem sutil e tudo sob cores leves, em tom pastel. Toda a concepção do design gráfico da capa e encarte, foi obra de Fernanda Pio. Com fotos da banda, individuais e coletiva, por Patrícia Soransso e Vítor Granja. O álbum foi gravado entre dezembro de 2014 e setembro de 2015. Gravação e mixagem sob a responsabilidade de Eduardo Magliano e masterização por Pedro Garcia.

A destacar-se o press-release no encarte, assinado pelo histórico jornalista cultural, Joel Macedo, membro da equipe original da Rolling Stone Brasileira, no início dos anos setenta e sedimentado escritor e tradutor de livros internacionais, há muitos anos.

Eis o álbum “Simbiose”, na íntegra para o leitor degustar o trabalho do Arcpelago :



Eis o Link para assistir no You Tube :

Formação do Arcpelago nesse álbum :

Eduardo Marcolino - Guitarra e Violão
Jorge Carvalho - Baixo
Renato Navega - Bateria
Ronaldo Rodrigues - Teclados e Voz

Em 2018, o guitarrista titular da banda era Diogo Aratanha.

Para conhecer melhor o trabalho da banda, acesse:

Canal do You Tube:

Página do Facebook:

Contato direto com a banda:
@arcpelago

Para encerrar, eu nunca acreditei nos argumentos falaciosos que embasaram o vilipêndio covarde que o Rock Progressivo recebeu ao final dos anos setenta e por conta de tal convicção não abalada, continuei firme e forte a apreciar essa escola, com muita ênfase, portanto, é com alegria que vejo, após quatro décadas decorridas da deflagração da ogiva nuclear por parte de seus detratores, que o gênero sobreviveu e dá mostras de revitalização. Dessa forma, saúdo o trabalho do Arcpelago e desejo-lhe uma longa carreira, com mais trabalhos tão bem feitos ou ainda melhores que este CD, “Simbiose”, que é muito bom, a surgir no futuro.

É isso aí!
Espero que gostem desta resenha e o principal, conheçam o som desta banda.

Abraços e até a próxima!

terça-feira, 23 de junho de 2020

Harmonia Aplicada no Contrabaixo - Aula 10


Olá pessoal!

No site e no meu canal oficial do Youtube, tem disponibilizado gratuitamente um curso de harmonia com texto e uma videoaula sobre o assunto passado.

O texto da décima aula está neste link:


O vídeo está neste link:


Inscreva-se no canal do youtube:

Acompanhe todas as aulas que tenho lançadas por lá.

Abraços e bons estudos!

sábado, 20 de junho de 2020

Apostrophe' Trio - Corações da Noite


Olá pessoal!

Este é o clipe da música "Corações da Noite" do Apostrophe' Trio.


Informações:

Apostrophe' Trio
Música: Corações da Noite
Autor: Fernando Tavares

Performance:
Lucas Fragiacomo - Guitarra
Fernando Tavares - Contrabaixo
Thiago Sonho - Bateria

Filmado no Family Mob por Bruna Torrezani
Editado por Renata Pereira

terça-feira, 16 de junho de 2020

Transcrição do Mês - Iron Man - Black Sabbath


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de contrabaixo da música  "Iron Man" da banda Black Sabbath, esta música conta no baixo com o genial Geezer Butler disponível gratuitamente no meu site.

Iron Man - Black Sabbath

Link para Transcrição Completa - Clique aqui


Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 tablaturas/partituras que são usadas como material de apoio nas aulas do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima coluna!

terça-feira, 9 de junho de 2020

Técnicas para Contrabaixo - Slap - Aula 06


Olá pessoal!

Nesta semana continuaremos a coluna de Slap, trabalhando agora com os slides. Esta técnica consiste em arrastar a mão pelo braço do instrumento fazendo a nota chegar o ponto em que está indicada até o fim do traço.

Exercício 1


Neste primeiro exercício temos uma ideia com slide utilizando a colcheia como célula rítmica.


Exercício 2


Neste exercício temos a mesma ideia que a anterior com uma variação na colocação do slide.


Exercício 3


Agora temos o slide seguido de um thumb e um pop.

Exercício 4


Neste exercício o slide é feito no pop.


Esta sequência pode ser praticada em cima da música “Allright” do Jamiroquai, apesar de a harmonia ser um pouco diferente as tônicas tocadas são iguais.

Vídeo


Pratique estes exercícios e tente aumentar a velocidade aos poucos, é muito interessante a sonoridade destas ideias quando tocadas em uma velocidade mais rápida.

