Fernando Tavares

Fernando Tavares

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Artigos & Resenhas - CD Power Blues / Power Blues - Por Luiz Domingues

 

 Olá pessoal! 


Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o álbum Power Blues da banda Power Blues.

A matéria original pode ser encontrada neste link.

http://luiz-domingues.blogspot.com/2019/10/cd-power-blues-power-blues-por-luiz.html

Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.

Um breve release do Luiz feito pelo próprio:

Sou músico e escrevo matérias para diversos Blogs. Aqui neste Blog particular, reúno minha produção geral e divulgo minhas atividades musicais. Como músico, iniciei minha carreira em 1976, tendo tocado em diversas bandas. Atualmente, estou atuando com Os Kurandeiros.

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

CD Power Blues / Power Blues - Por Luiz Domingues


Quando um grupo de músicos tarimbados anuncia que formou uma banda de Rock, a expectativa gerada previamente já garante uma simpatia pelo trabalho, mesmo antes do primeiro acorde que essa turma boa vai emitir através de seus instrumentos, pois é óbvio que desse novo grupo, somente coisas boas advirão. 

Formada por Daniel Gerber (guitarra e voz), Paula Mota (voz e percussão), Daniel “Kid” Ribeiro (baixo e voz) e Franklin Paolillo (bateria e percussão), essa banda nasceu para brilhar e o seu debut fonográfico prova isso, plenamente.

O extrato da banda é o Rock clássico e o Blues como fontes primordiais. Dentro desse espectro, há uma mobilidade interessante entre a aposta natural em torno das escolhas pela sonoridade vintage e a modernidade. Pois ao avançar nessa predisposição, a banda acerta em cheio ao manter ao estética inteiramente inspirada no melhor do Rock pregresso, em termos estéticos e simultaneamente, deter um áudio moderno, com o melhor da tecnologia da atualidade. 

Acrescento mais um dado que julgo ser oportuno: cerca de dois anos atrás, uma discussão repercutiu na mídia internacional quando um jornalista musical levantou uma questão interessante sobre o panorama do Rock naquela atualidade e que se pode afirmar, ainda vigora. Em sua tese, a desconexão com a raiz do Blues prejudicara o Rock, observada em tendências que avançam desde a década de oitenta. Não cabe aqui avançar sobre tal discussão, mas serve como adendo ao observar que o Power Blues propõe exatamente o contrário, isto é, ao mostrar o seu trabalho inteiramente baseado em um Blues-Rock vigoroso, convicto em seus ideais e orgulhoso de suas raízes.

Na prática, em seu álbum de estreia, o Power Blues mostra uma coleção de canções fortes, mediante a observação de melodias muito boas. Ao ir além, a construção primordial das composições é orientada por uma autêntica usina de riffs muito fortes e os arranjos mostram-se excelentes, ao privilegiar a construção de convenções intrincadas em alguns momentos e que enriquecem sobremaneira as músicas. E a parte cantada mostra-se forte, com Paula Mota, a brilhar mediante o uso da sua emissão vocal que é muito boa, naturalmente.

No quesito das letras, a aposta da banda é pela crônica do cotidiano, no entanto, há espaço para cravar opinião ante as mazelas observadas no meio social, no entanto sem esbarrar em panfletagem política, portanto, uma escolha acertada ao meu ver, no sentido em que todo artista tem que fazer valer a sua opinião forte (e convenhamos, da parte de quem enxerga na frente, há por tornar-se um farol), entretanto, nem todo artista percebe tal sutileza e sobretudo a responsabilidade que possui em ser um influenciador em potencial, ao abusar da sua condição para tomar partido acintosamente sobre uma posição “A ou B”, quando o ideal seria manter-se imparcial para enxergar o todo da questão. Pois não é o caso do Power Blues, que porta-se com inteligência nesse sentido.


