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segunda-feira, 2 de junho de 2025

Análise das linhas de baixo do álbum "Tales from Topographic Oceans" da banda Yes


Olá, pessoal!

Nesta semana, trago no site uma coluna especial sobre o trabalho de Chris Squire no álbum Tales from Topographic Oceans. Neste artigo, analisamos diversas linhas de baixo criadas por este lendário músico, explorando os aspectos harmônicos, melódicos e rítmicos que definem seu estilo único.

Esse material faz parte de um acervo cuidadosamente elaborado, que está disponível como apoio para as minhas aulas de contrabaixo, tanto presenciais quanto on-line. É uma excelente oportunidade para aprofundar seu conhecimento sobre as técnicas e a abordagem de um dos maiores baixistas do Rock Progressivo.

Além deste artigo, minha coleção inclui diversos estudos sobre contrabaixo, teoria musical e análise, voltados para músicos que desejam expandir suas habilidades e compreensão do instrumento.

Para conferir mais trabalhos e artigos que publiquei, acesse o link:
http://www.femtavares.com.br/p/midiaimpressa-fernandotavares-sempre.html

Se tiver interesse em conhecer mais sobre o curso ou adquirir materiais de estudo, entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com.


Tales from Topographic Oceans - Yes



A banda britânica de rock progressivo Yes lançou seu sexto álbum de estúdio, Tales from Topographic Oceans, em 1973. Este álbum é visto como um dos mais ousados e ambiciosos da banda, espelhando a profundidade e complexidade do rock progressivo daquele período. O álbum, composto por apenas quatro faixas extensas, possui uma estrutura conceitual, onde cada segmento é inspirado em tópicos espirituais e filosóficos, fortemente influenciados pelo livro Autobiografia de um Yogi, de Paramahansa Yogananda.

O álbum é notável por sua extensa duração, com a faixa "Ritual (Nous Are One)" sendo uma das maiores já registradas pela banda. Cada uma das composições foi cuidadosamente estruturada, com letras e temas que exploram a busca espiritual, a natureza da existência e o despertar da consciência. Musicalmente, Tales from Topographic Oceans destaca-se pela habilidade técnica dos músicos, com solos intrincados de guitarra de Steve Howe, complexidade rítmica de Bill Bruford e o trabalho inovador de Chris Squire no contrabaixo, complementado pelas camadas harmônicas e melódicas criadas pelos teclados de Rick Wakeman e as vocais de Jon Anderson.

A obra foi recebida de forma mista, com alguns críticos destacando sua grandiosidade e originalidade, enquanto outros a consideraram excessivamente complexa e difícil de digerir. No entanto, Tales from Topographic Oceans tornou-se um marco na história do rock progressivo e uma das obras mais emblemáticas do Yes, consolidando sua posição como uma das bandas mais inovadoras da década de 1970.

Exemplo 1 - The Revealing Science of God


Este trecho corresponde à base da voz e é repetido durante a primeira parte da música, ocorrendo por volta de 3’05". Observe que, no primeiro tempo, há uma pequena variação na frase; para os outros trechos, tome como referência a linha do segundo compasso. A escala escolhida para construir esta frase é a pentatônica, e é importante prestar atenção ao uso do slide no segundo tempo. Este trecho exige grande velocidade do músico, uma vez que trabalha com sextinas e fusas, exigindo controle técnico e precisão na execução para manter a fluidez da performance.


Exemplo 2 - The Revealing Science of God


Este trecho se inicia aos 7'02" e corresponde à segunda base da voz. Foi construído utilizando os intervalos de fundamental, quarta e quinta dos respectivos acordes. Para entender melhor a frase, recomenda-se dividi-la a cada 1 tempo e meio, ou seja, ela começa no primeiro tempo e depois se repete a partir do contratempo do segundo tempo. Em várias músicas deste álbum, Chris Squire emprega esse tipo de raciocínio para construir suas linhas de baixo, sendo esses "deslocamentos" de tempo uma das principais características de seu estilo. Tais abordagens criam uma sensação de movimento e complexidade rítmica, algo que se torna uma marca registrada de sua técnica.


Exemplo 3 - The Remembering


Estes acordes correspondem a toda a introdução da música, com o baixista tocando as fundamentais correspondentes. Somente neste trecho, por volta de 2’00”, é que se inicia uma linha com frases no baixo. No primeiro acorde (Dm), Chris Squire utiliza a tríade nas cabeças de cada tempo, mas com uma pequena variação no terceiro tempo deste compasso, quando ele emprega a quarta como uma apogiatura para a quinta do acorde. No segundo compasso, é utilizada a escala Mi menor, que confere uma sonoridade distinta à linha. No terceiro compasso, o baixista repete a ideia do primeiro, substituindo a apogiatura por um slide entre as notas Sol e Lá, o que cria uma transição mais fluida e expressiva. Por fim, no quarto compasso, Squire utiliza a tríade de Mi menor para construir a frase, mantendo a coerência harmônica e adicionando variações rítmicas e melódicas que enriquecem a linha de baixo. Essa abordagem evidencia a habilidade do baixista em manipular acordes e escalas de maneira criativa e expressiva.