Procure estudar e tirar algumas músicas dos baixistas que utilizam esta técnica. A partir das próximas colunas estudaremos ideias mais complexas.

Abraços e até a próxima coluna!

sábado, 6 de junho de 2020

Baixista do mês - Mike Rutherford


Olá pessoal!

Nesta semana temos uma coluna sobre o baixista Mike Rutheford no site.

Nome: Michael John Cleote Crawford Rutherford


Nascimento: 2 de outubro de 1950 em Guildford, Surrey

Bandas: Genesis

Discografia:


-Solo
1980-Smallcreep's Day
1982-Acting Very Strange

-Genesis
1969 - From Genesis to Revelatio (reeditado em 1974 como In The Beginning/reeditado em 1980 como Where The Sour Turns To Sweet)
1970 - Trespass
1971 - Nursery Cryme
1972 - Foxtrot
1973 - Genesis Live
1973 - Selling England by the Pound
1974 - The Lamb Lies Down on Broadway
1976 - A Trick of the Tail
1976 - Wind and Wuthering
1977 - Spot the Pigeon (EP)
1977 - Seconds Out
1978 - ...And Then There Were Three
1980 - Duke
1981 - Abacab
1982 - Three Sides Live
1982 - 3 X 3 (EP)
1983 - Genesis
1986 - Invisible Touch
1987 - Live At Wembley Stadium
1991 - We Can't Dance
1992 - The Way We Walk, Vol. 1: The Shorts
1992 - The Way We Walk, Vol. 2: The Longs
1997 - Calling All Stations
2007 - Live Over Europe 2007

Video Link:


Website: www.genesis-music.com

Abraços e até a próxima coluna!

terça-feira, 2 de junho de 2020

Transcrição para Alunos - The Beatles - Day Tripper


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de baixo da música "Day Tripper" da banda The Beatles com o sensacional baixista Paul McCartney disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

sábado, 30 de maio de 2020

Aulas de Contrabaixo, Música e Harmonia com Fernando Tavares!

Aulas de Contrabaixo, Música e Harmonia com Fernando Tavares!

Formado em Licenciatura em Música
Especialista em Docência no Ensino a Distância pela UFSCar
Mestrando em Musicologia - ECA-USP
Trabalha como pesquisador no LAMUS (Laboratório de Musicologia) - USP Leste

Nesta quarentena somente aulas on-line (Via Skype, Google Meet, Facetime)!

Materiais de estudo para vários estilos e sobre diversos tópicos.
Aulas personalizadas e focadas na necessidade e no estilo de cada aluno.

Contrabaixista das bandas:

Apostrophe' Trio
Medusa Trio
Lee Recorda.

Maiores informações na página: http://femtavares.blogspot.com.br/p/aulas.html

Contato pelo e-mail femtavares@gmail.com

Fernando Tavares usa Cordas Giannini, Cabos Datalink e Monitores e Fones Edifier!

Veja um pouco das aulas nesta playlist do youtube:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLC03A13E41EDB2266

Abraços e bons estudos!

terça-feira, 26 de maio de 2020

Harmonia Aplicada no Contrabaixo - Aula 09


Olá pessoal!

No site e no meu canal oficial do Youtube, tem disponibilizado gratuitamente um curso de harmonia com texto e uma videoaula sobre o assunto passado.

O texto da nona aula está neste link:


O vídeo está neste link:


Inscreva-se no canal do youtube:

Acompanhe todas as aulas que tenho lançadas por lá.

Abraços e bons estudos!

terça-feira, 19 de maio de 2020

Transcrição do Mês - The Chicken - Jaco Pastorius


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de contrabaixo da música "The Chicken" na versão do baixista Jaco Pastorius disponível gratuitamente no meu site.

The Chicken - Jaco Pastorius

Link para Transcrição Completa - Clique aqui


Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 tablaturas/partituras que são usadas como material de apoio nas aulas do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima coluna!

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Artigos & Resenhas - CD Naked Zen - Márcio Okayama - Por Luiz Domingues


Olá pessoal! 

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o álbum Naked Zen do querido e talentoso guitarrista Márcio Okayama. Vale a pena a conhecer o trabalho deste músico.

A matéria original pode ser encontrada neste link.


Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:

Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

CD Naked Zen - Márcio Okayama - Por Luiz Domingues


Márcio Okayama é considerado um dos maiores guitarristas do Brasil, há muitos anos. Professor muito respeitado de uma escola famosa de música, que é sonho de consumo para aspirantes a músicos que transitam entre as escolas virtuoses, baseadas na estética do Hard-Rock & Heavy-Metal, dos anos oitenta e adeptos do Jazz-Fusion de uma maneira geral, Márcio é muito bem versado nessas estéticas citadas, mas vai muito além, pois possui uma base cultural muito forte por trás, como bagagem extra e decisiva para que a sua visão da música seja avantaja, o suficiente para garantir-lhe tal ecletismo. Um entusiasta da tecnologia, Okayama também tem forte identificação com as artes plásticas, devido ao fato de ser neto de uma artista de primeira grandeza, a senhora, Tsukika Okayama, que nos anos quarenta e cinquenta do século passado, foi componente do importante grupo, “Guanabara”, uma cooperativa artística formada por artistas plásticos estrangeiros que radicou-se no Brasil logo após o término da II Guerra Mundial, e em sua maioria formada por nipônicos. De sua avó famosa, herdou o apreço pelas artes plásticas em geral, ao ponto de hoje gerenciar em paralelo à sua carreira musical, um centro cultural nipo-brasileiro em São Paulo, chamado, "Hitsu 76", no mesmo endereço em que foi residência e atelier de sua avó, no bairro da Aclimação, na zona sul de São Paulo.


E vai muito além, pois Márcio Okayama também ostenta um lado esotérico forte e empresta tal musicalidade adquirida com todos os méritos, para diversos projetos interessantes, como por exemplo, ao ter musicado palestras do famoso cromoterapeuta, Valcapelli, na busca incessante em estabelecer a relação das notas musicais com as cores e a vibração inerente produzida por ambas, a repercutir em cura para diversas doenças.
Como eu conheci pessoalmente o Márcio e o seu Centro Cultural, "Hitsu 76", ao final de 2017, gerou uma crônica com certa complexidade até, pois fui surpreendido positivamente, sob inúmeros aspectos. Convido o leitor a tomar conhecimento dessa experiência e que envolve amigos em comum, meus e de Márcio, o pessoal da banda, Pictórica, outra boa surpresa de tal referida tarde de um sábado, quando estive na companhia deles todos no citado espaço cultural, através do link da crônica, que direciona ao meu Blog 2 :


E nessa ocasião, recebi vários presentes, conforme mencionei na crônica acima mencionada, e entre eles, uma cópia de um trabalho recente de Márcio, o CD “Naked Zen”. É sobre esse trabalho que falo, agora, portanto, ao analisar o seu conteúdo artístico. 
Trabalho eminentemente instrumental, tem em seu bojo uma coleção composta por oito temas criados e executados por Márcio, quase que inteiramente sob forma solitária, com pouca participação de músicos convidados, o que faz dele em princípio, um álbum bastante reflexivo, circunspecto e expressivo, tudo ao mesmo tempo, agora. Por tal expressividade criativa, o disco foge inteiramente da expectativa de quem esperaria um disco padrão de um músico orientado pelo Jazz-Fusion, a exibir doses de virtuosismo didático, mas é na verdade, instigante; étnico e místico, a demonstrar uma linha eclética ao extremo.


Sobre as faixas do disco, a primeira canção é “Nanotecnologia”.  Sob um baixo minimalista a dar peso e manter um looping constante (executado pelo baixista, Marco Nunes), acrescido do uso de bateria eletrônica e efeitos programados, Márcio desenha a canção com diversos dedilhados sobrepostos, através de bastante dissonância harmônica. Causa uma forte impressão tal musicalidade, nada próxima da música Pop tradicional e talvez por isso mesmo seja melhor apreciada por músicos, mas achei ousada a sua colocação como primeira faixa, a correr tal risco anticomercial, explícito.

“Noite”, a segunda canção, traz mais um trabalho bonito com harmonia bem concatenada para dar vazão a belos desenhos rítmicos e melódicos. A influência da música brasileira é nítida, a mostrar violões sobrepostos e muito bem tocados. Há o apoio do violonista, Floriano Villaça, como convidado especial, nesta faixa.

“Tracajá” é ainda mais raiz que a anterior. Seria como trazer à tona, violeiros nordestinos a tocar ao luar do sertão, como imagem proposta. A percussão é bastante incisiva (executada por Marco Nunes), ao apoiar muito bem. Tem muito do aspecto de música incidental produzida especialmente para o cinema e claro, essa é mais uma faceta de Márcio Okayama, pois ele já compôs várias trilhas, e portanto tem o traquejo para musicar com maestria, os audiovisuais.

“Equinócio” é outra faixa onde o trabalho feito ao violão, e mostra o apreço de Márcio Okayama pelo som Folk, a música étnica, e a dita, World Music.

