segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

O estilo musical de Mike Rutherford no álbum Foxtrot


Olá, pessoal!

Nesta semana, trago uma coluna especial que escrevi para a antiga revista Coverbaixo, na qual analiso as principais características das linhas de baixo do álbum Foxtrot, da banda Genesis, com o baixista Mike Rutherford.

Este artigo integra minha coleção de estudos sobre contrabaixo, teoria musical e análise musical.

Para conferir outros trabalhos e artigos que publiquei, acesse:
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Caso tenha interesse em mais informações, entre em contato pelo e-mail: femtavares@gmail.com


O Genesis e o álbum Foxtrot

O Genesis surgiu na Inglaterra em 1967, tendo como núcleo inicial Peter Gabriel (vocais, flautas, percussão e oboé), Mike Rutherford (contrabaixo, guitarra e cítara) e Tony Banks (órgão, guitarra, piano e teclado). Ao longo da carreira, o grupo alcançou expressiva projeção internacional, com cerca de 150 milhões de discos vendidos, consolidando-se entre os trinta artistas mais bem-sucedidos da história da música popular.

A trajetória da banda estendeu-se por mais de três décadas e pode ser compreendida, de maneira geral, em duas grandes fases. Na primeira, durante os anos 1970, o Genesis destacou-se como um dos principais representantes do rock progressivo, caracterizando-se por estruturas musicais elaboradas, instrumentação sofisticada e apresentações marcadas por forte componente teatral. Entre os álbuns mais representativos desse período encontram-se Nursery Cryme (1971), Foxtrot (1972) e Selling England by the Pound (1973), este último responsável por ampliar de forma decisiva a presença do grupo no mercado norte-americano. A partir da década de 1980, observa-se uma gradual aproximação do repertório com o universo pop, o que ampliou ainda mais o alcance do grupo junto ao grande público.

É nesse contexto histórico e estético que se insere o álbum analisado nesta coluna.

O álbum Foxtrot, lançado em 1972, representa um marco na trajetória artística do Genesis. A obra consolidou a banda como uma das principais referências do rock progressivo britânico, tanto pela complexidade estrutural de suas composições quanto pelo caráter narrativo e teatral de suas performances. A formação responsável pelo álbum reúne Peter Gabriel (vocal, flauta e percussão), Mike Rutherford (contrabaixo e guitarra), Tony Banks (teclados), Steve Hackett (guitarra) e Phil Collins (bateria e vocais).

O disco apresenta um conjunto de obras que combinam elementos de tradição erudita, experimentação tímbrica e uso sofisticado de métricas e texturas musicais. Entre as faixas mais emblemáticas, destacam-se Watcher of the Skies, com sua introdução marcada pelo mellotron, e a suíte Supper’s Ready, composição de grande fôlego estrutural e expressivo impacto narrativo, frequentemente considerada uma das criações mais ambiciosas do gênero.

Em Foxtrot, o Genesis aprofunda a integração entre conteúdo poético, teatralidade e elaboração instrumental, desenvolvendo uma linguagem própria que teria repercussão duradoura na estética do rock progressivo. Nesse contexto, o contrabaixo de Mike Rutherford desempenha papel fundamental, articulando sustentação harmônica, desenho melódico e construção rítmica de maneira orgânica e expressiva ao longo do álbum.

Genesis - Foxtrot


Watcher of the Skies

Este trecho corresponde à base da voz (2’19’’) e é executado sobre a fórmula de compasso 6/4. O interessante, nesse caso, é que o compasso não é subdividido em dois tempos fortes de três tempos cada, como ocorre normalmente, mas sim em uma organização rítmica que sugere quatro tempos seguidos de dois. Atenção especial deve ser dada ao padrão rítmico, que inclui notas executadas em staccato. A frase é construída a partir da quinta e da oitava do acorde.



Time Table — 1

Este trecho ocorre por volta de 1’04’’ e corresponde à base do refrão. Nos dois primeiros compassos, é utilizada a escala de Dó menor dórico; no terceiro compasso, a escala pentatônica de Si bemol. No quarto compasso, são executadas as tônicas de cada acorde no contratempo.



Time Table — 2

Esta base corresponde ao solo de piano que ocorre durante o interlúdio da música (1’43’’), momento em que o baixo realiza um pequeno solo. No primeiro e no terceiro compassos, o baixista trabalha sobre a tríade do acorde. No segundo e no quarto compassos, a frase é construída sobre a pentatônica de Mi maior. O quinto compasso utiliza a pentatônica de Ré maior e o sexto, a escala menor de Si.