Exemplo 4 - The Remembering


Este trecho serve como base para um pequeno solo de steel-guitar, e o baixista construiu suas frases utilizando a fundamental, a quinta e a oitava. A construção da linha de baixo é simples em termos de intervalos, mas a complexidade reside na quantidade de notas que compõem a frase e no deslocamento da primeira nota em relação à cabeça do compasso. Este deslocamento cria uma sensação rítmica peculiar, o que adiciona um desafio técnico ao trecho. O baixista, portanto, não apenas trabalha com intervalos básicos, mas também com variações rítmicas que exigem precisão. Este trecho ocorre por volta de 10'19" e é fundamental para estabelecer a base harmônica e rítmica que suporta o solo da steel-guitar, mantendo a fluidez e a coesão na música.


Exemplo 5 - The Ancient


Este trecho corresponde à introdução do solo de teclado e ocorre por volta de 4’33”. A construção da frase utiliza apenas a fundamental e a oitava acima. A complexidade deste trecho está no fato de que a nota mais grave é acentuada juntamente com o bumbo, mas de forma aleatória, o que exige do baixista uma atenção cuidadosa ao posicionamento dos acentos. No exemplo transcrito, o baixista acentua a nota mais grave no primeiro e no quarto tempos do primeiro compasso, enquanto no segundo compasso o acento recai no segundo tempo. No terceiro compasso, o acento aparece no primeiro tempo, e no quarto compasso, novamente no segundo tempo. Essa variação rítmica exige precisão para garantir que os acentos estejam posicionados corretamente, mantendo a coesão rítmica com a bateria.


Exemplo 6 - The Ancient


Este trecho ocorre por volta de 7’02” e é uma frase executada por todos os instrumentos, utilizando contrapontos. O compasso está em 7/4, e o baixista toca todas as notas de forma staccato, o que adiciona uma percussividade à linha de baixo. A base harmônica é construída com a escala de Ré Maior, e o baixista utiliza a sétima menor (Dó) como uma blue note neste trecho. Esta nota é inserida para completar o cromatismo da frase, criando uma sonoridade mais expressiva e característica do estilo do músico. A utilização do staccato, combinada com a inserção da blue note, dá um caráter único à linha de baixo, que se destaca dentro da complexidade rítmica e contrapontística do trecho.


Exemplo 7 - Ritual


Este trecho corresponde a uma pequena parte da introdução e começa por volta de 2’12”. O baixista construiu a frase utilizando a escala mixolídia de Ré maior, com a nota Lá, que é a quinta do acorde, sendo a mais enfatizada neste trecho. A dificuldade da frase reside na variação rítmica empregada pelo baixista nas repetições, o que exige grande precisão e controle de timing. Quando a música transita para Dó maior, o baixista segue o mesmo conceito harmônico e rítmico para construir a frase, mantendo a consistência no estilo e na abordagem, o que demonstra a habilidade do músico em adaptar suas ideias dentro da progressão harmônica.


Exemplo 8 - Ritual


Este trecho ocorre por volta de 8’28” e se situa entre duas bases de voz. O baixista aproveita este pequeno interlúdio para realizar um solo de contrabaixo, utilizando uma técnica expressiva de slides durante a execução. A estrutura harmônica é baseada em dois acordes por compasso, mas o baixista utiliza apenas o segundo acorde como referência para a construção da frase. A escala pentatônica de cada um desses acordes é a base para a construção das frases, o que confere ao solo uma sonoridade sólida e coesa, ao mesmo tempo que permite uma boa variação melódica. O uso dos slides contribui para a fluidez da execução, demonstrando a habilidade do baixista em explorar a expressividade do instrumento dentro da harmonia proposta.


Para obter mais informações, entrem em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

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Bons estudos e até a próxima coluna!

Fernando Tavares utiliza cordas Giannini e cabos Datalink.

segunda-feira, 28 de abril de 2025

Matéria "Lugar de Baixo é na Cozinha"


Olá, pessoal!

Nesta semana, trago uma coluna especial que escrevi para a antiga revista Coverbaixo, na qual analiso as principais características das linhas de baixo do Rock Progressivo.