Sobre a capa do álbum, a ideia é muito incisiva ao dar ênfase a uma imagem de um amplificador em "close-up". A explosão energética total é sugerida, pois tem tudo a ver com o poder do Blues, elevado em tal grau de eletricidade, portanto, eis aqui um exemplo perfeito a destacar-se em termos de sincronia entre a música e a imagem escolhida para ilustrar a capa de um álbum, principalmente ao levar-se em conta o fato de constituir-se a sua estreia fonográfica. Nesses termos, a imagem que passa é perfeita ao mostrar a artilharia pesada que municia o poder do Blues. Sobre as canções em si, cabe destacar:

“A Vida me Espera”

O Rock’n‘ Roll apresenta-se sem nenhuma parcimônia, com uma base fortemente influenciada pela influência setentista. Tem o vigor envolvente a mostrar força, no entanto, ao mesmo tempo é dançante ao extremo. 

Destaca-se a voz aguda de Paula Mota, com timbre muito bonito, afinação e estilo de interpretação cativante. A letra contém bom humor, ao citar diversos fatores a respeito da condição da mulher na sociedade e a ironizar o machismo, por conseguinte. Linha de baixo e bateria espetacular e não apenas durante a exceção de um solo excelente, mas também a realçar a base, é preciso salientar que muitos contra-solos executados por Daniel Gerber, mostram-se criativos, ao interagir diretamente com o sentido da letra, principalmente no bom uso do recurso do wah-wah.

“Sexta-Feira”

Trata-se de um belo Blues-Rock, com a observação da linha harmônica tradicional do gênero, mas ao agregar elementos ricos em termos de convenções muito precisas. Impressiona o áudio a realçar os timbres verdadeiramente espetaculares de todos os instrumentos. Sobre a interpretação e execução da parte da banda, não há muito a acrescentar, visto que mostra-se perfeita.

“Liberdade Tem um Preço”

Nesta faixa a temperatura esquenta ainda mais. A transitar entre o Acid-Rock sessentista e o Hard-Rock Setentista, tal música mostra uma energia impressionante. Além disso, é notável a qualidade da melodia, o que ajuda a dar eloquência à proposta expressa em sua letra, a citar filosoficamente, mas em alto e bom som, um posicionamento firme em termos libertários. Paula canta com ênfase:

“Ninguém bate mais forte do que a vida... Liberdade tem um preço”...

Gostei muito da quebrada rítmica imposta pela bateria e o baixo, a inverter os tempos, ao estilo do Led Zeppelin em alguns trechos, e assim revelar criatividade e brilho. É impressionante o timbre do baixo, a mostrar o estalo bem proeminente ao final das notas, e assim a sugerir o som de John Entwistle.

Assista abaixo, o clip da canção: “Mentes Criminosas”

Eis o Link para assistir no You Tube:


“Mentes Crimonosas”

Carro chefe do álbum, pelo fato em ter motivado a produção do primeiro vídeoclip da banda, essa canção é sem dúvida a que apresenta uma roupagem mais moderna, no sentido do Hard-Rock. Mesmo a conter essa roupagem mais atual, em seu momento decisivo como ápice, ao destacar-se o seu riff primordial, eis que um fraseado bastante inspirado na surf music cinquenta/sessentista comanda a atenção. O baixo tocado por Daniel Kid, brilha mais uma vez ao estabelecer um solo estiloso, com farto uso de efeitos.

“Berço da Terra”

Eis que um momento para acalmar o ânimo, sobrevém e mediante alto estilo, eu devo observar. “Berço da Terra” traz em seu início a condução de uma balada doce, sustentada por um trabalho de guitarra muito bom e devidamente sedimentado pela presença do imponente órgão Hammond, sempre agradável em sua sonoridade tão característica. 