“Passagem” é uma canção forte e traz a contundente identificação de Okayama com a música asiática em geral, japonesa em específico. O seu apreço às suas origens hereditárias vai além do orgulho nipônico, e certamente abriu-lhe um mundo de possibilidades no campo da teoria musical, quando ele avançou em seus estudos, pois pesquisou com esmero as escalas orientais e tornou-se assim um dos maiores especialistas nesse campo, no Brasil. Trata-se de uma faixa forte, com toda essa alma nipônica a fluir com contundência e beleza.

“Reflexo” é mais uma faixa com bela resolução harmônica e dedilhados muitos inspirados. É uma canção bastante meditativa, ao apresentar uma brasilidade mais inspirada em elementos da natureza campestre, digamos assim. O violonista, Floriano Villaça, participa dessa faixa, igualmente. 

“Chronos” é uma canção bastante mística. O som da percussão evoca os tambores shamânicos em um primeiro instante. Depois, avança para algo mais tecnológico e bastante experimental a lembrar trilha de instalação avantgarde em exposições de artes plásticas. Bem, esse é um mundo onde Okayama também transita bem e tem forte identificação pessoal, conforme eu já havia alertado ao leitor, anteriormente.

“Axolote” fecha o disco. Aqui a brasilidade Folk é explícita. Mais uma vez a maestria de Okayama ao violão, impressiona, com dedilhados precisos e tudo sob um belo timbre. É como se estivesse a tocar sozinho, sob o entardecer em algum sítio arqueológico no Piauí ou coisa que o valha, tamanha a beleza panorâmica que tal melodia sugere.


Sobre a capa, trata-se de uma expressiva pintura, com o dorso humano feminino a sugerir calor, pela forte expressão do vermelho encarnado e do amarelo incandescente. Na contracapa, uma foto bastante informal do artista a segurar a guitarra no colo e um copo com café em seu conteúdo, a sugerir ser uma foto de estúdio em algum momento descontraído, durante a gravação do disco. Produção de Márcio Okayama, com masterização de Cássio Martin.

Músicos convidados:

Marco Nunes (baixo e percussão)
Floriano Villaça (violão)

Para conhecer melhor o trabalho de Márcio Okayama, visite o seu Site (muito completo, por sinal, tem este álbum incluso para audição, disponível):


Recomendo a audição do CD Naked Zen, do guitarrista/violonista, Márcio Okayama, um trabalho rico, com muitas influências boas e execução de alto gabarito.

É isso aí galera!

Espero que tenham gostado desta super resenha do Luiz e que tenham conhecido este e outros trabalhos do Marcio Okayama.

Abraços e até a próxima coluna!

terça-feira, 12 de maio de 2020

Técnicas para Contrabaixo - Slap - Aula 05


Olá pessoal!

Nesta semana continuaremos a coluna de Slap, trabalhando agora com o ligado ascendente. Este elemento de interpretação consiste em tocar uma nota com o auxílio da mão direita e somente com a mão esquerda tocar a segunda nota.

Exercício 1


Neste primeiro exercício temos um exercício com ligado utilizando a colcheia como célula rítmica.


Exercício 2


Neste exercício temos a mesma ideia que a anterior com uma variação na colocação do ligado.


Exercício 3


Agora temos o ligado seguido de um thumb e um pop.


Exercício 4


Neste exercício o ligado é feito no pop.


Esta sequência pode ser praticada em cima da música “Allright” do Jamiroquai, apesar de a harmonia ser um pouco diferente as tônicas tocadas são iguais.

Vídeo



Pratique estes exercícios e tente aumentar a velocidade aos poucos, é muito interessante estas ideias quando tocadas em velocidade mais rápida.

Abraços e até a próxima coluna!


sábado, 9 de maio de 2020

Álbuns Clássicos - Stanley Clarke - School Days



Olá pessoal!

Nesta semana temos o álbum School Days do genial baixista Stanley Clarke na coluna sugestão do mês.



Este álbum é uma das maiores referencias para os contrabaixistas do mundo inteiro, foi lançado originalmente em 1976 foi gravado no Eletric Lady Studios, New York em Junho de 1976, com exceção da música “Life Is Just a Game” que foi gravada no A&M Studios em Los Angeles, Califórnia. O álbum foi produzido por Stanley Clarke.

Os destaques do disco são as faixas; School Days, na qual o baixista utiliza as técnicas de streaming e slap com maestria, além de um dos solos mais incríveis de contrabaixo que eu já escutei. Outro destaque é a música Quiet Afternoon e seu lindo tema executado no Picollo, e por fim o groove “matador” feito por Stanley na faixa Hot Fun.