Este artigo faz parte da minha coleção, composta por diversos estudos sobre contrabaixo, teoria musical e análise musical.

Para conferir outros trabalhos e artigos que publiquei, acesse o link:
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"Lugar de Baixo é na Cozinha"

A principal característica da cozinha do Rock Progressivo é a precisão. Bateria e contrabaixo atuam em perfeita sincronia rítmica, oferecendo suporte sólido às frases elaboradas por guitarras e teclados. Nesse estilo, são comuns as mudanças de fórmula de compasso e a utilização de frases rítmicas complexas nas levadas.

Embora existam várias bandas influentes no gênero, as características da seção rítmica variam significativamente de acordo com os músicos ou a banda em questão.

No contrabaixo, o baixista frequentemente desenvolve linhas que contrapõem a melodia principal ou estabelece uma linha fixa baseada na harmonia, delegando a construção harmônica aos outros instrumentos. Para criar essas linhas, os baixistas exploram uma ampla variedade de escalas, com destaque para a escala maior, a menor natural, a menor harmônica e a pentatônica. Também é comum o uso de acordes, arpejos e outros elementos técnicos, habilmente empregados pelos mestres deste instrumento no estilo.

Já os bateristas integram a parte rítmica às frases do contrabaixo ou à melodia da música, utilizando linhas básicas como fundamento e introduzindo variações criativas. É importante destacar que, ao trabalhar com compassos alternados, os bateristas no Rock Progressivo geralmente seguem a estrutura temática da música, evitando "quebras" rítmicas aleatórias, como ocorre em outros gêneros.

O Rock Progressivo é amplamente reconhecido como um dos estilos mais desafiadores, tanto para tocar quanto para compor ou compreender. Ele exige dos músicos um alto nível de dedicação e habilidade, tanto na parte harmônica quanto na rítmica.

Recomendo o estudo de materiais específicos sobre compassos alternados, além de dedicar tempo à audição das bandas que consolidaram este gênero como um dos mais fascinantes na música contemporânea.

Long Distance Runaround

Esta música apresenta, na minha opinião, uma das “cozinhas” mais impressionantes do Rock Progressivo, composta pelo baixista Chris Squire e pelo baterista Bill Bruford. Lançada no álbum Fragile em 1972, o trabalho desenvolvido por esses dois músicos, especialmente nesta faixa, é absolutamente extraordinário.

O trecho transcrito corresponde à introdução da música, que retorna mais tarde no interlúdio. O tema inicial é executado pela guitarra e pelo teclado, enquanto o contrabaixo e a bateria estabelecem a base rítmica com uma célula contínua de colcheias. Embora neste trecho não ocorram mudanças na fórmula de compasso, a acentuação rítmica é feita sempre no contratempo do compasso anterior.

Outro aspecto notável é a forma musical deste trecho, que se desenvolve em nove compassos, algo incomum, já que partes musicais são frequentemente estruturadas em múltiplos de quatro. Essa variação deve-se aos três compassos finais, nos quais a “cozinha” do Yes utiliza uma de suas características marcantes: notas pontuadas (neste caso, semínimas). Esse recurso cria a sensação de um rallentando no final, conhecido tecnicamente como hemíola, e é executado com extrema precisão por Squire e Bruford.

A linha de baixo é construída sobre a escala de Dó Mixolídio, destacando-se o Fá sustenido, que funciona como uma blue note. No final do trecho, as notas fundamentais dos acordes correspondentes são utilizadas para reforçar a harmonia. Por sua vez, a linha de bateria emprega semínimas na condução, com caixas e bumbos acentuando os contratempos. Essa abordagem, frequentemente adotada por Bill Bruford, gera uma sensação intrigante de que ele está tocando “fora do tempo”, adicionando complexidade e riqueza rítmica à peça.



The Spirit of Radio

Esta talvez seja a “cozinha” mais icônica do Rock Progressivo, formada pelo baixista Geddy Lee e pelo baterista Neil Peart. Ambos músicos de técnica impressionante, construíram linhas marcantes e complexas que são referência no gênero.

O trecho transcrito corresponde à introdução da música The Spirit of Radio, presente no álbum Permanent Waves de 1980. Nesta faixa, os músicos criaram uma linha rica em frases desafiadoras e com o uso de várias fórmulas de compasso. Particularmente, a parte rítmica deste trecho merece atenção especial, pois é, na minha opinião, a mais difícil de compreender. Ela emprega semicolcheias e tercinas de semicolcheia, equivalentes a seis notas dentro de um tempo, exigindo precisão técnica.

O baixista Geddy Lee utiliza a escala de Ré maior para construir sua linha. É fundamental prestar atenção à duração das notas: elas devem ser executadas com o som cortado de acordo com o valor indicado, garantindo clareza e definição.