No entanto, o ritmo acelera ao propor uma mudança na fórmula de compasso para o 2/4 e que sugere ao dobrar-se naturalmente, o 6/8. O solo de guitarra bem melódico, é muito bonito. A banda investe em uma bela inserção ao Prog-Rock, algo aparentemente surpreendente, visto não ser a proposta mais clara da banda e por isso mesmo, é muito agradável ouvi-la em tal viagem instrumental auspiciosa, aparentemente distante de sua zona de conforto bluesy.

“Nunca Diga Nunca”

Eis o tema mais balançado do disco, ao mostrar-se muito inspirado no estilo de muitas bandas maravilhosas que transitaram com desenvoltura entre os anos sessenta e setenta. A melodia é muito boa, com uma interpretação excelente da parte de Paula Mota, que remeteu-me à lembrança da grande e saudosa, Silvinha. Mediante uma linha de baixo e bateria, excelente, destaco igualmente a percussão que é sutil, mas contribuiu para garantir mais molho à composição. 

“Louca de Pedra”

Outro tema bastante dançante, traz o Rock’n‘ Roll em perfeita comunhão como o melhor do R’n’B, ou seja, uma combinação explosiva que torna impossível ao ouvinte, ouvir sem sentir a vontade irresistível de dançar sem parar. É providencial a presença do piano ao trazer o elemento, “boggie woggie”. Paula Mota arrebenta ao lembrar bastante a voz de Maggie Bell e a banda soa como o Stone The Crown em seus melhores dias. 

“Chega de Chorar”

Mostra-se muito boa a ideia dos acordes soltos feitas pela guitarra ao início, gostei muito. Rock vigoroso, tem em sua letra uma ode ao alto astral, por destacar o otimismo como melhor meio para que ninguém deixe-se contaminar pela choradeira observada em uma sociedade doente, onde as pessoas vivem tristes em seu cotidiano, talvez equivocadas em colocar todas as suas expectativas em torno de metas que foram impostas pela formação de opinião alheia, ou seja, valores que muito possivelmente nem fossem exatamente os seus por natureza, se não houvessem sido sugestionadas por isso. Gostei bastante do intermezzo desdobrado que realçou um belo solo melódico (mais uma vez), executado por Daniel Gerber.

“A Coisa Tá Dura”

O início com o baixo isolado, mais uma vez realça um belíssimo timbre extraído por Daniel “Kid“ Ribeiro. Tema acelerado, mostra um Rock mais reto e direto, a conter uma letra a expressar a insatisfação do cidadão comum em meio aos malfeitos perpetrados  pelos poderosos & inescrupulosos.

Enfim, as canções são ótimas, a execução e interpretação da parte de seus instrumentistas e cantora, excelentes, os arranjos são muito bem feitos, o áudio é exemplar e nesse último quesito, certamente há o mérito em conjunto com o técnicos envolvidos nesta produção e neste caso, a qualidade do estúdio em si, do qual sou suspeito para elogiar, pois sou conhecedor de sua infraestrutura, construída com o rigor técnico em torno do padrão internacional da parte de seus proprietários, os irmãos Schevano, meus amigos de longa data.

Bem, merece uma menção muito honrosa, o senhor, Franklin Paolillo, que gravou este álbum e por força das circunstâncias, afastou-se momentaneamente da banda por uma questão de saúde, e tem sido substituído nos shows pelo grande, Roby Pontes, que também é um baterista dotado de uma técnica impressionante. 

No caso de Franklin, a sua monstruosidade como baterista é pública e notória, a dispensar uma maior explicação. A sua atuação neste álbum é espetacular, na exata medida em que espera-se da atuação de um gênio como ele o é, portanto, expresso aqui os meus mais sinceros votos para que a sua convalescença seja a mais breve possível e que em muito breve ele possa retomar o seu posto na banda.

