Fernando Tavares

Fernando Tavares

sábado, 12 de janeiro de 2019

Pesquisar e ensinar...


Olá pessoal!
Para a primeira postagem inédita do site neste ano, elaborei um texto que explique um pouco sobre as minhas atividades educacionais e como penso as aulas que ministro presencial ou on-line.
Durante muitos anos de estudos e pesquisas, desenvolvi materiais para solucionar ideias musicais para os alunos, junto a este processo, as análises técnicas de estilos e músicos me fez entender as particularidades motoras, criativas e sonoras destes.
Portanto, ao montar as aulas, o foco principal se dá para que cada estudante de música consiga aplicar as ferramentas musicais dentro do universo sonoro que pretende obter. Desde a concepção de como funcionam as harmonias e os ritmos, até como tirar o melhor som, sempre com o foco voltado para o objetivo final, que é produzir música.
Tendo em vista essa minha busca incessante pelo melhor som e os padrões adequados, entrei em uma nova fase da minha carreira como professor, na qual busco a teoria destes verdadeiros esquemas para se montar a música com o som que o estudante tem na cabeça. Os estudos dos partimentos, por meio de uma metodologia desenvolvida nos séculos XVII e XVIII, unidos as schematas do estilo galante, até chegarmos as sequencias exploradas pelos músicos práticos do choro, do blues, do rock, dentre outros estilos, são as metas para a continuação dos meus projetos de pesquisas musicais.
Isto nada mais é do que a expansão, agora acadêmica, daquilo que fiz para as revistas especializadas, aqui no site ou em aulas. 
Ainda dentro das minhas pesquisas, as novas formas de se abordar a docência, com o desenvolvimento do ensino híbrido e das metodologias ativas, unidos ao método C.(L).A.(S).P. de Keith Swanwick, estão levando as concepções das aulas para além do espaço físico (ou mesmo do ambiente face a face do skype), além de promover uma expansão do tempo de aula, pois ao trazermos as verificações de aprendizagem, aplicações dos estudos, desenvolvimento da apreciação, entre outras opções, para o momento de aprendizagem no qual o aluno está disposto a executar, fazemos com que o aluno possa aproveitar muito bem o intervalo entre duas aulas.
É isso aí... uma pequena reflexão sobre as pesquisas que realizo para o mercado de trabalho há 20 anos e nos últimos 4 anos para o meio acadêmico.
Abraços e até a próxima coluna! 

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