Fernando Tavares

Fernando Tavares

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Transcrição - John Patitucci - Our Family


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Our Family" do baixista John Patitucci disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Harmonia - Aula 12 – Escalas Padrões – Parte 2


Olá pessoal!

Nesta semana temos a última aula de harmonia deste ano. Foram doze colunas, nas quais estudamos os intervalos, formação da escala maior, menor natural, menor harmônica, menor melódica. Além de ideias para estudarmos tudo isso de maneira criativa e entendendo como funciona o sistema e buscando sempre pensar no que podemos utilizar em determinados momentos musicais.

Nesta coluna temos a continuação do estudo das escalas que vimos na aula 11, visando um estudo mais técnico para aplicação destas em frases para improvisação e composição.

Vamos aplicar o padrão melódico de quatro notas nas escalas maior e menor natural. Você pode aplicar também nas escalas, menor harmônica e menor melódica.



Estude este exercício com o auxílio de um metrônomo e tente tocar com precisão as quatro notas que estão dentro de um tempo. Comece em 60 bpm. E aumente de 4 em 4 conforme se sentir confortável.


Vídeo



Abraços e bons estudos!

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Artigos e Resenhas - Edilson Hourneaux - Captadores: Corrida Decibélica - Parte 1.6


Olá pessoal!
Nesta semana temos mais um artigo do luthier de Santos, Edilson Hourneaux e a sexta parte da coluna sobre construção de instrumentos. Esta e outras matérias podem ser encontradas no site do Edilson que se encontra neste link:

Já a matéria deste mês se encontra completa neste link:

Então vamos a sexta parte desta matéria:

Martin

Christian Frederick Jr., segunda geração da empresa, ficou conhecido por aprimorar os já excelentes instrumentos idealizados por seu pai.

Uma das várias melhorias foi o “X bracing” (método já conhecido na Europa e aperfeiçoado por Martin): um arranjo em “X” das barras harmônicas, no tampo do violão.


Um modelo top de linha, para a época,  era o 00045, lançado em 1904.


A utilização de cordas metálicas foi adotada somente em 1927.

Em 1931, são lançados os Dreadnought, que ganharam excelência por sua qualidade sonora, muito provavelmente graças às fartas medidas da caixa de ressonância.

O destaque dessa linha foi o modelo D45.



National

Em 1927, John Dopyera patenteou um tipo de instrumento conhecido como Resophonic: um violão inovador e muito diferente, construído inteiramente em metal, inclusive o braço.
A ponte repousa sobre 3 cones de alumínio, instalados sob a superfície do tampo. A função desses cones é amplificar o som, refletindo-o para as aberturas sonoras.
Em pouco tempo, este estranho instrumento teve uma versão com braço convencional e ganhou a aprovação de músicos de várias vertentes, como orquestras e bandas de jazz e blues.
De acordo com a propaganda da época, o Resophonic soava sete vezes mais alto que um violão convencional.


Espero que estejam curtindo as colunas do Edilson Hourneaux. Na próxima coluna veremos a continuação deste artigo.
Um abraço e bons estudos!

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Artigos & Resenhas - Lira Paulistana, As Paredes que Suavam... - Por Luiz Domingues


Olá pessoal!

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Mais uma vez temos uma matéria do sensacional Luiz Domingues, um pouco diferente das anteriores, pois desta vez ele falará um pouco sobre o Teatro Lira Paulistana, local no qual diversas bandas tocaram nos anos 80. Mais uma vez tenho o orgulho de postar uma matéria que faz um resgate da nossa cultura.

A matéria original pode ser encontrada neste link.
http://luiz-domingues.blogspot.com/2012/08/lira-paulistana-as-paredes-que-suavam.html

Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.
http://luiz-domingues.blogspot.com.br/
http://blogdoluizdomingues2.blogspot.com.br/
http://luizdomingues3.blogspot.com.br/

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:
Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz

Lira Paulistana, As Paredes que Suavam... - Por Luiz Domingues



Para a atual geração, parece um conceito exótico sair de casa para ir a um teatro prestigiar um artista desconhecido que executará músicas de sua própria autoria, por 90 minutos, ou mais. Como fruto do descaso de anos a fio pela produção cultural, infelizmente formou-se uma geração desinteressada por artistas genuínos e passiva diante das manipulações maquiavélicas dos marketeiros da música mainstream.
Por isso, é muito oportuno relembrarmos de um Teatro que manteve-se em plena atividade por quase sete anos, com as portas abertas para artistas desconhecidos, sem parentes importantes, sem dinheiro no bolso e muitos, vindos do interior, como dizia o velho Belchior.
Era o Teatro Lira Paulistana, localizado no coração do bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.


Fundado em outubro de 1979, tornou-se rapidamente um espaço importantíssimo para a produção musical de novos talentos paulistas/paulistanos e diversos artistas de outras partes do Brasil, que ali enxergavam a chance de se apresentarem em São Paulo e tentar a sorte na carreira.