Get ’Em Out by Friday — 1

Esta frase corresponde à introdução da música. Nos três primeiros compassos, é utilizada apenas a tônica do acorde e, a partir do quarto compasso, o baixista emprega a escala de Lá maior para construir a frase. Nos compassos 6, 7 e 8, volta-se à tônica, e, a partir do 9º compasso, passa-se à escala de Fá♯ menor.



Get ’Em Out by Friday — 2

Este trecho corresponde à base da voz e é repetido diversas vezes ao longo da música. A frase é construída sobre a pentatônica de Lá menor e utiliza como elemento fundamental a célula rítmica de tercinas.



Supper’s Ready

Durante a maior parte desta música, o baixista toca violão, enquanto as linhas de baixo são realizadas por meio do pedal Moog. Em boa parte do trecho, é utilizada apenas a tônica do acorde. Na sexta seção — “Apocalypse in 9/8” — a frase principal da base da voz e do solo de teclado é construída sobre a fórmula de compasso 9/8. Nesse trecho (16’15’’), a maior dificuldade encontra-se na rítmica, marcada por uma acentuação bastante incomum.


A análise das faixas de Foxtrot evidencia a relevância do trabalho de Mike Rutherford na consolidação de uma linguagem própria para o contrabaixo dentro do rock progressivo. Suas linhas aliam clareza estrutural, senso melódico e precisão rítmica, articulando-se de forma orgânica com os arranjos complexos característicos do Genesis nesse período. Ao mesmo tempo, observa-se uma escrita que respeita o papel funcional do instrumento, mas que, sempre que necessário, assume protagonismo musical com equilíbrio e musicalidade.

O álbum confirma o momento de maturidade criativa da banda, na qual a integração entre narrativa, teatralidade e elaboração instrumental alcança alto grau de consistência estética. Para estudantes, pesquisadores e instrumentistas, Foxtrot constitui um material de grande valor analítico, permitindo compreender como o contrabaixo pode atuar de maneira expressiva e estruturante em um contexto de linguagem expandida.

Espero que estas observações contribuam para uma escuta mais atenta e reflexiva do trabalho de Rutherford e reforcem a importância do estudo sistemático das linhas de baixo no repertório do rock progressivo.

Link para ouvir o álbum


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Bons estudos e até a próxima coluna!

Fernando Tavares utiliza cordas Giannini e cabos Datalink.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Transcrição - Apostrophe' Trio - Apostrophe'


Olá pessoal!

Em 2017, lancei um CD com o Apostrophe' Trio e disponibilizarei as transcrições aqui neste site ao longo deste ano.

Neste mês, temos a transcrição da música Apostrophe' lançada no álbum homônimo de 2017.

É possível ouvir o álbum no Spotify, no YouTube ou em outras plataformas de streaming.

Youtube:



Apostrophe'


A primeira transcrição é da música "Apostrophe'", que nomeia o álbum do Apostrophe' Trio e o abre.

A composição desta música segue uma forma estrutural composta por quatro partes distintas: A-B-A'-C-D = solos-A-B-C-B.

Na seção A, os compassos 7 a 8 apresentam a base fundamental da música. Esta base é construída pela escala de Mi menor natural, com a blue note #4 (A#) e um cromatismo com a sétima maior (D#). Os compassos 1 a 2 exibem a melodia do baixo, criada utilizando as tríades correspondentes a cada nota presente na base dos compassos 7 a 8. Os acordes empregados compreendem: Em, F#º, Em/G, Am, Bb, B, juntamente com o cromatismo.

Na seção B, eu escrevi um trecho utilizando o campo harmônico de Mi DomDim, construindo a linha do contrabaixo a partir dos baixos E-D-F-E. Todas as notas utilizadas estão dentro da escala de Mi DomDim.

Na seção C, duas bases distintas são introduzidas: a primeira é constituída pelos acordes de A (I), E (V) e D (IV). As frases foram elaboradas a partir da escala de Lá maior. Já a segunda base é construída utilizando a escala de Si menor.

Por fim, a base para o solo é composta com a tonalidade de Lá maior, e optei pelos acordes de Bm/D, C#m e E. Para dar um caráter mais fusion, utilizei a escala de Ré Lídio para improvisar, dado que possuo várias frases previamente estudadas nesse modelo. É possível explorar outras opções de frases, como a Pentatônica de C#m, que se ajusta muito bem. Para aqueles que dominam frases no modo Dórico, é viável empregá-las em Si menor, gerando um efeito sonoro igualmente satisfatório.