Faixas:


01-School Days - 7:52    
02-Quiet Afternoon - 5:08    
03-The Dancer - 5:24    
04-Desert Song - 6:55    
05-Hot Fun - 2:52    
06-Life Is Just A Game -     9:00
*Todas as faixas compostas por Stanley Clarke

Músicos:


Stanley Clarke – Contrabaixo, Piccolo (Faixas 2, 3 e 6), Contrabaixo Acústico (Faixa 6), Voz (1 e 6) e Piano (Faixas 2 e 3)
Gerry Brown – Bateria (Faixas 1, 3 e 5) Handbells – (Faixa 1)
John McLaughlin – Violão (Faixa 4)
Steve Gadd – Bateria (faixas 2 e 5)
Billy Cobham – Bateria e Synthesizer Moog 1500 (Faixa 6)
Milt Holland – Percussão (Faixas 3 e 4)
David Sancious – Guitarra (Faixa 5), Teclado (Faixa 1), Orgão (Faixa 3) e Synthesizer Mini Moog (Faixas 2 e 3)
Icarus Johnson – Guitarra (Faixa 6)    (tracks: 1, 3, 5)
Ray Gomez – Guitarra (Faixa 1, 3 e 5)
George Duke – Teclado (Faixa 6)
Metais – Albert Aarons, William Peterson, Robert Findley, Buddy Childers, Dalton Smith, Gary Grant, George Bohanon, Jack Nimitz, Lew McCreary, Stuart Blumberg
Cordas – David Campbell, Dennis Karmazyn, Gordon Marron, Janice Adele Gower, John Wittenberg, Karen Jones, Lya Stern, Marcia Van Dyke, Marilyn Baker, Robert Dubow, Rollice Dale, Ronald Strauss, Thomas Buffum

Video:


A ideia desta coluna é que vocês tenham a disposição informações sobre grandes álbuns de música, obviamente os álbuns escolhidos aqui, fazem parte da minha formação musical e são apenas sugestões para audição.

Abraços e até a próxima coluna!

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Sugestão do Mês: Livro Luz; Câmera & Rock N'Roll de Luiz Domingues

Olá pessoal!

A matéria de hoje é para indicar os super livros escritos pelo querido Luiz Domingues, "Luz; Câmera & Rock'n' Roll"!


O livro é dividido em três volumes contendo 131 resenhas de filmes produzidos com o mote do Rock, direta ou indiretamente, dentro do gênero "Rock Movie".
Para quem quiser adquirir os livros, basta acessar o site do Clube de Autores. Ele está disponibilizado nas versões física e ebook.
Uma produção da Matilda Produções/Editora, com apoio do Clube de Autores.

https://bit.ly/2YeYIa9


Abraços e boa leitura!

terça-feira, 5 de maio de 2020

Transcrição para Alunos - Arranjo Bach Prelude in c minor - BWV 847


Olá Pessoal!

Nesta semana temos o arranjo do Prelúdio em c minor (BWV 847) de Johann Sebastian Bach para contrabaixo disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

terça-feira, 28 de abril de 2020

Harmonia Aplicada no Contrabaixo - Aula 08


Olá pessoal!

No site e no meu canal oficial do Youtube, tem disponibilizado gratuitamente um curso de harmonia com texto e uma videoaula sobre o assunto passado.

O texto da oitava aula está neste link:


O vídeo está neste link:


Inscreva-se no canal do youtube:

Acompanhe todas as aulas que tenho lançadas por lá.

Abraços e bons estudos!

sábado, 25 de abril de 2020

Apostrophe' Trio



Olá pessoal!

Já escutaram o CD do Apostrophe' Trio?
Ele está disponibilizado em todas as plataformas de streaming.


Este link da tratore contém todas as plataformas digitais nas quais você pode encontrar o nosso álbum.

Nas plataformas:




Youtube:


Ficha técnica:


01 – Apostrophe'
02 – Clima
03 – Ilusões (Incluindo Sonhos e Realidade)
04 – Corações da Noite
05 – Sons da Mente (Parte 1)
06 – Sons da Mente (Parte 2)
07 – Thaís e a Festa
08 – Meu Irmão é um Cara Livre?!
09 – Ventos da Liberdade

Produzido por Fernando Tavares
Todas as músicas arranjadas por Apostrophe'
Guitarra Base na Faixa 07 por Sergio Casalunga, Pianos nas faixas 05 e 06 por Fernando Tavares
Gravado, Mixado e Masterizado no Estúdio Tecnoarte por Armando Leite entre Julho e Dezembro
de 2016.
Todas as músicas compostas por Fernando Tavares, exceto faixa 02 por Mozart Mello.