Já o baterista Neil Peart explora quase todas as peças da bateria, distribuindo as notas entre elas para criar frases complexas. No trecho analisado, ele não apresenta uma levada fixa, mas sim uma abordagem mais solta, destacando sua criatividade rítmica.

Recomendo estudar este trecho com muita paciência, pois sua execução é extremamente desafiadora. Trabalhe para limpar as notas e toque preferencialmente junto com um baterista. Quando alcançar a velocidade original da música, certifique-se de que as notas estejam limpas e precisas, evitando atrasos ou adiantamentos. Além disso, mantenha a pegada firme, pois a precisão é a principal característica deste estilo.


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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Transcrição do Mês - Yes - Heart of the Sunrise


Olá, pessoal!

Nesta semana, apresento a transcrição com texto da música "Heart of the Sunrise" da banda Yes, com Chris Squire no contrabaixo.

Este artigo faz parte da minha coleção, que inclui diversos estudos sobre contrabaixo, teoria e análise musical.

Para conferir alguns dos trabalhos e artigos que publiquei, acessem o link:

Meus Trabalhos e Artigos Publicados

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Sobre o Álbum "Fragile"
Heart of the Sunrise está no álbum Fragile, lançado em 1971. Este disco é um marco na carreira do Yes, sendo o primeiro a apresentar a formação clássica da banda, com Jon Anderson, Chris Squire, Steve Howe, Rick Wakeman e Bill Bruford. O álbum é conhecido pela fusão de estilos musicais complexos, incluindo rock progressivo, música clássica e elementos de jazz, criando uma sonoridade única e inovadora para a época. "Heart of the Sunrise" é uma das faixas mais emblemáticas, exemplificando a habilidade da banda em construir peças longas e intricadas, com mudanças de tonalidade, dinâmicas e texturas sonoras.

Link da Transcrição: Heart of the Sunrise


A música é dividida em várias partes, sendo uma das mais elaboradas da carreira da banda. Os trechos são repetidos poucas vezes e, no final da música, quando alguma ideia é retomada, ela volta em uma nova tonalidade. Ao longo do texto, iremos descrever essas partes.

Esta peça é interessante pela atenção aos detalhes nas várias camadas musicais, variações de andamento, fórmulas de compassos e contrastes entre partes mais calmas e mais rápidas.

A Introdução
A introdução da música é feita utilizando a escala de G# menor. Preste atenção aos cromatismos utilizados pela banda, que proporcionam um efeito muito interessante ao trecho. Além disso, observe como a variação de execução da frase em oitavas diferentes cria uma sensação única para a música. Esta introdução ocorre várias vezes ao longo da canção, portanto, compreendê-la é crucial, pois ela liga diversas partes do tema.

A fórmula de compasso deste trecho é 3/4.

A Segunda Parte da Introdução
No compasso 17, temos uma pequena ponte para a segunda parte da introdução, construída com a Pentatônica de G# menor. A maestria de Squire ao trabalhar com a pentatônica e suas variações é notável. Ele alterna o sentido das frases e manipula constantemente a parte rítmica, utilizando principalmente colcheias, mas também explorando tercinas e semicolcheias em algumas passagens. Este trecho vai do compasso 21 até o compasso 74.

Retorno à Introdução e Desenvolvimento
No compasso 75, temos o retorno da introdução, mantendo a tonalidade e os mesmos aspectos musicais. Esta parte se estende até o compasso 132.

A Linha de Baixo na Parte Posterior
A partir do compasso 155, inicia-se uma linha de baixo memorável, que interage com a base vocal. A linha é extremamente criativa e evidencia o uso de notas das tríades, além das pentatônicas dos respectivos acordes. Os ornamentos criam um toque especial, com a linha se movendo da parte aguda do instrumento para a parte grave no refrão, mantendo uma construção semelhante.

Interlúdio e Novas Bases de Voz
No compasso 169, encontramos um interlúdio onde os acentos em partes fracas do tempo são explorados para criar um efeito interessante. As fundamentais de cada acorde são trabalhadas na parte melódica. No compasso 176, surge uma nova base vocal, utilizando ideias similares à base anterior, mas com uma linha completamente diferente, destacando a criatividade do baixista.

Refrão e Dupla Linha de Baixo
Entre os compassos 182 e 187, voltamos à primeira base vocal. A partir do compasso 188, começa o refrão, que é executado de maneira distinta da primeira vez. Neste refrão, temos duas linhas de baixo: uma tocando as fundamentais de cada acorde, enquanto a outra executa os acordes de forma dedilhada, como se fosse um violão.