Tratava-se de um porão minúsculo, que foi adaptado criativamente como um micro pocket-Teatro, com três arquibancadas praticamente em cima do pequeno palco, além de espaços úteis otimizados para bomboniére e venda de discos e merchandising.
Apesar das dimensões minúsculas, tudo foi ajeitado de uma forma harmônica, com bilheteria colocada ao final da escada de acesso, o camarim atrás da arquibancada da lateral esquerda, e a entrada em cena por aquele lado.
Com P.A.(sistema de som), e iluminação compatíveis e muito dignos, os artistas tinham ao seu dispor, uma excelente infraestrutura adequada às dimensões, logicamente.
Wilson Souto Jr.; Riba de Castro; Fernando Alexandre, e Chico Pardal cuidavam do simpático espaço e desde o início, suas portas abriram-se democraticamente à uma leva de novos artistas que acabou formando um movimento, uma cena que ficou conhecida na imprensa especializada como "Vanguarda Paulista".


O Teatro Lira Paulistana teve papel preponderante como agente aglutinador, sem dúvida, mas houve também a explosão natural de artistas talentosos como Arrigo Barnabé; Itamar Assumpção; Premeditando o Breque; Grupo Rumo; Língua de Trapo; Grupo Um etc.
Mais tarde, de 1982 em diante, o Rock brasileiro oitentista achou no Lira Paulistana, também um espaço maravilhoso para expandir-se.
Ira; Titãs; Ultraje a Rigor; Capital Inicial; Legião Urbana; Os Inocentes; Cólera, e Laura Finocchiaro, entre inúmeros outros da cena do Punk e Pós-Punk, começaram ali a sua trajetória de sucesso.



Um pouco adiante, o pessoal do Hard-Rock e do Heavy-Metal também descobriu no Lira Paulistana, o seu palco ideal e permanente. A Chave do Sol; Harppia; Dorsal Atlântica; Platina, e outras tantas, se apresentaram ali com grande sucesso de público.
Era muito comum as filas dobrarem a esquina da Rua Teodoro Sampaio com a Avenida Henrique Schaumann, tendo a bilheteria esgotada, tamanho o sucesso dos artistas emergentes que ali se apresentavam.
Memorável portanto esse momento cultural da cidade, onde havia um público muito interessado em acompanhar artistas que, salvo as honrosas exceções, não eram exatamente famosos no mainstream (pelo menos nessa etapa da carreira, considerando que alguns catapultaram-se a seguir).

Eu, Luiz Domingues, tenho também uma relação afetiva com essa memória.
No palco do Lira Paulistana, toquei muitas vezes com duas bandas onde fui membro: Língua de Trapo e A Chave do Sol.
Com o Língua de Trapo, apresentei-me 38 vezes, entre 1983 e 1984, durante a turnê, "Sem Indiretas". Foram alguns shows avulsos e duas temporadas de quarta a domingo, com sessão dupla aos domingos. 



Como era a minha segunda passagem pela banda (anteriormente fui membro da fundação da banda, de 1979 até 1981), logo que fui fazer o meu primeiro show ali, os membros mais antigos que já conheciam o Teatro, me advertiram : -"Você vai ver as paredes suarem"...
E de fato, quando o teatro lotava, as paredes pingavam literalmente, por conta do vapor produzido pela respiração coletiva.
E com A Chave do Sol, apresentei-me por 12 vezes, entre 1984 e 1985.

A Chave do Sol no Lira Paulistana num show de 1985 

Em meio à essas apresentações da Chave do Sol, trago na lembrança os shows de lançamento de dois discos, respectivamente em 1984 e 1985. Com direito à intervenções teatralizadas de atores convidados e texto hermético do poeta Julio Revoredo, em ambas as ocasiões, fizemos apresentações performáticas que surpreenderam público e críticos.
Infelizmente esse ciclo do Lira Paulistana encerrou-se quando o Sr. Janio Quadros assumiu a prefeitura em 1986, e num de seus tresloucados atos, mandou fechar o espaço, alegando falta de segurança.
Nada que não pudesse ser equacionado com bom senso, mas a intransigência foi grande do alcaide temperamental e com ideias bem ultrapassadas de gestão pública. Surgiram os ônibus vermelhos de dois andares, imitando Londres numa macaquice de Jeca Tatu, e fechou-se o Lira Paulistana, baluarte do artista autoral e sem recursos. Em suma, a cidade de São Paulo perdeu duas vezes...
Recentemente, lançou-se um bom documentário contando a história e os "causos" do velho Lira Paulistana.


Oportunidade boa para conhecer a sua trajetória importantíssima para a cultura de São Paulo e do Brasil, e acima de tudo reivindicar: precisamos de um novo (ou mais de um !), Lira Paulistana e dessa forma, abrir-se espaço para os artistas autorais sem recursos conseguirem divulgar o seu trabalho, e principalmente refazer o hábito do paulistano sair de casa não para as baladas, onde a música é mero pano de fundo para embalar as bebedeiras, mas protagonista, como nos velhos tempos.

Matéria publicada inicialmente no Site/Blog Orra Meu, republicada posteriormente no Blog Pedro da Veiga, e no Blog Combate Rock, do Portal do Jornal da Tarde de São Paulo, as três publicações em 2012. 

