quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Baixista do mês - Abraham Laboriel



Nome: Abraham Lopez Laboriel


Nascimento: 17 de julho de 1947 na Cidade do México

Bandas: 
Selecionadas
George Benson, Herb Alpert, Gary Burton, Chet Atkins, Larry Carlton, Billy Cobham, Joan Baez, Chick Corea, Randy Crawford, The Crusaders, George Duke, Roberto Carlos, Peter Cetera, Ella Fitzgerald, Steve Gadd, Placido Domingo, Stan Getz, Djavan, Gilberto Gil, João Gilberto, José Feliciano, Aretha Franklin, Herbie Hancock, Freddie Hubbard, Al Jarreau, Julio Iglesias, etc.

Discografia: 
-Solo
1993-Dear Friends
1994-Guidum

Vídeo Link:


Abraços e até a próxima coluna!

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Estudos de Jazz - PARTE 10 - Análise de Autumn Leaves



Olá pessoal!

Como andam todos os estudos de Jazz?

Nesta semana damos uma parada em nossas aulas práticas de Jazz para analisarmos o nosso repertório alvo, Autumn Leaves.

O repertório de Jazz possui muitas músicas que poderíamos utilizar como repertório alvo, mas por qual motivo optamos por Autumn Leaves?

Simples, esta música possui a “cadência mais utilizada no Jazz”, o famoso II (dois) V (cinco) I (um) em suas duas formas: para o I (um) maior e para o I (um) menor.

Antes de analisarmos a música, vamos olhar para os campos harmônicos envolvidos. Uma questão muito interessante nas harmonias de Jazz, é atentarmos para as tonicizações. Estas são modulações temporárias e locais, como uma ida para uma estrada secundária e uma volta para a estrada principal.

Essa característica de diversas músicas do estilo fazem com que um estudante necessite ter um domínio dos campos harmônicos, mas não se assuste, de uma forma geral, estas tonicizações são feitas com esquemas harmônicos bem simples. 

Então, vamos analisar os campos harmônicos relacionados à música Autumn Leaves.

Campo Harmônico de Si Bemol Maior
Bbmaj7 (I), Cm7(II), Dm7(III), Ebmaj7(IV), F7(V), Gm7(VI) e Am7(b5)(VII).

Campo Harmônico de Sol Menor (relativo de Si bemol maior).  
Gm7(I), Am7(b5)(II) Bbmaj7 (bIII), Cm7(IV), D7(V)*, Ebmaj7(bVI) e F7(bVII).
*este acorde é proveniente do campo harmônico da escala menor harmônica. 

Percebam que o V7 que utilizaremos no menor é o que encontramos na menor harmônica de Gm.

Outro ponto interessante é a relação entre as notas da melodia e o acorde sob o qual ela é feita, assim, deixo a análise melódica também.


Nos quatro primeiros compassos analisei a música em relação ao campo harmônico de Si Bemol Maior. Isto foi feito para facilitar a visualização o II (Cm7) V (F7) I (Bbmaj7) Maior.
O restante da analise é feita tendo como base o campo harmônico e Sol Menor.

Abraços e até a próxima coluna!

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Artigos & Resenhas - CD Older Than Time / Canyon - Por Luiz Domingues

 

Olá pessoal! 

Estamos de volta com mais uma coluna Artigos e Resenhas aqui no nosso site. Dessa vez o sensacional Luiz Domingues nos fala sobre o álbum "Older Than time" do grupo de Rock Progressivo Canyon.

A matéria original pode ser encontrada neste link.

http://luiz-domingues.blogspot.com/2019/07/cd-older-than-time-canyon-por-luiz.html

Lembrando que o nosso amigo possui três blogs diferentes que estão nos links abaixo.
http://luiz-domingues.blogspot.com.br/
http://blogdoluizdomingues2.blogspot.com.br/
http://luizdomingues3.blogspot.com.br/

Sem mais, vamos ao texto do Luiz:

CD Older Than Time / Canyon - Por Luiz Domingues


O CD “Older Than Time”, é o mais recente lançamento da excelente banda, Canyon, oriunda de São Luís, a capital do estado do Maranhão. 