Solo de Guitarra e Dinâmicas de Baixo
No compasso 253, inicia-se o solo de guitarra, e um dos aspectos mais marcantes desse trecho é a dinâmica utilizada pela banda. Na primeira execução, tudo é tocado de maneira suave (piano), mas na repetição, a mesma ideia é executada com mais intensidade. As dinâmicas são essenciais para a linha de baixo, que começa apenas com as fundamentais dos acordes e, mais tarde, se desenvolve com frases criativas em contraponto à melodia vocal.

Conclusão e Considerações Finais
A partir do compasso 301, a música se encaminha para seu final. Os trechos são reapresentados, mas agora em tonalidades diferentes. Esta música exige muita dedicação do estudante, pois todos os trechos são executados com virtuosismo e grande criatividade por Chris Squire. Ele foi, sem dúvida, um dos músicos mais criativos de sua época, com uma habilidade técnica e um conhecimento harmônico impressionantes.

Conclusão Musical
"Heart of the Sunrise" é uma obra-prima do rock progressivo, e estudar esta música permite ao músico aprimorar sua técnica, criatividade e compreensão rítmica. Todos os músicos deveriam incorporá-la ao seu repertório, analisando suas passagens e tentando compreender o que foi utilizado em cada elemento sonoro criado pelo baixista.

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Bons estudos e até a próxima coluna!

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Heart of the Sunrise - Yes

Heart of the Sunrise - Yes

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terça-feira, 1 de novembro de 2022

Transcrição do Mês - Yes - Roundabout


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Roundabout" da banda Yes disponível gratuitamente no meu site.

Yes - Roundabout



Estas aulas são parte de um acervo produzido pelo autor relacionados as suas pesquisas sobre contrabaixo, análise e teoria musical.

Para maiores informações entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima coluna!

quarta-feira, 14 de julho de 2021

O estilo de Chris Squire - Parte 2


Olá Pessoal!

Voltamos nesta semana para a segunda parte da coluna sobre o baixista do Yes, Chris Squire.

Para quem quiser ler a primeira coluna, ela se encontra neste link:

Christopher Russell Edward Squire, (Londres, 4 de março de 1948) foi um músico famoso por seu trabalho como baixista da banda de rock progressivo Yes, da qual foi co-fundador e único membro constante até a sua morte. 
Dono de uma técnica de palheta precisa e um timbre inconfundível, Chris Squire impressiona também pelo uso de ritmo com síncopes, frases muito rápidas e linhas complexas sobre compassos alternados. Outra característica do baixista são as frases que criam uma espécie de contraponto com os outros instrumentos. É muito interessante estudar não só a parte motora das linhas, mas também a relação com os outros instrumentos.
Durante a década de 80 o som do Yes mudou muito, e isso se deve em grande parte ao fato de Chris Squire adaptar as suas linhas de Baixo a um som mais voltado para o Pop, mesmo assim podemos encontrar algumas linhas complexas para este estilo de música. 

Roundabout


Esta linha pode ser considerada como a frase de Contrabaixo mais marcante do Rock Progressivo. Ela serve como ponte e base de voz da música Roundabout que está no álbum “Fragile”. Ela ocorre por volta de 0'48" e se repete várias vezes durante a música. 
A frase foi criada sobre a escala de E menor e se repete independente dos acordes que ocorrem, sendo esta uma ideia bem interessante e recorrente nas composições da banda, de uma certa forma, o baixista faz a frase com a escala da tonalidade do trecho. Ela requer um pouco mais de técnica do baixista que irá executá-la, pois são utilizados abafados e ligados em um andamento alto.


Siberian Khatru


Este trecho corresponde a segunda parte do refrão e ocorre por volta de 1'35". Atente para os contratempos existentes neste trecho, executá-los corretamente é importante para perceber os deslocamentos que o baixista fazia em suas linhas. A frase foi construída com a fundamental, a quinta e a sétima do acorde de E menor nos dois primeiros compasso e Squire repetiu os mesmos intervalos em F# menor só que inverte o arpejo. Esta música pertence ao álbum “Close To The Edge”.


Sound Chaser


Esta música pertence ao álbum “Relayer” e talvez seja uma das mais difíceis de se executar do Yes. O andamento é alto (156bpm) e as frases são feitas sobre semicolcheia. A frase escolhida foi construída sobre um acorde de D7 e ocorre por volta de 1'04". Reparem que as notas mudam a cada três semicolcheias e a frase ainda contem salto de cordas, esta frase requer muita paciência do estudante já que para executá-la como o baixista, serão necessárias muitas horas de treino.