Gravado no Estúdio Orra Meu em São Paulo
Técnicos de Som (captura): Gustavo Barcellos e André Miskalo
Técnicos de mixagem e masterização: Gustavo Barcellos e Daniel Gerber
Capa (criação e lay-out): Rogério Sodré, Daniel Gerber e Luis “Caverna” Correa
Produção André Miskalo, Daniel Gerber e Daniel “Kid” Ribeiro

A formação do Power Blues no álbum:
Daniel Gerber: Guitarra e Voz
Paula Mota: Voz e Percussão
Daniel “Kid” Ribeiro: Baixo e Voz
Franklin Paolillo: Bateria e Voz

Músico Convidado:
Marcello Schevano: Teclados

Para conhecer melhor o trabalho do Power Blues, acesse:
Página da banda no Facebook:
Canal do You Tube da banda:
Contato direto com a banda:
bandapowerblues@gmail.com
O álbum inicial do Power Blues, pode ser escutado em diversas plataformas digitais.

Agradeço o apoio da assessora de imprensa, Briba Castro, que gentilmente providenciou-me material de divulgação da banda. 

É isso aí pessoal!
Espero que gostem desta resenha do Luiz Domingues e principalmente, que conheçam o som da banda Power Blues.
Abraços e até a próxima!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Harmonia aplicada no contrabaixo - Acordes - Parte 02

 
Olá pessoal!

Estamos de volta com mais uma coluna sobre acordes no contrabaixo.
 
Estas colunas saíram originalmente pela antiga revista Bass Player Brasil e fazem parte do material de apoio utilizado em minhas aulas de contrabaixo presencial e a distância.

Para maiores informações sobre as aulas, entre em contato pelo e-mail femtavares@gmail.com

ACORDES (PARTE 2) – Tríades – Modelos alternativos para acordes com três vozes 


Dando sequência a primeira coluna que fizemos sobre acordes, apresentaremos nesta coluna modelo alternativos para o desenho básico.

No modelo 2, temos a ideia de oitavar a terça, formando um acorde com salto de corda, esta ideia é interessante, pois nos dá uma opção de som mais “aberto” (figura 1). 


Agora no terceiro modelo vamos omitir notas. A primeira nota que podemos omitir é a quinta justa, obviamente nos acordes diminutos e aumentados não aconselhamos a omissão da quinta, pois os acordes perderiam o som característico deles, percebam que não passei esta ideia de omissão para estes acordes. Temos os modelos 1 e 2 pensando na omissão da quinta e substituição dela pela oitava (figura 2).


É isso aí pessoal!
Na próxima coluna passarei alguns padrões de dedilhado para estudarmos estes modelos de acorde.
Abraços e até a próxima!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Transcrição do Mês - Jamiroquai - Traveling Without A Moving


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de contrabaixo da música "Traveling Without a Moving" da banda Jamiroquai com o genial baixista Stuart Zender disponível gratuitamente no meu site. 

Link para Transcrição Completa - Clique aqui
https://www.dropbox.com/s/vwpabu9ptm4x76t/Jamiroquai%20-%20Travelling%20Without%20Moving.pdf?dl=0 

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 tablaturas/partituras que são usadas como material de apoio nas aulas do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima coluna!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Álbuns Clássicos - Milton Nascimento & Lô Borges - Clube da Esquina


Olá pessoal!

Nesta semana temos uma matéria especial sobre o álbum Clube da Equina de Milton Nascimento e Lô Borges.

Clube da Esquina


 

Álbum de estúdio lançado em Março de 1972 por Milton Nascimento e Lô Borges. Este é considerado um dos lançamentos mais importantes da música brasileira. As músicas possuem elementos de diversos estilos musicais como o Rock, o Jazz e a Música Brasileira, além de letras de extrema qualidade. 
A audição do álbum inteiro é aconselhada, mas as músicas que mais gosto são:
-Cais, Trem Azul,  Saídas e Bandeiras nº 1 (esta com uma linha de Baixo bem legal),  Um Girassol da Cor do Seu Cabelo, San Vicente, Nada Será Como Antes e várias outras que viraram clássicos da nossa música.