Bem, como é público e notório, essa bela capital nordestina tem uma forte tradição em torno do Reggae e para muitos críticos musicais, é considerada um pedaço da Jamaica no Brasil, tamanha a força de tal cena ali. Entretanto, é um erro crasso estigmatizar uma cidade (e um estado), por um único estilo musical, pois é evidente que isso não é uma verdade absoluta, visto que outros segmentos são bem apreciados, ainda mais ao tratar-se de uma capital com vida cultural pulsante e sintonizada no pensamento cosmopolita, naturalmente. 

Pois o Canyon é um bom exemplo de como a cidade tem artistas sintonizados em outras escolas, pois eis aqui uma banda fortemente influenciada pelo Rock dos anos setenta, e sobretudo focada nas vertentes do Hard-Rock e Progressive Rock. Desde 2009 na estrada, essa banda já tem muitos lançamentos em sua ótima discografia e agora acrescenta o excelente álbum, “Older Than Time” em seu currículo.

Neste novo trabalho, o Canyon mantém a sua determinação em trabalhar com afinco entre essas duas vertentes citadas acima, com muita qualidade técnica, criatividade e inspiração. E também segue a cantar em inglês, uma escolha certamente a visar uma adequação ao mercado internacional, portanto trata-se de uma aspiração válida. 

Gostei muito do capricho da banda no tocante aos arranjos. Nada escapa, há um trabalho minucioso para dar um bom acabamento, com pontes e convenções que enriquecem o trabalho. Os timbres dos instrumentos também agradaram-me bastante, a buscar o máximo da identidade vintage, algo vital para um tipo de banda que busca a sua inspiração em influências tão nobres do passado. 

E para completar o assunto sobre o áudio, esse álbum detém um padrão de gravação muito bom, com uma mixagem correta, onde ouve-se tudo no lugar, devidamente. 

É também sensacional, saber que o baterista da banda, Ítalo Silva, foi o técnico de som no processo de captura, mixagem e masterização, deste trabalho, ao demonstrar talento extra e mais do que isso, saber como ninguém que som buscar nessa complexa operação técnica, em suas três etapas.


No tocante à capa, gostei bastante da ilustração frontal. Plena em simbolismo, evoca muitos signos do esoterismo, shamanismo, sabedoria ancestral e afins. Trata-se da figura de um ancião (talvez indígena pelas suas feições), devidamente desconstruído no sentido abstrato, a lembrar vagamente uma menção ao estilo cubista, com uma caverna às suas costas, a sugerir muitas camadas e denotar dessa forma, a questão da passagem do tempo. 

De fato, como o título da obra sugere, é mais velho que o tempo o local onde alojam-se os segredos herméticos. Em suma, uma bela ilustração para sacramentar uma temática tão grandiosa e misteriosa. Além do mais, gostei muito da sua resolução em si, rica em sua arte, com muitos detalhes nas bordas, ou seja, a se tratar de um trabalho muito caprichado. 

E tudo melhora quando toma-se conhecimento de que o responsável pela criação e lay-out desse ótimo trabalho gráfico é um outro um componente da própria banda, no caso, Ramon Silva. Portanto, o controle total da embalagem, tanto no áudio, quanto na parte gráfica, faz do Canyon uma banda com a uma qualidade a mais, e que revela-se como algo extraordinário em termos de autossuficiência artística e operacional.

Por enquanto, o álbum existe apenas virtualmente, entretanto, a banda planeja o seu lançamento em plataforma física, em formato de CD tradicional, para breve. Em relação às canções em si, eu tenho algo mais a acrescentar. 

Ouça o álbum na plataforma, “Bandcamp”, enquanto segue a ler esta resenha.


“Fight Them”

Eis aqui umm belo Hard-Rock, com ênfase no riff bem construído, a conter peso e com elementos Prog-Rock, inclusos. Revela-se muito boa a intervenção de um solo de sintetizador, além de uma parte desdobrada da condução rítmica. Apreciei também o peso do baixo a sugerir o uso de bicordes como um recurso interessante.

“Hard Life”

O início a conter arpejos rápidos, lembrou-me bastante o trabalho do Rush em seus primeiros dias. A ótima melodia é amparada por uma base harmônica bem bonita. O refrão manteve o padrão, com uma fluência muito boa. 