South Side of the sky


Esta música está no álbum “Fragile” e selecionamos o refrão para exemplificar uma das ideias do baixista. Nesta parte Squire utiliza o arpejo de F#m descendente e depois constrói uma frase sobre a pentatônica do mesmo tom, repare que o baixista só utiliza a fundamental grave na última nota da frase, uma característica presente em várias músicas do Yes. Nos compassos 4 e 5, a mesma ideia é utilizada só que em G#m. Este trecho ocorre por volta de 0'51".


Starship Trooper


Esta música pertence ao “Yes Album”. Neste exemplo temos um interlúdio que funciona como um pequeno solo de Squire, que ocorre por volta de 1'31". A tonalidade é E Maior e apesar do trecho conter acordes que não pertencem a esta tonalidade, a música não muda de tom. Nos dois primeiros acordes temos o uso de tríades. No acorde de Am temos o uso da nona e no quarto e quinto compassos temos uma frase sensacional do baixista para finalizar na fundamental do acorde no sexto compasso.


Wonderous Stories


Esta música pertence ao álbum “Going For The One”. O trecho a seguir corresponde a preparação pra entrar no último refrão. A música está na tonalidade de E maior e o acorde que abre esta preparação é Dm, que não pertence à tonalidade. A frase é feita em cima da escala de D menor, e finalizada na fundamental do próximo acorde (A), na segunda vez o baixista utiliza a mesma ideia, aumentando a velocidade da frase e o A do sétimo compasso é uma preparação para entrar no refrão.


Your is no Disgrace


Esta música pertence ao “Yes Álbum”. O trecho transcrito corresponde a parte da segunda voz e ocorre por volta de 1'31". A construção da linha é muito próxima ao walking bass de Jazz. No primeiro compasso Squire faz a escala de D maior descendente até chegar na terça do acorde de E (G#), neste acorde ele usa a pentatônica assim como no próximo acorde, uma ideia bastante interessante ocorre no final deste compasso, quando ele antecipa a fundamental do próximo acorde (C).


Espero que gostem e principalmente, estudem estas linhas de contrabaixo do Chris Squire. Ele foi um dos grandes nomes do nosso instrumento e possuía uma criatividade e técnica impar.
Um abraços e até a próxima semana!

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Coluna de Baixistas - O Estilo de Chris Squire


Olá Pessoal!

Nesta semana temos no site a primeira parte de uma matéria especial sobre o estilo musical de Chris Squire. Nela demonstramos diversos exemplos de linhas criadas pelo baixista e nas quais analisamos a parte harmônica, melódica e rítmica do estilo do músico.
Este material faz parte de um acervo disponível como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.
Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Chris Squire



Christopher Russell Edward Squire, (Londres, 4 de março de 1948) é um músico famoso por seu trabalho como baixista da banda de rock progressivo Yes, da qual foi co-fundador e único membro constante até a sua morte. 
Dono de uma técnica de palheta precisa e um timbre inconfundível, Chris Squire impressiona também pelo uso de notas com divisões rítmicas complexas frases muito rápidas e linhas repleta de variações sobre compassos alternados. Outra característica do baixista são as frases que criam uma espécie de contraponto com os outros instrumentos. Deste modo, é muito interessante estudar não só a parte motora das linhas, mas também a relação com o que os outros instrumentos estão fazendo, ou seja, um estudo de música completo.
Durante a década de 80 o som do Yes mudou muito, e isso se deve em grande parte ao fato de Chris Squire adaptar as suas linhas de Baixo à um som mais voltado para o Pop. Mesmo com esta mudança, ainda podemos encontrar algumas linhas complexas para este estilo de música. No final da carreira o baixista alternou os momentos virtuoses da década de 70 com o Pop dos anos 80.

And You and I


Esta música está presente no álbum “Close To The Edge”. O trecho escolhido é um pequeno dueto de Baixo e teclado que ocorre por volta de 1'26" e está na tonalidade de Ré maior. Existe um segundo baixo neste trecho que toca a nota pedal em Ré, por isso os acordes tem sempre esta nota na voz mais grave.


Close To The Edge


Esta música é uma suíte de quatro partes e quase vinte minutos. Dentro dela, temos várias frases de baixo “encrencadas” e que podem ser estudadas pelos baixistas. O trecho que escolhemos para apresentar nesta matéria é uma parte que ocorre por volta de 6'44". Nele, a linha do baixo é feita sobre duas fórmulas de compassos diferentes 6/8 e 3/4. 
A construção da parte melódica se utiliza da fundamental de cada acorde nos compassos 1, 2, 5 e 6. Nos compassos 3, 4, 7 e 8, o baixista constrói a frase com a pentatônica de Lá menor. Um ponto interessante destes compassos específicos se refere a parte rítmica que trabalha com a subdivisão do tempo em semicolcheias, com a utilização de variações e pausas. 