Algumas informações importantes sobre o disco:

-Clube da Esquina é o álbum do coletivo de músicos brasileiros conhecidos como Clube da Esquina, liderado pelos cantores e compositores Milton Nascimento & Lô Borges, a quem o álbum foi creditado.
-A capa traz a foto de dois meninos, Cacau e Tonho, fotografados em uma estradinha de terra nas proximidades de Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, próximo de onde moravam os pais adotivos de Milton Nascimento.
-O LP foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista Rolling Stone como o sétimo melhor disco brasileiro de todos os tempos.

Faixas

01-Tudo Que Você Podia Ser (Lô Borges, Márcio Borges) – 2:56 - Voz: Milton Nascimento
02-Cais (Milton Nascimento, Ronaldo Bastos) – 2:45 - Voz: Milton Nascimento
03-O Trem Azul (Lô Borges, Ronaldo Bastos) – 4:05 - Voz: Lô Borges
04-Saídas e Bandeiras nº 1 (Milton Nascimento, Fernando Brant) – 0:45 – Voz: Beto Guedes e Milton Nascimento
05-Nuvem Cigana (Lô Borges, Ronaldo Bastos) – 3:00 - Voz: Milton Nascimento
06-Cravo e Canela (Milton Nascimento, Ronaldo Bastos) – 2:32 – Voz: Lô Borges e Milton Nascimento
07-Dos Cruces (Carmelo Larrea) – 5:22 – Voz: Milton Nascimento
08-Um Girassol da Cor do Seu Cabelo (Lô Borges, Márcio Borges) – 4:13 – Voz: Lô Borges
09-San Vicente (Milton Nascimento, Fernando Brant) – 2:47 – Voz: Milton Nascimento
10-Estrelas (Lô Borges, Márcio Borges) – 0:29 – Voz: Lô Borges
11-Clube da Esquina nº 2 (Milton Nascimento, Lô Borges, Márcio Borges) – 3:39
12-Paisagem da Janela" (Lô Borges, Fernando Brant) – 2:58 – Voz: Lô Borges
13-Me Deixa em Paz (Monsueto, Ayrton Amorim) – 3:06 – Voz: Alaíde Costa e Milton Nascimento
14-Os Povos (Milton Nascimento, Márcio Borges) – 4:31 – Voz: Milton Nascimento
15-Saídas e Bandeiras nº 2 (Milton Nascimento, Fernando Brant) – 1:31 -  Voz: Beto Guedes e Milton Nascimento
16-Um Gosto de Sol (Milton Nascimento, Fernando Brant) – 4:21 – Voz: Milton Nascimento
17-Pelo Amor de Deus" (Milton Nascimento, Fernando Brant) – 2:06 – Voz: Milton Nascimento
18-Lilia (Milton Nascimento) – 2:34 -  Voz: Milton Nascimento
19-Trem de Doido (Lô Borges, Márcio Borges) – 3:58 – Voz: Lô Borges
20-Nada Será Como Antes (Milton Nascimento, Ronaldo Bastos) – 3:24 – Voz: Beto Guedes e Milton Nascimento
21-Ao Que Vai Nascer (Milton Nascimento, Fernando Brant) – 3:21 – Voz: Milton Nascimento

Créditos:

Alaide Costa – Voz
Beto Guedes – Contrabaixo, Carrilhão, Viola, Voz e Backing Vocals
Lô Borges – Guitarra, Percussão, Viola, Voz e Backing Vocals
Luís Alves – Contrabaixo e Caxixi
Luiz Gonzaga – Backing Vocals
Milton Nascimento – Guitarra, Piano, Viola e Voz
Nelson Ângelo – Guitarra, Percussão, Piano e Surdo
Paulinho Braga – Percussão
Robertinho Silva – Bateria e Percussão
Rubinho – Tumbadora
Tavito – Guitarra, Viola e Voz
Toninho Horta – Guitarra, Percussão e Backing Vocals
Wagner Tiso – Orgão e Piano

Link para escutar o álbum no spotify:


Link para o Youtube


Abraços e até a próxima coluna!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Técnicas para Contrabaixo - Mini-Curso - Two Hands - Aulas 05 a 08


Olá Pessoal!