Gostei também da parte desdobrada e dos efeitos obtidos via sintetizador. Uma mudança brusca vem a seguir e a música caminha para um tema mais pesado, onde a linha de bateria impressiona pela condução técnica, muito boa. Eis que mais um riff muito criativo surge, e desta vez com um ar diferente, quiçá inspirado em trilha sonora para o cinema, tamanha a sua grandiloquência. E o detalhe ao final, é singelo, quando ouve-se um harmônico a sugerir o sinal sonoro que antecede recados em saguão de aeroporto.

“Sorceress”

A impressão que eu tive ao ouvir esse vigoroso Hard-Rock, foi imediata em lembrar-me do som do grupo de Rock britânico, "UFO", nos anos setenta, onde a boa melodia sempre andava em sintonia com a condução vibrante e trata-se exatamente dessa prerrogativa que o Canyon fez uso nesta música.

“Sleeping Lady”

Essa é uma bela balada e a conter surpresas em seu decorrer. Começa com um emotivo solo de guitarra com a banda a estabelecer uma condução excelente e onde sobressai o bom uso dos timbres para cada instrumento. E a seguir, não há nada melhor que uma sonoridade mais amena, onde a massa sonora mais atenuada dá margem para que se preste uma melhor atenção em tal tipo de detalhe. 

A beleza dessa harmonia, muito bem amparada pela divisão rítmica, ativou a minha memória no sentido para lembrar-me do trabalho do "Renaissance", outra memorável banda Pro-Rock britânica dos anos setenta. Bem ao estilo Progger, a suíte evolui para apresentar um ótimo solo ao sintetizador, com o apoio de um ritmo quebrado e assim vai até o final, mediante mais sutilezas rítmicas e o bom uso dos teclados.

“Iron Giant”

Apesar do Riff com teor Bluesy, temos aqui um tema com forte orientação Prog-Rock, de novo e certamente a lembrar em alguns aspectos o som do grupo germânico, "Guru-Guru", para que dessa maneira, se possa igualmente buscar a identidade da escola Krautrock setentista. Em suma, só boas influências para redundar em uma boa resolução.

“Lunar Eclipse”

Mais uma canção a explorar muito bem o uso de teclados. Há um solo super climático, realizado com extrema sensibilidade, gostei muito.

“Older Than Time”

Há novamente, como na faixa anterior, uma certa percepção em prol do Blues-Rock. Uma parte amena sobrevém e a canção encerra-se mediante o uso de um Riff que finaliza-se, abruptamente.

“Questions No Answers”

Eis um Soft-Folk com um trabalho muito bonito dos vocais, inclusive com o uso do recurso do contraponto. Mostra-se muito bom o solo de guitarra e o mesmo se observa em relação à parte mais pesada e igualmente, o uso de uma locução com a voz bem processada, a conferir uma eloquência.

Estou feliz por verificar que o Canyon está a prosseguir com muita força em sua trajetória. Mais do que persistir, enxergo um frescor em seu trabalho, fruto naturalmente da experiência adquirida em conjunto com a qualidade individual de seus componentes e com um dado a mais, a criatividade que é uma questão de talento nato. 

Além de todos esses elementos, há a questão da cultura Rocker avantajada que esses rapazes possuem e assim, parece muito óbvio que fazer boa música é algo natural para quem conhece profundamente, as suas próprias influências. Sendo assim, a minha recomendação é evidente, o Canyon merece a nossa atenção, apreço e apoio, sempre.


Gravado, mixado e masterizado no Aeon Studio de São Luís-MA
Técnico de som (captura, mixagem e masterização): Ítalo Silva
Produção: Ítalo Silva e Canyon
Capa (criação e Lay-out): Ramon Silva

Formação do Canyon:
Ítalo Silva: Bateria
Jobson Machado (Guitarra, Teclados e Voz)
Leo Vieira (Baixo e Flauta)
Ramon Silva (Guitarra e Voz)

Para conhecer melhor o trabalho da banda, acesse:
Página do Canyon no Facebook:


E através das plataformas digitais:
Spotify, Deezer, Onerpm, Apple, Google Play e Bandcamp.


É isso aí pessoal!
Espero que curtam o som desta super banda!