Abraços!

terça-feira, 21 de abril de 2020

Transcrição do Mês - Tower of Power - Oakland Stroke - Parte 1


Olá Pessoal!

Nesta semana disponibilizei a transcrição da música "Oakland Stroke" da banda Tower of Power que conta com o baixista Francis "Rocco" Prestia disponível gratuitamente no meu site.

Esta e outras transcrições fazem parte de um acervo de mais de 1.000 transcrições disponibilizadas para alunos do meu curso Contrabaixo Elétrico.


Bons estudos e até a próxima matéria!

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Artigos & Resenhas - CD 10 Anos ! - Medusa Trio - Por Luiz Domingues



Olá pessoal!


A coluna do sensacional Luiz Domingues neste mês reserva uma resenha do Medusa Trio, do qual faço parte. Resolvemos postar esta resenha, pois ficamos muito felizes com o artigo escrito pelo Luiz e que nos deixou muito felizes e honrados.
Para quem não sabe o Luiz é um dos baixistas mais importantes do cenário nacional, sendo um dos mais influentes dos anos 80 e 90. Nos tornamos amigos na época da antiga revista Bass Player Brasil e a amizade perdura até os tempos atuais. Luiz é um escritor dos mais talentosos e promove um trabalho sensacional na divulgação de trabalhos autorais independentes, dando uma contribuição imensurável para o nosso cenário musical.
Aqui no site, temos diversas resenhas publicadas por ele, é só entrar na aba de pesquisa e colocar o seu nome que os seus artigos serão listados.
Curtam a resenha, escutem o nosso som e acompanhem os blogs deste escritor brasileiro, vale muito a pena.
A matéria original está neste link:


Os três blogs diferentes do nosso amigo Luiz Domingues estão nos links abaixo.


Um breve release do Luiz feito pelo próprio:

Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

CD 10 Anos ! - Medusa Trio - Por Luiz Domingues


Conheço o guitarrista, Milton Medusa, há alguns anos. Sei que é um estudioso, professor de uma das mais prestigiadas escolas de música de São Paulo e do Brasil e que costuma envolver-se em inúmeros projetos musicais, a passear por muitos estilos musicais variados e sob circunstâncias ecléticas, indo de trabalhos como “side man” de cantores, a bandas tributo a artistas internacionais, direção e produção musical para outros artistas e gravações. Porém, ante tanta versatilidade, é claro que dedica-se ao seu trabalho solo, igualmente e com afinco. Sua banda, o “Medusa Trio”, está na ativa há muitos anos e recentemente lançou um CD, denominado “10 Anos !”, justamente para celebrar a sua longevidade e não deixou por menos ao marcar a efeméride (iniciou atividades em 2007 e lançou esse trabalho ao final de 2017), sob altíssimo estilo.

Milton tem como base primordial de sua música, o Hard-Rock praticado na década de oitenta, predominantemente, mas é bem versado no Blues e mediante muito estudo, desenvolveu-se também no mundo do Jazz-Fusion, que tem suas vertentes em ramificações, variadas, mas a salientar a amálgama do virtuosismo instrumental, como modus operandi. Contudo, eclético por natureza, ele também aprecia a música brasileira de uma forma geral, o Hard-Rock e Progressive Rock dos anos setenta e claro, muita música instrumental, portanto, é por essa riqueza e bom gosto todo que o seu trabalho transita. 


Além de seus excelentes companheiros, Fernando Tavares (baixo) e Luis Pagoto (bateria), ambos igualmente instrumentistas de altíssimo padrão e professores famosos na mesma escola onde Milton leciona, o disco contou com muitos convidados ilustres nesse álbum, e dessa forma, enriqueceu-o sobremaneira. Entre tantas feras, o CD apresenta os guitarristas convidados, em participações super inspiradas : Robertinho do Recife (Metalmania; Fagner; Gal Costa); Sergio Hinds (O Terço), Mozart Mello (Terreno Baldio) e André Christovam (Fickle Pickle). O tecladista, Fernando Cardoso (Violeta de Outono), toca em várias faixas. Willie de Oliveira, ex-vocalista do Rádio Táxi, canta a única canção vocalizada e o excepcional guitarrista / tecladista, Daril Parisi (Platina), faz backing vocals nessa mesma faixa. O áudio do CD é de ótimo padrão, com mixagem caprichada a realçar muitas sutilezas nas sobreposições de guitarras, além de garantir não só à guitarra, mas também ao baixo e bateria, timbres muito bons, encorpados. Tem uma concepção mais anos oitenta, é bem verdade, com um certo excesso de reverber, mas esse também é um aspecto pop a ser observado, embora trate-se de um disco instrumental em 90% da obra, portanto, deduz-se que a banda não tenha tido tal preocupação comercial, mas a sonoridade foi questão de escolha pessoal. 