Transcrição

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Apostrophe' Trio: Apostrophe'

Música por Fernando Tavares

Performance:
Fernando Tavares: Contrabaixo
Lucas Barbosa Fragiacomo: Guitarra
Thiago Sonho: Bateria

Gravado, mixado e masterizado por Armando Leite no Estúdio Tecnoarte!
Produzido por Fernando Tavares

Abraço e até a próxima coluna!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Artigo “De outras terras e outras línguas te acordar: Taiguara, a música como campo de batalha”

Olá, pessoal!

Estou aqui hoje para apresentar o artigo “De outras terras e outras línguas te acordar: Taiguara, a música como campo de batalha”, que se relaciona à linha de pesquisa "Significação Musical e Teoria Crítica aplicadas às Dimensões Sociopolíticas, Culturais e Decoloniais da Música Brasileira" do LAMUS (Laboratório de Musicologia) da EACH-USP Leste, coordenada pelo Prof. Dr. Diósnio Machado Neto.

O artigo é uma produção conjunta de Aldo Luiz Leoni, Fernando Tavares e Diósnio Machado Neto do LAMUS e resultado dos encontros do Grupo de Estudos sobre o Rock, feitos quinzenalmente pelo grupo. O artigo saiu no dossiê: “Álbumes del exilio: música popular, política y experiencias” no Volume 6, Número 1 (2024) da Revista Contrapulso, disponível no link:

https://contrapulso.uahurtado.cl/index.php/cp/issue/view/10

O artigo pode ser encontrado neste link:

https://contrapulso.uahurtado.cl/index.php/cp/article/view/240/105

Resumo do artigo

Este trabalho aborda a vigilância ideológica e de costumes dos aparelhos do Estado durante a Ditadura Militar no Brasil, especialmente na música. Destaca-se o caso de Taiguara, um compositor que ao tentar reiteradamente defender pessoalmente suas canções acabou criando no meio censório uma reputação de inconformista. Isso eventualmente se agravou à medida que o regime militar passou não só a cercear canções sobre costumes, mas também conteúdo considerado subversivo. Assim a carreira do músico em paralelo à escalada da repressão desde o Golpe de 1964 estabelece um nexo de causalidade. A vigilância começa a se evidenciar mesmo durante os festivais musicais televisionados na década de 60 nos quais o músico tinha presença constante. Isso iria causar os dois períodos de exílio de Taiguara, o primeiro na Inglaterra e o segundo na Tanzânia. O álbum Imyra, Tayra, Ipy(1976) foi o auge da perseguição, pois, mesmo tendo passado na peneira censória foi recolhido às pressas logo após sua distribuição. Além da discussão sobre o exílio e a censura enfrentados por Taiguara, são analisadas soluções musicais e letras do compositor nesse contexto. A postura crítica e a defesa de pautas que hoje seriam classificadas como progressistas destacaram-no como um artista em busca de liberdade de expressão.

Palavras-chave: Taiguara, exílio, ditadura militar brasileira, censura, Imyra Tayra Ipy.

Para quem quiser saber mais informações sobre o LAMUS, pode acessar o site:

https://sites.usp.br/lamus-each/

Este artigo faz parte da minha coleção, que inclui diversos estudos sobre contrabaixo, teoria e análise musical.

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Bons estudos e até a próxima coluna!

Fernando Tavares utiliza cordas Giannini e cabos Datalink.


Fernando Tavares é pesquisador, professor e contrabaixista. Contribuiu com diversas publicações para revistas especializadas em contrabaixo e hoje é membro do LAMUS (Laboratório de Musicologia da EACH-USP Leste), do CEMUPE (Centro de Musicologia de Penedo) e do LEDEP (Laboratório de Educação e Desenvolvimento Psicológico da EACH-USP Leste).

É Mestre e Doutorando em Musicologia pela ECA-USP e é bolsista da CAPES.

"O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Transcrição do Mês - Duran Duran - Hungry Like The Wolf

 


Olá, pessoal!

Nesta semana, apresento uma transcrição com texto explicativo no site. Para esta coluna, escolhemos a música Hungry Like the Wolf do Duran Duran com John Taylor no baixo.

Este artigo faz parte da minha coleção, que inclui diversos estudos sobre contrabaixo, teoria e análise musical. 