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Transcrição Exclusiva para Alunos - Jamiroquai - Seven Days In Sunny June

  


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da linha de baixo da música "Seven Days In Sunny June" da banda Jamiroquai disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Coluna de Baixistas - O Estilo de Jeff Berlin


Olá Pessoal!

Nesta semana temos no site uma matéria especial sobre o estilo musical de Jeff Berlin. Nela demonstramos diversos exemplos de linhas criadas pelo baixista e nas quais analisamos a parte harmônica, melódica e rítmica do estilo do músico.

Este material faz parte de um acervo disponível como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Jeff Berlin


Nascido em 17 de Janeiro de 1953 em Long Island, NY. Jeff Berlin é um dos maiores virtuoses do Contrabaixo Elétrico e é considerado um dos maiores nomes do Jazz-Rock/Fusion. Dono de uma técnica espetacular, possui profundo conhecimento sobre harmonia e improvisação e também domina as técnicas de Slap e Two Hands, as quais utilizou no início de sua carreira.

Seus pais eram músicos e iniciou sua carreira musical aos nove anos tocando violino, aos 14 decidiu tocar contrabaixo tendo como principal influência o baixista Jack Bruce (Cream). 

Berlin desenvolveu sua carreira em Nova York durante os anos 70 tocando com Allan Holdsworth e Tony Willians. Em 1975 gravou na Europa o disco “Story of I” com o tecladista Patrick Moraz (Yes) e voltou a seguir para Nova York e passou a trabalhar como músico de estúdio e sideman. A lista de músicos com quem o baixista trabalhou é extensa, mas podemos citar seu trabalho nos discos solos do baterista Bill Bruford (Yes, Genesis e King Crimson), com Herbie Man, com Allan Holdsworth, com o projeto Anderson-Bruford-Wakeman-Howe entre outros. Iniciou sua carreira solo em 1985 com o álbum “Champion” lançando diversos álbuns durante os anos 2000, lançou também duas vídeo aulas.

Exemplo 1 - Bach 


No exemplo 1 temos um trecho da música “Bach”, este é um ótimo exercício para pedal Point.


Exemplo 2 - Bach 

No exemplo 2 temos uma sequencia de Arpejos bem legais extraídos da mesma música.
Esta música foi publicada por mim em várias revistas e sites, de uma “vasculhada” pela net, não será difícil achar a transcrição completa.


Exemplo 3 - Road Games 

No exemplo 3 temos um dueto feito por Jeff Berlin e o guitarrista Allan Holdsworth na música Road Games.


Exemplo 4 - Joe Frazier (Round Two) 


No exemplo 4 temos o tema principal da música Joe Frazier (Round Two).


Discografia

Álbuns indicados para audição vêm com um * antes.

Álbuns como Artista Solo
1985 Jeff Berlin & Vox Humana - Champion
*1986 Jeff Berlin - Pump It!
1997 Jeff Berlin - Taking Notes
1998 Jeff Berlin - Crossroads
*2000 Jeff Berlin - In Harmony's Way
2004 Jeff Berlin - Lumpy Jazz
2006 Jeff Berlin - Aneurythms/Ace of Bass
2010 Jeff Berlin - High Standards
2013 Jeff Berlin - Low Standards