Capa discreta, mas bonita, traz a figura petrificada da medusa mitológica em pleno mar, com a água espumante do oceano a chocar-se com ela e na contracapa, segue o padrão com a continuidade dessa imagem. No encarte, apreciei a ficha técnica caprichada com muitas informações, inclusive breves comentários escritos pelo próprio, Milton, a respeito de cada faixa, sendo elucidativo e até poético em alguns momentos. Além de uma foto promocional da banda, posada, mas em postura de apresentação ao vivo, a empunhar instrumentos e sob uma bela paisagem do mar, visto que Milton é natural da cidade de Santos / SP, e toda a sua carreira foi construída primordialmente com tal bela cidade praiana a inspirá-lo. Falo a seguir, sobre as músicas dessa obra :


“Sábado de Sol” é a primeira faixa do álbum e apresenta-se como um Blues clássico em sua estrutura harmônica e rítmica, a soar muito bem nas mãos de músicos virtuoses por natureza e preparo técnico, mas que tiveram o bom senso em estabelecer um arranjo comedido, sem extrapolar as tradições do gênero. Portanto, a tocar com extrema desenvoltura e bom gosto, mas ao mesmo tempo na observação das fronteiras tradicionais do Blues, o Medusa Trio faz aqui um Blues muito gostoso de ouvir-se e por quê não, até dançar, sem amarras ou constrangimentos, a estabelecer uma alegria natural, muito gostosa em saborear-se. Gostei dos solos mais ardidos e da base limpa de guitarra. 

“Ondas Rolando no Mar”, vem a seguir. Aqui a aposta é no Pop oitentista com certa queda pelo Hard-Rock daquela década. Gostei muito da base feita sob belos arpejos, e também da linha de baixo na parte A, com efeito looping e apoio firme da bateria. Lembra bandas oitentistas que buscavam o Pop em essência e tinham influência Fusion, no estilo do “Toto” e demais contemporâneas.

“Guitarras Brasileiras”, pelo seu título, já dá a ideia de que Milton faz uma linda homenagem a guitarristas brasileiros que tinham a forte influência da MPB sob múltiplas vertentes e também eram / são Rockers em essência, casos gritantes de Pepeu Gomes; Armandinho, Paulo Rafael e Robertinho de Recife, entre outros. Ou seja, grandes feras e Milton não se fez de rogado, pois sua atuação é espetacular nessa faixa, com balanço, solos e bases incríveis, incluso com a introdução de violões para dialogar com as guitarras. Gostei muito também de uma parte C, muito criativa. 

“Anos Setenta”, é a quarta canção e nessa faixa, o Riff Hard-Rock, bem ao estilo dos anos setenta dá início aos trabalhos, mas é nítido que há uma boa influência do Blues-Rock, igualmente. Fernando Tavares brilha intensamente ao fazer um solo muito técnico e ao mesmo tempo, ultra melódico, a mostrar seu talento criativo e sob um belo timbre, devo registrar. Tem também nas partes B e C, atrativos muito interessantes e Milton mostra toda a sua técnica, inclusive no uso da alavanca, bem ao estilo de guitarristas mais contemporâneos seus, casos de Joe Satriani e Steve Vai. E o Riff final, sob uma convenção rápida e muito precisa, mostra a banda muito afiada. 

“O Blues do Rock” , como o título sugere, recorre ao Blues como base, mas sob uma pegada quase a beirar o Country-Rock virtuose de uma banda como o Dixie Dregs, por exemplo. Fernando Tavares faz mais um solo espetacular de baixo e o baterista, Luis Pegoto, brilha ao soltar frases muito pontuais, mesmo ao manter uma batida tradicional, na maior parte do tempo. 

“Libertadora”, mostra um Hard-Rock em essência, daqueles baseados no estilo “AOR”, bem do final dos anos setenta / início dos oitenta, onde bandas como “Foreigner”; “Boston” e “Journey” foram dos seus maiores expoentes, sem dúvida. Mas tem uma pitada de Rock Progressivo setentista, pois como Fernando Cardoso tocou órgão Hammond nessa faixa, um ligeiro interlúdio desse estilo é notável, ao trazer lá pelo meio da canção, uma evocação do som do “UK” e dos discos solo do tecladista, “Rick Wakeman”, sem dúvida. Os solos de Milton impressionam não só pela técnica, mas pelos timbres, muito bonitos.