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Duran Duran - Hungry Like The Wolf

Álbum: Rio (1982)

Baixista: John Taylor

Transcrição: Fernando Tavares

Duran Duran

O Duran Duran é uma banda britânica formada em 1978 em Birmingham, Inglaterra, pelos músicos Nick Rhodes (teclados) e John Taylor (baixo), com a entrada posterior de Simon Le Bon (vocais), Roger Taylor (bateria) e Andy Taylor (guitarra). Considerado um dos maiores fenômenos da música pop e new wave da década de 1980, o grupo destacou-se pela fusão de elementos eletrônicos com rock e funk, além de sua estética visual inovadora, fortemente associada ao surgimento da MTV.

O impacto do Duran Duran foi ampliado pela produção de videoclipes cinematográficos e estilizados, que contribuíram para a construção da imagem da banda como ícone da cultura visual e musical da época. O álbum Rio (1982) consolidou o sucesso internacional do grupo, contendo uma série de faixas que se tornaram clássicos, como “Rio”, “Hungry Like the Wolf” e “Save a Prayer”, e estabeleceu o Duran Duran como referência de excelência estética, inovação sonora e apelo popular.


John Taylor

John Taylor (nascido John Bates em 20 de junho de 1960, em Solihull, Inglaterra) é um baixista, compositor e músico reconhecido por seu trabalho com o Duran Duran. Sua abordagem ao baixo combina técnicas rítmicas refinadas com sensibilidade melódica, fluindo entre linhas funk, pop e rock com grande caráter. Taylor foi um dos principais arquitetos do som distintivo da banda, contribuindo com linhas de baixo memoráveis que, apesar da popularidade visual do grupo, se destacam pela musicalidade e pela inventividade.

Ao longo de sua carreira, Taylor participou de diversos projetos paralelos, colaborou com outros artistas e explorou diferentes vertentes musicais, sempre mantendo o baixo como instrumento expressivo e protagonista em muitos arranjos.


Análise da Transcrição de “Hungry Like the Wolf”

Na década de 1980, o Duran Duran tornou-se um dos maiores fenômenos da música pop, em grande parte por sua capacidade de unir excelência musical, estética visual e a nova forma de difusão musical promovida pela MTV. Ainda hoje, a obra da banda merece ser estudada não apenas pelo impacto cultural, mas também pelos aspectos técnicos e composicionais presentes em suas gravações.

A música “Hungry Like the Wolf” apresenta uma estrutura relativamente direta, articulada por duas partes principais: a base vocal e o refrão. A ponte central recria a mesma ideia da voz principal, porém com manipulação de dinâmica que favorece a inserção de múltiplos efeitos no arranjo.

Um aspecto rítmico notável é a escolha do baixista John Taylor de deixar o primeiro tempo de cada compasso em silêncio. Mesmo nas frases de passagem, essa abordagem é explorada de forma deliberada, resultando em linhas de baixo que se localizam predominantemente nos tempos fracos do compasso (segundo e quarto tempos), criando um senso de impulso rítmico característico.

No que tange ao conteúdo melódico, o baixista enfatiza a nota fundamental de cada acorde, utilizando passagens cromáticas em todas as seções. Também se observam variações de oitava, que enriquecem a linha de baixo com movimento e versatilidade tímbrica.

No refrão, a performance do baixo adquire mais liberdade rítmica; com exceção do acorde de C, as demais frases enfatizam os tempos fortes (primeiro e terceiro tempos), refletindo uma mudança de energia que acompanha o desenvolvimento da canção.

No compasso 56, existe um sinal de plucked isolado — a tradicional “puxada” com o dedo indicador sem o uso do thumb, técnica comumente associada ao slap. A transcrição, à primeira vista, pode sugerir um erro ou a ausência do thumb. No entanto, John Taylor adota, neste trecho, uma abordagem diferenciada: ele aplica pizzicato normal nas notas graves e apenas plucked nas notas agudas. Essa técnica proporciona uma variedade sonora distinta da execução habitual de slap e merece ser explorada para ampliar possibilidades sonoras no contrabaixo.

Ao estudar esta transcrição, é fundamental abordar todas as variações utilizadas pelo instrumentista e perceber como ele desenvolve ideias diferentes em cada repetição dos trechos. A exploração detalhada dessas nuances não apenas enriquece a compreensão técnica, mas também revela o pensamento musical sofisticado por trás de um dos baixos mais influentes do repertório pop/rock moderno.

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Conclusão

A transcrição de “Hungry Like the Wolf” revela um trabalho de baixo muito mais complexo e musicalmente rico do que a percepção simplista de uma “banda visual”. O estudo atento das escolhas rítmicas, técnicas e melódicas de John Taylor demonstra a excelência instrumental que caracterizou o Duran Duran desde o início de sua carreira.

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