Heart of the Sunrise


Esta música está no álbum “Fragile”. Poderíamos ter apresentado outras partes desta música como a introdução e outras partes de extremo virtuosismo presentes nesta música, mas optamos pela linda base de voz desta canção. Ela ocorre por volta de 4'11" e na repetição ela é feita uma oitava abaixo, assim como em outros trechos. No primeiro compasso do trecho temos uma tríade descendente de Bbm e no segundo compasso ele sobe a escala Pentatônica do acorde (Ebm) a partir da terça menor. Nos três compassos posteriores, o baixista executa um ligado completo, ou seja, com hammer-on e pull-off e finaliza na fundamental dos acordes de Cm7, Bbm e Ab respectivamente. Por fim, a passagem para o quinto compasso é feita pela tríade de Bbm com a linha finalizada na fundamental do acorde de Ab.


Into The Lens


Esta música pertence ao álbum “Drama”. Este é um dos álbuns mais legais da banda no que diz respeito as linhas de contrabaixo, mas infelizmente é um dos mais subestimados da extensa discografia do grupo.
O trecho escolhido é uma ponte que ocorre por volta de 4'08". Aqui é necessário um domínio muito bom de técnicas relacionadas a mão direita, pois como sabemos, Squire utilizava palheta, mas as semicolcheias podem ser um ótimo exercício para estudar a técnica de pizzicato. São usadas as fundamentais dos acordes para a construção da linha e a pentatônica de Dó menor para a frase no final do trecho.


I’ve Seen All Good People


Esta música pertencente ao “Yes Álbum”. O exemplo faz parte do segundo trecho da música chamado "All Good People" e se inicia por volta de 3'32". 
Esta frase é executada nas partes em que não há a linha melódica de voz. A frase foi construída dois acordes A e B e não é de difícil execução. Com exceção do primeiro compasso, todas as frases começam no contratempo dos compassos, com a fundamental adiantada em uma colcheia, isso proporciona uma sonoridade bem interessante para a frase. A escala utilizada para a construção deste trecho é o mixolídio, que é executado nos dois acordes respectivamente.


Leave It


Esta música pertence ao álbum “90125”, da década de 80. Apesar de Squire ter mudado sua forma de tocar neste álbum, como observamos na introdução deste texto, vemos neste trecho um pouco de suas características musicais que são as notas em contratempo e que não se limitam as fundamentais de cada acorde. 
A frase se inicia no contratempo do primeiro tempo e é usada a sétima (Bb) do acorde de C7, para posteriormente caminhar para para a terça (A) do acorde de F. Na sequência temos a escala de Dó maior que finaliza no acorde Dm. Neste ponto o baixista utiliza a note Dó para fechar o primeiro compasso.
No segundo compasso é usada a nota Dó que dura dois acordes (C e F), com a frase finalizada na quinta (G) do último acorde C7. No terceiro e quarto compassos, o baixista repete a ideia, mudando apenas alguns intervalos.


Owner of a lonely heart


Também do álbum "90125", esta é a música mais conhecida do Yes. Nela temos uma ideia totalmente diferente das características de construção de frases do baixista. Neste trecho, que corresponde à introdução, mas é utilizado em toda a base da música com exceção da ponte, o baixista executa as fundamentais dos acordes. A frase contém alguns contratempos, mas sem muitas dificuldades para se executar. No final, eu transcrevi uma frase que só é tocada na introdução, com a figura de sextinas e que é dobrada com a guitarra e o teclado.


Parallels


Esta música deveria ter saído no primeiro álbum solo de Chris Squire, mas acabou entrando apenas no álbum “Going For The One” do Yes. O trecho escolhido ocorre por volta de 3'14" e funciona como o refrão da musica. 
Repare que a harmonia é bem simples (Em, D e C), mas o Baixista conseguiu criar uma sonoridade interessante para o trecho com seus arpejos e notas no contratempo. Note que as acentuações dos acordes são antecipadas, e aparece um acorde que não pertence a tonalidade de E menor que é o Bb.



Bons estudos e até a próxima matéria!

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Transcrição para alunos - Yes - Starship Trooper


Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição com explicação da linha de baixo da música "Starship Trooper" da banda Yes com o baixista Chris Squire disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Esta transcrição faz parte de um acervo com mais de 1000 linhas de baixo disponíveis como material de apoio para as minhas aulas de contrabaixo presencial e on-line.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Sugestão do Mês - Yes - The Yes Album


Olá pessoal!
Estamos de volta para mais uma coluna "Sugestão do Mês". Lembrando que nesta coluna eu passo álbuns, DVDs, livros, entre outros que fizeram parte da história da música e que também me ajudaram a conhecer um pouco mais a respeito deste maravilhoso universo.
Neste mês temos o fantástico "The Yes Album" da banda Yes. Este álbum foi o primeiro com o guitarrista Steve Howe e nele já pode ser percebida a diretriz que a banda tomaria e que resultaria nos álbuns "Fragile" e "Close To The Edge".