“Ganhar e Perder” é a única faixa cantada e é super Pop Rock dos anos oitenta e não é para menos ao contar com a voz potente do ex-vocalista do “Rádio Táxi”, Willie de Oliveira. O refrão é bem grudento tem algumas convenções mais complexas que lembram o som do “Taffo”, uma referência óbvia e da qual acho não carecer nenhuma explicação adicional.

“6 cordas e Muitas Alegrias”, antes mesma de ser escutada, tem no encarte uma explicação muito bonita do Milton, sobre sentir-se gratificado em ser músico e conviver com tantos músicos incríveis com os quais já tocou e toca. E sobre a canção em si, trata-se de uma mini suíte, onde Milton construiu diversas partes distintas para dar vazão aos seus convidados poder atuar. Portanto, tem o trecho Progressivo, para que Sergio Hinds fizesse seu solo; Hard-Rock para a atuação de Robertinho de Recife; Jazz-Fusion com Mozart Mello a brilhar e finalmente, André Christovam com seu slide fecha com o solo em ambientação Blues-Rock. E ao final, um trecho onde todos, incluso, Milton, solam sob revezamento. Uma faixa poderosa, portanto, com tantas feras juntas.

“Trem Azul”, quando pensei já ter ouvido todas as possibilidades dessa linda canção de Lô Borges & Ronaldo Bastos, sob múltiplas interpretações, incluso as clássicas, do próprio Lô e de Elis Regina, eis que o Medusa Trio surpreende-me e apresenta-a sob uma vestimenta Blues, belíssima. Adorei a introdução bastante criativa e a levada vigorosa da banda.

“O Blues do Medusa”, tem uma condução melódica na guitarra, espetacular a lembrar, pelo estilo e timbre, o som de Jeff Beck. Aqui a base harmônica é bem Jazzy e a sobreposição de guitarras, solos e base, é muito bonita. Essa faixa foi gravada muitos anos atrás, em 2009, com o baixista, Ronaldo Lobo, na formação.

Gravado no estúdio Purosom, de São Paulo, em 2017, tendo como técnico de gravação; mixagem & masterização, Edson Paulino. 
As intervenções do órgão Hammond, foram gravadas no estúdio, Áudio Freaks, com o técnico, Renato Coppoli. 
Mozart Mello gravou sua guitarra em seu Home Studio, em São Paulo. 
Robertinho de Recife gravou no RR Studios – Polorio, no Rio de Janeiro.
André Christovam gravou no Music Studio em Glascow, na Escócia.

Direção de estúdio : Milton Medusa e Edson Paulino
Pré-produção de Milton Medusa e Fernando Tavares.
Direção de arte : Michel Camporeze Teér
Fotos : Deca Pertrini

Formação do Medusa Trio nesse álbum
Milton Medusa – Guitarra
Fernando Tavares – Baixo
Luis Pagoto – Bateria

(Faixa 10 – Ronaldo Lobo – Baixo)

Músicos convidados :
Fernando Cardoso – Teclados
Sergio Hinds - Guitarra
Robertinho de Recife – Guitarra
Mozart Mello – Guitarra
André Christovam – Guitarra
Willie de Oliveira – Voz
Daril Parisi – Backing Vocals

Agradeço muito ao Milton, pela amizade e inclusive por ter sido um dos maiores incentivadores para que eu empreendesse esforços para escrever o meu livro autobiográfico da carreira musical e por ter apresentado-me ao Fernando Tavares, que foi meu editor na revista Bass Player, no período em que fui colaborador desse veículo. E pela inclusão do meu nome na lista de agradecimentos aos apoiadores do seu trabalho, fiquei muito honrado e feliz por isso.


Para conhecer melhor o trabalho do Medusa Trio, acesse o seu site oficial :

O canal de You Tube da banda :


E a página da banda, no Facebook :

Eis aí um trabalho que recomendo, música de alto quilate, feita por músicos virtuoses, mas que observam o bom senso acima de tudo, portanto, não é um trabalho feito para ser apreciado apenas por músicos, mas agrada a todos.

Obrigado ao Luiz pela resenha e espero que gostem desta.
Para quem quiser escutar o trio, estamos nas mais diversas plataformas de streaming, segue abaixo o link do spotify.


Um abraço e até a próxima coluna!