Em anos anteriores eu lancei alguns mini-cursos aqui no site.
Postarei alguns deles aqui para vocês.
Este é o mini-curso com as aulas 5, 6, 7 e 8 sobre a técnica de Two Hands.
Para quem não assistiu as quatro primeiras aulas, elas podem ser encontradas neste link:
http://www.femtavares.com.br/2019/02/tecnicas-para-contrabaixo-mini-curso.html

Aula 05

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2015/06/two-hands-05.html

Aula 06

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2015/07/two-hands-06-every-breath-you-take.html

Aula 07

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2015/07/two-hands-07.html

Aula 08

Aula texto completa:

http://www.femtavares.com.br/2012/05/two-hands-08.html

Estude as colunas com calma e tente fazer na ordem, pois elas possuem uma sequencia que aumenta a dificuldade de forma gradual.

Abraço e bons estudos!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Estudos de Jazz - Parte 14 - Aproximações Cromáticas


Olá pessoal!

Voltamos nesta semana com mais uma coluna sobre Jazz. Veremos a aplicação das aproximações cromáticas para as notas do acorde, lembrando que neste momento dos nossos estudos, pensaremos as aproximações somente para a fundamental de cada acorde. As aproximações são muito usadas na construção de frases e melodias.

Exercício 1


Neste primeiro exercício temos a aproximação cromática de uma nota, com a nota alvo no dedo dois do padrão 1-(2).

Exercício 2


No segundo exercício temos a aproximação cromática de uma nota, com a nota alvo no dedo um do padrão 2-(1).

Exercício 3


Neste último exercício temos o arpejo nas três primeiras colcheias e a aproximação para a nota alvo no terceiro tempo do compasso e depois a nota alvo no primeiro tempo do compasso posterior, o padrão utilizado é o 1,3 (2).


Estude os padrões, na próxima coluna construiremos algumas frases com estes cromatismos.

Abraços e até a próxima coluna!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Novas produções para 2022

Olá pessoal!

O estúdio está pronto e já estamos produzindo.


Começamos a trabalhar no projeto Música Livre do LEDEP-USP e logo mais colocaremos novos vídeos aqui no nosso canal.

Abraços e fiquem de olho! 

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Aulas de Contrabaixo, Teoria e Análise com Fernando Tavares


Aulas de Contrabaixo, Composição, Improvisação, Teoria e Análise com Fernando Tavares!

Maiores informações na página: http://femtavares.blogspot.com.br/p/aulas.html
Contato pelo e-mail femtavares@gmail.com

Mestre em Musicologia - ECA-USP
Licenciado em Música
Especialista em Docência no Ensino a Distância pela UFSCar
Trabalha como pesquisador no LAMUS - USP Leste, no LEDEP - USP Leste e no CEMUPE - UFAL
Aulas presenciais em Pinheiros (próximo aos metrôs Clínicas e Oscar Freire (seguindo os protocolos de saúde).
Aulas On-line (Via Zoom, Facebook e/ou Google Meet)!
Materiais de estudo para vários estilos e sobre diversos tópicos.
Aulas personalizadas e focadas na necessidade e no estilo de cada aluno.
Contrabaixista das bandas:
Apostrophe' Trio
Medusa Trio

Fernando Tavares usa Cordas Giannini, Cabos Datalink e Monitores e Fones Edifier!
Veja um pouco das aulas nesta playlist do youtube:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLC03A13E41EDB2266
Abraços e bons estudos!

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Transcrição exclusiva para alunos - Allan Holdsworth - Letters of Marque

 
Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de baixo da música "Lettes of Marque" do guitarrista Allan Holdsworth, com o baixista Paul Carmichael, disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!