Ficha Técnica:

Músicas

1. Yours Is No Disgrace (Bill Bruford, Chris Squire, Jon Anderson, Steve Howe, Tony Kaye) - 9:40
2. Clap (Steve Howe) - 3:16
3. Starship Trooper
3a. Life Seeker (Jon Anderson)
3b. Disillusion (Chris Squire)
3c. Würm (Steve Howe)- 9:28
4. I've Seen All Good People
4a. Your Move (Jon Anderson)
4b. All Good People (Chris Squire)- 6:55
5. A Venture (Jon Anderson)- 3:20
6. Perpetual Change (Chris Squire, Jon Anderson) - 8:57

Músicos

John Anderson - Voz, Percussão
Steve Howe - Violão, Guitarra, Voz
Chris Squire - Contrabaixo, Voz
Bill Bruford - Bateria
Tony Kaye - Piano, Órgão, Sintetizador

Design – Jon Goodchild
Produzido – Yes
Engenheiro – Eddie Offord

Vídeo


Espero que gostem deste álbum desta genial banda e principalmente escutem e estudem as linhas de baixo feitas por Squire para este álbum.
Bons estudos e até a próxima coluna!

terça-feira, 1 de maio de 2018

Harmonia - Aula 05 - Aplicação de Quintas e Oitavas - Parte 1


Olá Pessoal!
Nesta quinta coluna estudaremos uma aplicação bem interessante de intervalos. A principio não vamos nos aprofundar em nada muito teórico, a ideia é utilizar dois intervalos bem comuns (quintas e oitavas) para criarmos algumas frases em uma levada.
Tendo a nota como fundamental teremos a nota Sol como a sua quinta e a sua oitava será a própria nota . No exemplo 1 temos o desenho dos dois intervalos, este desenho pode ser repetido a partir de qualquer nota, e a 5ª e a 8ª podem ser utilizadas sobre os acordes maiores e menores sem restrições (exemplo 2). No terceiro exemplo temos a base em que iremos aplicar estes intervalos, a sequência é A, F#m, D e E.

Agora começaremos a aplicar a 5ª e a 8ª sobre a base.
Na combinação 1 temos o intervalo de 5ª e na combinação 2 o intervalo de 8ª executado sobre a caixa da bateria nos tempos dois e quatro.

Combinação 1

Combinação 2


Na combinação 3 temos uma variação rítmica para o intervalo de 5ª e na combinação 4 a mesma variação com o intervalo de 8ª, esta variação é muito utilizada na Dance Music.

Combinação 3

Combinação 4


Estas são as primeiras ideias para a construção de frases. É importantíssimo aplicar nossos estudos sobre um repertório. Tente trabalhar com um repertório que você goste de tocar.
Tente utilizar estas variações trabalhando os dois primeiros tempos com uma combinação e os dois últimos com outra combinação, tente também tocar a combinação só nos tempos 3 e 4.


Vídeo



Abraços e até a próxima coluna com mais aplicações de 5ª e 8ª.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Transcrição - Yes - Long Distance Runaround

Olá Pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Long Distance Runaround" da banda Yes com o baixista Chris Squire disponível para os alunos do meu curso de contrabaixo presencial e online.

Para maiores informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Abraços e até a próxima matéria!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Limelight - Rush

Olá pessoal!

Nesta semana temos a transcrição da música "Limelight" da banda Rush!

Esta e um acervo de mais de 1000 transcrições são utilizados para estudos dos alunos do meu curso de Contrabaixo presencial e on-line!


Aqui está o link da transcrição


Para maiores informações, entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com

Bons estudos e até a próxima semana!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

I Saw Her Standing There - The Beatles

Olá pessoal!

Nesta semana temos a transcrição completa da linha de baixo da música "I Saw Her Standing There" dos Beatles.

Esta e outras transcrições fazem parte do material disponibilizado para os alunos do meu curso de Contrabaixo.


Segue aqui está o link da transcrição:

 

Abraços e Bons Estudos!

terça-feira, 20 de maio de 2014

Heart of the Sunrise - Yes

Olá Pessoal!
 
Nesta semana estou postando a transcrição da música Heart of the Sunrise do Yes.

Abaixo segue a partitura completa da musica.



Abraços e até a próxima semana!