Álbuns como Sideman ou como Integrante da banda
1976 Patrick Moraz - The Story of!
1976 Esther Phillips - Capricorn Princess
1976 Patti Austin - End of a Rainbow
1976 David Matthews with Whirlwind - Shoogie Wanna Boogie
1976 Gil Evans - Tokyo Concert
1977 Ray Barretto - Eye of the Beholder
1977 David Liebman - Light'n Up, Please!
1977 Ernie Krivda - Satanic
*1977 Bill Bruford - Feels Good to Me
1977 Pee Wee Ellis - Home in the Country
1978 Don Pullen - Montreux Concert
*1979 Bill Bruford - One Of A Kind
1980 Bill Bruford - Gradually Going Tornado
1980 Bill Bruford - Bruford Tapes
1980 Poussez! - Leave That Boy Alone!
1980 Passport - Lifelike
1980 David Sancious - Just as I Thought
*1981 Herbie Mann - Mellow
*1983 Allan Holdsworth - Road Games
1983 Janis Ian - Uncle Wonderful
1984 Clare Fischer - Crazy Bird
1985 Schumate-Reno Jazz Quintet - Hurricane
1986 Bill Bruford - Master Strokes 1978-1985
1986 T Lavitz - Story Time
*1987 Henderson-Berlin-Smith-Lavitz - Players
*1987 Kazumi Watanabe - The Spice of Life
1988 Kazumi Watanabe - The Spice of Life Too
1989 KD Lang - Even Cowgirls Get The Blues
1990 Pete Levin - Solitary Man
1993 Anderson-Bruford-Wakeman-Howe - An Evening of Yes Music Plus
1994 Nathan Cavaleri Band - Nathan
1995 Richie Kotzen - The Inner Galactic Fusion Experience
1995 Michael Zentner - Playtime
1996 T Lavitz - Gossip
2000 Richard Davies - Barbarians (Bateria)
2001 Herbie Mann - Mellow/Hold On, I'm Coming
2001 Klaus Doldinger - Works & Passion
2002 Herbie Mann - Best of the Atlantic Years
2002 Twinemen - Twinemen
2002 Various Artists - Grand Theft Auto: Vice City (Soundtrack)
2002 Yes - In a Word
2004 Richard Drexler - Señor Juan Brahms
2004 Catie Curtis - Dreaming in Romance Languages (Bateria)
2004 Weepies - Happiness (Bateria)
2004 Novocento - Featuring...
2006 Bow Thayer - Maintenance for Mood Swings (Bateria)
*2006 Chambers-Berlin-Fiuczynski-Lavitz - Boston T Party
2006 Richie Kotzen - Instrumental Collection: The Shrapnel Years
*2006 Billy Cobham - Drum N Voice 2
2007 Paddy Saul - One Town Tasted
2008 Meg Hutchinson - Come Up Full
2008 Erica Wheeler - Good Summer Rain (Bateria)
2009 Bill Bruford - Best of Winterfold
2010 Meg Hutchinson - The Living Side
2010 Dann Glenn - Eleven Eleven Orchestra Ace of Bass King
2012 Henderson-Berlin-Chambers – HBC
2013 Nick Miller – My Memories

Videografia
2000 Jeff Berlin - Star Licks (VHS)
2006 Jeff Berlin - Mel Bay Bass Logic (DVD)
2007 Bill Bruford - Rock Goes To College (DVD)

Bons estudos, um abraço e até a próxima!

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Transcrição do Mês: Frank Zappa - Sofa Nº 1

  

 

Olá Pessoal!


Nesta semana temos a transcrição da linha de contrabaixo da música "Sofa Nº 1" do guitarrista Frank Zappa disponível gratuitamente no meu site. Esta música conta com o baixista Tom Fowler.

Link para Transcrição Completa - Clique aqui

https://www.dropbox.com/s/9f8q02yheof5o80/Frank%20Zappa%20-%20Sofa1.pdf?dl=0


Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 tablaturas/partituras que são usadas como material de apoio nas aulas do meu curso de contrabaixo presencial e on-line.


Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com


Bons estudos e até a próxima coluna!

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Álbuns Clássicos - Deep Purple - Burn


Olá pessoal!

Nesta semana temos o álbum "Burn" do Deep Purple na coluna Álbuns Clássicos.


O álbum Burn é o oitavo álbum de estúdio da banda Deep Purple e foi gravado em Montreux, Suíça em novembro de 1973 e lançado em fevereiro de 1974.

Este é o primeiro disco com a participação de David Coverdale e do baixista Glenn Hughes, sendo que eles trouxeram uma nova roupagem e novas influencias para o Hard Rock que a banda fazia.

Faixas


1. Burn - 6:00
2. Might Just Take Your Life - 4:36
3. Lay Down, Stay Down - 4:15
4. Sail Away - 5:48
5.You Fool No One - 4:47
6.What's Goin' On Here - 4:55
7. Mistreated - 7:25
8.'A' 200 - 3:51

Formação


Ritchie Blackmore - guitarra
David Coverdale - vocais
Glenn Hughes - baixo e vocal
Jon Lord - teclados
Ian Paice - bateria

As grandes músicas deste álbum são as faixas, Burn, Lay Down, Stay Down, Might Just Take Your Life, You Fool No One, Mistreated.


No spotify


Abraços e até a próxima coluna!