É isso aí pessoal!
Espero que tenham gostado de mais uma matéria do sensacional Luiz Domingues.
Um abraço e até a próxima coluna!

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Técnicas Para Contrabaixo – Notas Abafadas – Parte 5


Olá pessoal!

Nesta semana temos mais uma coluna sobre as notas abafadas, agora aplicando a técnica em alguns estilos importantes, sendo a intenção desta, mostrar que podemos utilizar abafados em diversas situações diferentes. É importante prestar bastante atenção as características de cada estilo proposto.

Exercício 1 – Bossa 1


Neste exercício a técnica é aplicada sobre uma levada simples de Bossa Nova, a condução é feita utilizando basicamente a Fundamental e a Quinta de cada acorde. Quanto a rítmica vale ressaltar a fórmula de compasso que está em 2/4, isso quer dizer que continuamos utilizando a semínima como a nota que vale um tempo. Portanto a célula rítmica é construída com a colcheia pontuada que vale 3/4 de tempo e a semicolcheia que vale 1/4 de tempo. A nota abafada é aplicada sobre a semicolcheia.



Exercício 2 – Bossa 2


Neste exercício são apresentadas variações na condução, as outras ideias continuam sendo aplicadas como no exercício anterior.



Exercício 3 – Jazz


Antes de mais nada é necessário entender que no Jazz a colcheia é tocada de uma maneira diferente do que tocamos convencionalmente, a ideia é utilizar o que chamamos de swing-feel que é uma forma de tocar esta colcheia mais swingada, o ideal é escutar e tirar muitas linhas de jazz para entender este swing. No exercício proposto são utilizadas notas abafadas na passagem de uma nota para outra e também os famosos triplets nos compassos 3 e 4. A condução é feita basicamente utilizando as notas do acorde e aproximações cromáticas.



Vídeo





Estudem estes estilos e escutem bastante as linhas de baixo para poder ter o maior número de variações interiorizadas.

Abraços e até a próxima coluna!

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Documentário do Mês: Titãs - A vida até parece uma festa


Olá pessoal!
Neste mês temos como sugestão o documentário da banda Titãs - A vida até parece uma festa. Este documentário retrata a carreira de 25 anos da banda brasileira, sendo que este longa metragem foi elaborado com fitas gravadas por Branco Mello (vocalista e hoje, também baixista da banda).



Ficha Técnica

Por: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves
Produção: Angela Figueiredo, Paulo Roberto Schmidt, Maria Clara Fernandez, Fábio Zavala e Cristina Fantato
Roteiro: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves
Elenco: Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Marcelo Fromer, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto
Idioma: Português

Abraços e até a próxima coluna!

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Aula 01 - TMF - Harmonia

E aí galera!

Está no ar o primeiro vídeo do nosso canal.
Curtam nossas redes e acompanhe o nosso trabalho, sempre estaremos postando novidades.


Informações:

Vídeo sobre harmonia com os músicos Mauricio Fernandes​ (guitarra) e Fernando Tavares​ (contrabaixo).

Filmado e editado por Renata Pereira​.

O projeto TMF Trio​ engloba aulas, composições próprias, workshops e muito mais, sempre com muita música.

Fique de olho em nossas redes sociais @oficialtmf

Muita música para todos vocês!

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Sugestão do Mês - Yes - The Yes Album


Olá pessoal!
Estamos de volta para mais uma coluna "Sugestão do Mês". Lembrando que nesta coluna eu passo álbuns, DVDs, livros, entre outros que fizeram parte da história da música e que também me ajudaram a conhecer um pouco mais a respeito deste maravilhoso universo.
Neste mês temos o fantástico "The Yes Album" da banda Yes. Este álbum foi o primeiro com o guitarrista Steve Howe e nele já pode ser percebida a diretriz que a banda tomaria e que resultaria nos álbuns "Fragile" e "Close To The Edge".


Ficha Técnica:

Músicas

1. Yours Is No Disgrace (Bill Bruford, Chris Squire, Jon Anderson, Steve Howe, Tony Kaye) - 9:40
2. Clap (Steve Howe) - 3:16
3. Starship Trooper
3a. Life Seeker (Jon Anderson)
3b. Disillusion (Chris Squire)
3c. Würm (Steve Howe)- 9:28
4. I've Seen All Good People
4a. Your Move (Jon Anderson)
4b. All Good People (Chris Squire)- 6:55
5. A Venture (Jon Anderson)- 3:20
6. Perpetual Change (Chris Squire, Jon Anderson) - 8:57

Músicos

John Anderson - Voz, Percussão
Steve Howe - Violão, Guitarra, Voz
Chris Squire - Contrabaixo, Voz
Bill Bruford - Bateria
Tony Kaye - Piano, Órgão, Sintetizador

Design – Jon Goodchild
Produzido – Yes
Engenheiro – Eddie Offord

Vídeo


Espero que gostem deste álbum desta genial banda e principalmente escutem e estudem as linhas de baixo feitas por Squire para este álbum.
Bons estudos e até a próxima coluna!

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Transcrição Tower of Power - Oakland Stroke...


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Oakland Stroke..." da banda Tower of Power com o baixista Francis Rocco Prestia disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!